Mais um secretário vai deixar governo de RF para disputar vaga de federal
   19 de janeiro de 2018   │     7:43  │  0

Vem aí uma reforma administrativa no governo de Renan Filho. Até o início de abril deste ano, pelo menos três secretários devem se desincompatibilizar para disputar as eleições deste ano.

Além do vice-governador e secretário de Educação de Alagoas, Luciano Barbosa e da secretária de Esportes, Lazer e Juventude, Cláudia Petuba, o secretário de Ciência e Tecnologia, Régis Cavalcante, também está decidido a encarar as urnas mais uma vez.

O PPS de Régis bateu martelo e vai fechar coligação proporcional com os partidos do CD para as eleições deste ano em Alagoas. “Estamos trabalhando o Círculo Democrático para chapas proporcionais”, aponta Regis. Entre os partidos que devem compor a coligação estão o PV, PRTB, Avante e Podemos.

Quanto a Régis, ele está decidido a se desincompatibilizar da Pasta para encarar as urnas em outubro: “sou candidato a Deputado Federal. Além disso, o PPS terá o procurador do INSS, Paulinho de União dos Palmares como candidato a deputado federal”, aponta.

O PPS também terá candidatos concorrendo a uma vaga na Assembleia Legislativa de Alagoas: “Vamos apresentar nomes para Deputado Estadual como o bancário Maurício Cruz, o vereador por Arapiraca Sérgio do Sindicato e dois outros nomes que serão anunciados no Congresso do PPS, no dia 27 de Janeiro, às 9 horas no hotel Ponta Verde”, adianta Régis. Também para estadual, o partido fará coligação.

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Renan venceria em primeiro; Biu e Téo disputam 2a vaga, aponta pesquisa para o Senado
   18 de janeiro de 2018   │     19:02  │  0

A pesquisa eleitoral começou a ser divulgada nessa quarta-feira, 17. É o primeiro levantamento em Alagoas registrado no TSE sobre as eleições deste ano. Nesta quinta-feira foram divulgados os resultados para o Senado, deputado federal e deputado estadual.

Realizada pela TDL Pesquisa & Marketing, a pesquisa também apresentou resultados para presidência e governo do estado – que você pode conferir aqui: http://edivaldojunior.blogsdagazetaweb.com/2018/01/17/se-as-eleicoes-fossem-hoje-renan-filho-seria-eleito-com-68-dos-votos-validos/

No resultado para o Senado, a pesquisa aponta para a consolidação da liderança do senador Renan Calheiros, que vai disputar a reeleição pelo MDB. Se as eleições fossem hoje, a segunda vaga seria disputada entre o atual senador Benedito de Lira (PP) e o ex-governador Téo Vilela (PSDB).

Renan Calheiros lidera, com boa margem, em todos os três cenários montados e seria reeleito com 30% ou 28% dependendo dos nomes que estão sendo avaliados na pesquisa.

A segunda vaga seria disputada, no caso de confirmada a candidatura, entre Benedito de Lira (22%) e Téo Vilela (20%). Os dois estão empatados na margem de erro.

Com 16% no cenário mais provável da eleição, Marx Beltrão sobe para 20% numa amostragem estimulada sem a inclusão do nome de Téo Vilela. (veja as tabelas abaixo).

Pesquisa inclui novos nomes

Os resultados da TDL estão próximos dos  levantamentos do Ibrape, divulgados aqui em dezembro.

A diferença é que a pesquisa da TDL montou três diferentes cenários para o Senado, incluindo entre os eventuais candidatos um nome que vem sendo cogitado para a disputa, mas ainda não confirmado – o Procurador Geral de Justiça, Alfredo Gaspar de Mendonça.

A pesquisa estimulada avaliou a intenção de voto em oito eventuais candidatos ao Senado: Renan Calheiros (MDB), Benedito de Lira (PP), Téo Vilela (PSDB), Marx Beltrão (MDB), João Caldas (PSB), Alfredo Gaspar (Sem Partido), Rafael Tenório (Podemos), Rodrigo Cunha (PSDB).

De um cenário para o outro o que muda é a inclusão ou retirada de nomes, que apesar de prováveis, ainda não estão confirmados na disputa.

O cenário 1 inclui todos os nomes, exceto Rodrigo Cunha. O cenário 2 inclui o nome de Cunha, mas exclui o de Téo Vilela. Isso porque só um dos dois será candidato pelo PSDB.

O cenário mais provável, considerando o quadro atual, é o 3 que inclui apenas os nomes de Renan, Biu, Téo, Marx e João Caldas. Os demais nomes estão, no momento, mais para o campo da dúvida e das possibilidades, do que das certezas.

