Lessa deve anunciar hoje retomada da aliança com Renan Filho
   25 de setembro de 2017   │     9:39  │  0

O tempo da espera acabou. Depois de quase um ano e meio, Ronaldo Lessa e Renan Filho formalizam a partir de hoje a retomada da aliança entre o PDT e o governo de Alagoas.

Lessa e RF deram uma pausa na aliança estabelecida em 2014, em função de posições diferentes nas eleições de Maceió no ano passado.

O caminho da volta vem sendo construído nos últimos meses – com muita paciência e habilidade pelo governador e pelo deputado federal e presidente do PDT em Alagoas.

Falta agora apenas a formalização, o que deve ocorrer após reunião do diretório estadual do PDT nesta segunda-feira. Passo seguinte, Lessa e RF sentam para definir como será a participação do partido no governo.

Uma boa aposta, a essa altura, é a Secretaria de Desenvolvimento e Turismo. E tudo aponta, hoje, para a indicação de Rafael Brito, que já foi secretário do trabalho e vem surpreendendo positivamente na presidência da Desenvolve.

Baixa

Confirmada a aliança do PDT com RF, o governador terá criado um probleminha e tanto para o prefeito de Maceió.

RuiPalmeira poderá manter os cargos de Lessa na prefeitura e não ter o apoio do PDT para o seu grupo em 2018. Outra opção é romper agora, precipitando o jogo e estreitando o leque de alianças.

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Pesquisa em Maceió e Palmeira dos Índios: apenas 54% dos jovens vão votar em 2018
   24 de setembro de 2017   │     22:20  │  0

Pesquisa realizada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) entre jovens de 16 a 20 anos confirma um “fenômeno” preocupante: quanto mais jovem o eleitor, menor a vontade de votar.

O levantamento, divulgado no final de agosto, foi feito pela empresa Opinião – Informação Estratégica (Opinião Consultoria Ltda.) e investigou a opinião de pessoas das mais diversas regiões do país.

A pesquisa foi realizada em 14 municípios do país, sendo dois de Alagoas (a capital do estado e a princesa do agreste). A pesquisa foi realizada nos municípios de Guarapuava (PR), Maceió (AL), Palmeira dos Índios (AL), Belém (PA), Curitiba (PR), Hortolândia (SP), Várzea Paulista (SP), Lauro de Freitas (BA), Alagoinhas (BA), Jaraguá do Sul (SC), Diamantina (MG), Curvelo (MG), Belo Horizonte (MG), Goiânia (GO) e Rio Verde (GO).

O levantamento com jovens escolhidos foi feito de forma aleatória em uma base de dados representativa da população brasileira com 16 a 20 anos de idade. Ao todo, 2.511 pessoas foram entrevistadas. O questionário foi estruturado com questões objetivas de múltipla ou única escolha. As entrevistas foram realizadas por meio de uma plataforma web acessada por meio de convite eletrônico encaminhado via e-mail.

O resultado da pesquisa é surpreendente. Embora realizada entre jovens de 16 a 20 anos, o tema predominante não foi a geração de empregos ou educação, mas a corrupção. Ao responder a questão “Quando você pensa em ELEIÇÕES, qual a primeira coisa que vem à sua cabeça”, 24,8% citaram

“Corrupção”; Voto/Voto com consciência ficou com 11,3%, seguido de Política (8,8%), Democracia (4,7%), Responsabilidade/Consciência/Cidadania/Sociedade (4,8%), Chatice/acordar cedo/perda de

tempo/filas/desorganização/Trânsito (4,4%), Mudança/Renovação (3,6%), Melhorias/mais empregos/novas oportunidades/recomeço/progresso (4,0%) e Candidatos/partidos (4,1%).

A desmotivação é maior do que se imagina.

Com certeza

A maioria dos eleitores jovens só irá votar por obrigação. E mesmo com voto obrigatório, apenas 54% informam que com certeza votará nas próximas eleições. É o que revelam as respostas a questão “Em relação às próximas ELEIÇÕES, qual a nota daria para a probabilidade de votar sendo 0 “Com certeza NÃO votará” e 10 “Com certeza votará”?

O resultado foi o seguinte: Com certeza não votará 15,7%, Acha que não votará 19,3%, Acha que votará 10,5% e Com certeza votará 54,5%.

Para quem é do ramo

Quem pensa em disputar a eleição deve dar uma lida na pesquisa, na íntegra. O levantamento traz dados interessantes, que apontam para uma forte influência da internet e das redes sociais entre os eleitores mais jovens, além de um sentimento de “revolta” com a “velha política”.