A pesquisa

Foi divulgada nessa quarta-feira, 17, a primeira pesquisa eleitoral de Alagoas registrada no TSE. O registro passa a ser obrigatório no ano da eleição. O levantamento da TDL Pesquisa & Marketing traz resultados para presidência, governo do estado, Senado, Câmara Federal e Assembleia Legislativa.

As entrevistas foram realizadas com eleitores de 16 anos ou mais em 52 municípios de Alagoas, entre de 12 a 14 de Janeiro de 2018, sendo checadas simultaneamente à sua realização em 10,0% das entrevistas.

Para a pesquisa foi utilizada uma amostra de 1.068 eleitores, estratificada por gênero, faixa etária, grau de escolaridade, nível econômico e posição geográfica. As quotas foram estabelecidas com base nos dados mais atualizados do PNAD/2014 e TSE/ TRE de 2017.

Com 95,0% de grau de confiança, margem de erro de 3,0%, a pesquisa apresenta está registrada no TRE sob o número AL-05922/2018. A TDL pesquisa e Marketing informa que possui estatístico devidamente registrado no Conselho Regional de Estatística da 5ª Região sob o nº 8492.

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Secretária vai deixar governo de Renan Filho para disputar eleição de outubro
     │     6:42  │  0

Não, não é só vice-governador e secretário de Educação de Alagoas, Luciano Barbosa, que vai se desincompatibilizar do cargo para disputar as eleições de outubro deste ano. Estou apurando informações de outros pré-candidatos.

Uma das “pistas” que recebi de importante fonte do Palácio dos Palmares acaba de se confirmar. A secretária de Esportes, lazer e Juventude, Cláudia Petuba, vai deixar o cargo para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa nas próximas eleições.

O martelo foi batido em reunião do PCdoB, realizada na terça-feira, em Maceió. O partido traçou uma estratégia eleitoral e vai para as eleições em Alagoas alinhado com o governador Renan Filho e com o senador Renan Calheiros.

A principal missão do PCdoB em 2018 é “retomar” uma vaga na Assembleia Legislativa do Estado. O primeiro comunista da “nova safra” que passou por lá (pelo que lembro) foi Eduardo Bomfim. Isso em 1982. No Brasil pós ditadura, o partido ganhou força em Alagoas, chegando a eleger vereadores em Macei, deputados estaduais e prefeitos. Atualmente, no entanto, está reduzido a uns poucos vereadores no interior.

“O partido trabalha, num primeiro momento, para lançar uma chapa puro sangue. Hoje temos pelo menos 10 nomes competitivos”, aponta Claudia Petuba.

Entre os nomes mais conhecidos, além da atual secretária de Esportes, Lazer e Juventude, o PCdoB, deve apresentar para a disputa o reitor da Uneal, Jairo Campos. Ele conseguiu grande visibilidade a partir de um trabalho de fortalecimento e modernização da Universidade Estadual de Alagoas.

A expectativa é de filiação de novos reforços nos próximos dias. Alguns nomes, no entanto, vem sendo mantidos em “segredo”.

O plano B, do PCdoB, é o mesmo de várias legendas: o partido também avalia a coligação proporcional. “Teremos candidatos a federal e a estadual e estudamos a possibilidade de coligação, com o objetivo de assegurar o quociente eleitoral”, aponta.

Quanto ao seu próprio destino, Cláudia é enfática: “Vou à luta”. Além do apoio de pessoas que atuam no campo da Secretaria (especialmente esportes), a secretária quer conquistar outros setores, com um discurso mais amplo: “claro que vamos defender o esporte, mas iremos muito além, na interlocução com outros setores da sociedade”, adianta.

Nova estratégia

Só para lembrar: em 2014, o PCdoB tentou chegar á ALE com uma só candidatura, concentrando esforços no Professor Edvaldo Nascimento. Ele chegou perto, mas não teve votos suficientes para assumir o cargo. Agora, o partido parece ter se inspirado na estratégia do PT em 2014. Com chapa puro sangue, os petistas elegeram dois deputados (Marquinhos Madeira e Ronaldo Medeiros). Ambos mudaram de legenda e estão hoje no MDB.

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Se as eleições fossem hoje Renan Filho seria eleito com 68% dos votos válidos
   17 de janeiro de 2018   │     15:10  │  0

A pesquisa eleitoral divulgada nesta quarta-feira, 17, é a primeira Alagoas registrada no TSE. O registro passa a ser obrigatório no ano da eleição. O levantamento é da TDL Pesquisa & Marketing traz resultados para presidência e governo do estado.

O instituto montou um cenário com três eventuais candidatos ao governo, incluindo os nomes de Renan Filho (MDB), Rui Palmeira (PSDB) e JHC (PSB).