Para acessar a pesquisa na íntegra, clique aqui.

http://bibliotecadigital.tse.jus.br/xmlui/bitstream/handle/bdtse/3510/pesquisa_qualitativa_quantitativa_relat%C3%B3rio.pdf?sequence=1&isAllowed=y

Versão oficial

Leia aqui o texto sobre a pesquisa na página do TSE

Pesquisa entre jovens identifica maioria de aptos a votar, mas poucos debatem política

Pesquisa realizada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) entre jovens de 18 a 20 anos de idade revelou que a maioria deles – 59,6% – possui título de eleitor e votou na última eleição. A relação da idade com esse comportamento é efetiva, pois as taxas de entrevistados com título de eleitor e, entre esses, com voto na última eleição, são menores entre os mais jovens.

No entanto, segundo apontou a pesquisa, na prática esses jovens, na maioria, não participaram do pleito, não embarcaram no processo e nem discutiram com familiares ou amigos os rumos eleitorais do passado. No mais das vezes, esses jovens seguiram os pais ou votaram no candidato mais bem posicionado de acordo com as pesquisas de intenção de voto veiculadas na cidade.

De acordo com a pesquisa realizada pela empresa Opinião – Informação Estratégica (Opinião Consultoria Ltda.), o trabalho foi desenvolvido entre os dias 10 de janeiro e 4 de fevereiro de 2017, e investigou a opinião de mais de 2.600 pessoas das mais diversas regiões do país. A pesquisa foi realizada nos municípios de Guarapuava (PR), Maceió (AL), Palmeira dos Índios (AL), Belém (PA), Curitiba (PR), Hortolândia (SP), Várzea Paulista (SP), Lauro de Freitas (BA), Alagoinhas (BA), Jaraguá do Sul (SC), Diamantina (MG), Curvelo (MG), Belo Horizonte (MG), Goiânia (GO) e Rio Verde (GO).

A pesquisa foi realizada com jovens escolhidos de forma aleatória em uma base de dados representativa da população brasileira com 16 a 20 anos de idade. Ao todo, 2.511 pessoas foram entrevistadas. O questionário foi estruturado com questões objetivas de múltipla ou única escolha. As entrevistas foram realizadas por meio de uma plataforma web acessada por meio de convite eletrônico encaminhado via e-mail.

Leia aqui, na íntegra:

http://www.tse.jus.br/imprensa/noticias-tse/2017/Agosto/pesquisa-entre-jovens-identifica-maioria-de-aptos-a-votar-mas-poucos-debatem-politica

 

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Maurício Quintella arquiteta chapa de oposição ao governo Renan Filho
   23 de setembro de 2017   │     22:45  │  2

Correndo em faixa própria, com bom trânsito em todos os grupos políticos de Alagoas, Maurício Quintella trabalha incansavelmente para montar uma chapa “viável” de oposição ao Palácio dos Palmares.

O Plano A do ministro, como se sabe, é uma chapa com Rui Palmeira disputando o governo. Para o Senado, muitas opções. Além de Téo Vilela e Benedito de Lira, nomes como o de Ronaldo Lessa e o próprio Maurício Quintella são citados.

No dia 8 de julho deste ano, o promoveu um jantar com líderes dos partidos que dão apoio ao prefeito de Maceió, com o objetivo de “animar” Rui Palmeira a se definir. O prefeito, no entanto, continua, como bom tucano, em cima do muro. Não diz que sim, nem que não e empurra a decisão para 2018.

Quintella, assim como outras lideranças do grupo, não parece disposto a esperar de braços cruzados pelo sim de Rui. Até porque, em caso do não, o grupo tende a se esfacelar antes mesmo das convenções do próximo ano.

O encontro entre Quintella e JHC, na última semana, pode mudar os rumos. Um interlocutor, muito próximo do ministro, confirma que ele sondou o deputado federal do PSB.

“O ministro quis saber se o deputado JHC toparia ser candidato ao governo com o apoio dele e de todo o grupo. Depois de fazer algumas ponderações, JHC sinalizou que poderá ir para a disputa sim. Os dois terão uma nova conversa nos próximos dias, depois que Maurício Quintella conversar com os dirigentes dos outros partidos e com o Rui Palmeira”, aponta.

A definição de um nome desde já é considerada fundamental para que o grupo do qual faz parte Quintella (PP, PR, PSDB, DEM, PROS e PDT) se mantenha unido. O ministro sabe disso e não parece querer esperar mais por uma resposta de Rui Palmeira.