De acordo com a pesquisa, se as eleições fossem hoje, o atual governador seria reeleito no primeiro turno. Os resultados apontam para uma vitória de Renan Filho com 45% das intenções de votos na pesquisa estimulada. Já o prefeito de Maceió aparece com 12%, enquanto JHC tem 9% das citações. Ainda segundo a pesquisa, 15% dos eleitores se declararam indecisos e 19% disseram que vão votar branco ou nulo.

Considerando os votos válidos, Renan Filho seria reeleito com 68,18% dos votos, Rui Palmeira teria 18,18% e JHC 13,64%.

Para calcular os votos válidos são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no primeiro turno, um candidato a governador precisa alcançar 50% dos votos válidos mais um voto.

Para presidente, a liderança é do ex-presidente Lula. O pré-candidato do PT sairia das urnas em Alagoas com uma vitória 53% dos votos dos alagoanos no estado, na amostragem estimulada. Em segundo aparece Jair Bolsonaro, com 10%, seguido de Marina Silva (4%), Ciro Gomes (2%), Geraldo Alckmin (1%) e Álvaro Dias (1%).

A pesquisa

Foi divulgada nesta quarta-feira, 17, a primeira pesquisa eleitoral de Alagoas registrada no TSE. O registro passa a ser obrigatório no ano da eleição. O levantamento é da TDL Pesquisa & Marketing traz resultados para presidência e governo do estado.

As entrevistas foram realizadas com eleitores com 16 anos ou mais em 52 municípios de Alagoas, entre de 12 a 14 de Janeiro de 2018, sendo checadas simultaneamente à sua realização em 10,0% das entrevistas. A pesquisa foi utilizada uma amostra de 1.068 eleitores, estratificada por gênero, faixa etária, grau de escolaridade, nível econômico e posição geográfica. As quotas foram estabelecidas com base nos dados mais atualizados do PNAD/2014 e TSE/ TRE de 2017.

A pesquisa apresenta 95,0% de grau de confiança, margem de erro de 3,0% e está registrada no TRE sob o número AL-05922/2018. A TDL pesquisa e Marketing informa que possui estatístico devidamente registrado no Conselho Regional de Estatística da 5ª Região sob o nº 8492.

Avaliação

A pesquisa também avaliou as administrações Renan Filho e Rui Palmeira – ambas aprovadas pelos alagoanos. Em Maceió, a gestão de Rui Palmeira foi aprovada por 55% da população. A gestão de Renan Filho obteve 58% de aprovação (veja tabelas).

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Pelo menos seis partidos podem integrar coligação da “terceira via” em AL
   16 de janeiro de 2018   │     21:15  │  0

15Primeiro, vamos esclarecer o que é “terceira via” neste caso. Não é como querem alguns, “terceira” força. É, na verdade uma opção aos dois caminhos que estão postos na política de Alagoas hoje: os grupos de Renan Filho e Rui Palmeira.

Conseguir viabilizar chapas ou coligações fora desses dois grupos não é, nem será fácil. Em Alagoas, com raríssimos exemplos em contrário, sempre prevalece a política do azul contra o encarnado.

Mas tem quem acredite que é possível quebrar esse modelo. João Caldas entrou firme no campo das composições partidárias e está construindo uma coligação que pretende reunir, além do PSB, PSL, PEN, ao menos outras três legendas: “já conversei com o Marcos Toledo (Avante), com o Chico Tenório (PMN) e Sílvio Camelo (PV). A ideia é construir uma chapa hoje para fazer dois federais e de quatro a cinco estaduais”, adianta. Uma conversa como PHS de Carimbão também está nos planos de JC.

Pelo que se sabe, ao menos PSB, PEN e PSL estão liberados para as composições. Os demais partidos têm relações mais próximas com o Palácio dos Palmares. Uma composição, embora possível, será mais complexa.

Caldas terá que gastar muita saliva. Nada que ele não consiga. No plano nacional, acaba de ajudar na articulação que garantiu a ida de Jair Bolsonaro para o PSL. No plano local, Caldas tem trânsito com todas as correntes políticas.

Um forte argumento que ele tem para montar a chapa, hoje, é a viabilidade para candidatos que querem disputar vagas de deputado estadual e deputado federal. O pacote também inclui uma coligação que terá tempo de televisão e nomes competitivos.

Liberdade de escolha

Pré-candidato ao Senado, Caldas revela que tem feito consultas a alguns nomes que poderão disputar o governo pela “Frente Alagoana do Bem – FAB”, como gosta de chamar o grupo está ajudando a viabilizar para as eleições deste ano: “teremos uma chapa completa, uma opção para que está cansado da velha política”, aponta.

Embora a coligação vá lançar candidatos ao governo e a Senado, JC avisa que os candidatos proporcionais terão liberdade para votar em quem quiser. “Eu acredito que ninguém é dono do voto do povo. Cada um terá liberdade de pedir voto para o governador ou senador que quiser e o eleitor saberá escolher os melhores”, pondera.

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