Uma eventual candidatura de JHC abririam muitas possibilidades nas composições políticas e eleitorais segundo o interlocutor. “JHC pode ir para o governo e ganhar. E se perder, poderá ser candidato a prefeito em 2020. Na visão do ministro ele tem um perfil adequado para este momento: é jovem, vai se apresentar como ‘novo’, como opção de mudança e isso certamente será um apelo muito forte para o atual momento da política brasileira”, pondera.

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Surge o adversário de RF nas eleições de 2018: JHC topa disputar o governo
   22 de setembro de 2017   │     19:01  │  5

É simples assim. Se Rui Palmeira não for candidato em 2018 e o seu grupo decidir apoiar, em bloco outro nome, o deputado federal JHC (PSB) poderá enfrentar o governador Renan Filho nas eleições do próximo ano.

Com a decisão dependendo apenas de alguns ajustes para ser anunciada, o governador Renan Filho encontrou – até que esse fato se confirme ou não – um adversário à altura.

“Ele conversou demoradamente com o ministro Maurício Quintella e disse que topa ser candidato ao governo, desde que todo o grupo que hoje apoia Rui Palmeira lhe dê apoio”, assegura uma importante fonte ligada ao deputado socialista.

O encontro entre Quintella e JHC ocorreu na última semana, em Brasília. Depois de avaliar um cenário em que Rui Palmeira continuaria na prefeitura, o ministro perguntou se JHC toparia disputar o governo. A resposta surpreendeu. JHC, que vem sinalizando até agora que é candidato à releição, disse que aceitaria sim o desafio, deste que tivesse assegurado o apoio de uma coligação que lhe garantisse um bom tempo no horário gratuito de propaganda eleitoral, além, é claro de palanque na capital e interior.

“Se o PDT, PP, PR, DEM, PSDB e PSB assegurarem o apoio, pode escrever, ele irá enfrentar o governador Renan Filho. Agora o problema está com o grupo do Rui, que deve tomar uma posição o quanto antes”, aponta a fonte.

Muda tudo

Uma eventual candidatura de JHC ao governo, nessas condições, modificaria o cenário eleitoral para as próximas eleições em Alagoas.

Como candidato ao governo, ele “abriria” uma vaga de federal – que poderia ser usada para atrair novos apoios ou manter na coligações alguns nomes.

Não é só. Uma composição como essa poderia abrigar, por exemplo, uma candidatura ao Senado de Maurício Quintella. O ministro, embora candidato à releição para a Câmara dos Deputados tem crescido politicamente e desponta como um novo viável para uma eleição majoritária. Num cenário como esse, seria preciso acomodar forças como Benedito de Lira, Téo Vilela, Ronaldo Lessa, Arthur Lira, além do próprio Rui Palmeira. Uma engenharia um tanto quanto complexa, mas possível.

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Se deixar PSDB, Rui Palmeira e Rodrigo Cunha “viabilizam” dobradinha Renan-Téo
     │     15:27  │  0

As informações sobre a troca de comando dos partidos em Alagoas não param. A última é de que o deputado estadual Rodrigo Cunha (PSDB) teria assumido, politicamente, o comando do Livres, antigo PSL, em Alagoas e estaria de malas prontas pra sair do PSDB, esperando “apenas” a janela partidária para mudar de legenda.
Os boatos sobre a mudança de Rui Palmeira, do PSDB, também estão em alta. Nos bastidores sua ida para o DEM é dada como certa.

O prefeito de Maceió ainda teria, como opções, o PR de Maurício Quintella ou PP de Benedito de Lira.

Na avaliação de um importante analista político, com trânsito em vários grupos de Alagoas, “com a saída de Rui do PSDB, o ninho tucano poderia se alinhar a Renan e PMDB. Com isso Rui perderia grandes aliados que ficariam com a dobradinha Teo-Renan”.

Esse poderia ser o caso, por exemplo de Rogério Teófilo, Jorge Dantas, Jarbinhas, mais próximos de Téo Vilela e que não teriam nenhuma objeção a um “pacto” com Renan.

Em meio a todas essas especulações, surgiu um fato novo – que se prosperar – pode embaralhar ainda mais o cenário local. Insatisfeito com o grupo de Michel Temer, que tem minado o DEM, o presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia, se reuniu ontem com o senador Renan Calheiros e outros políticos que fazem críticas ao Palácio do Planalto.

A partir das insatisfações cada vez mais evidentes de Maia, Michel Temer pode até ser afastado da presidência, na votação que vai decidir pelo acatamento ou não da denúncia da PGR contra o presidente. Nesse caso, Rodrigo seria o presidente e estaria alinhado com alguns grupos que fazem hoje oposição a Temer. Resta lembrar a velha máxima de Marco Maciel: “tudo pode acontecer, inclusive nada”.

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