O que a convenção diz não se escreve: o troca-troca de partidos continua
   5 de julho de 2012   │     14:44  │  0

Muito do que escrevi aqui nos últimos dias mudou. O Chapão teria 12 partidos e a coligação dos tucanos, 5. Isso pelo menos foi o que ficou acertado no sábado, último dia para a realização das convenções partidárias.

O problema é que o TRE dá um prazo maior para a apresentação das atas das convenções. O que foi acertado num dia pode mudar no outro. Depois da escolha de prefeito e vice, os partidos cuidam das coligações proporcionais.

Cada grupo, cada legenda tem sua estratégia. Partidos com candidatos fortes a vereador, caso do PP ou PMDB, são rejeitados nas composições por partidos com candidatos de menor expressão eleitoral.

Nesse jogo de bastidores muita coisa mudou. E ainda pode mudar nas próximas horas.

Mas algumas coligações já foram fechadas, com martelo batido e não tem mais volta. É o caso do PTdoB, de Rosinha da Adefal, que  já apresentou registro no TRE com a chapa puro sangue.

O PRB de Galba Novaes que estava só, ganhou o reforço do PRTB e PHS (que eram do chapão), por conta da composição na proporcional.

Rui Palmeira confirmou duas coligações proporcionais na sua chapa: PSDB, PP, PSC e PTN de um lado e do outro PR e PSL.

No chapão estão já definidos três grupos: o PT que sai sozinho, PMDB, PDT e PSD juntos numa coligação e PCdoB e PV noutra. Falta ainda bater martelo no rumo de partidos menores como PRP e  PTC.

O PPS de Nadja Baia e o PMN marcham juntos, o mesmo devendo ocorrer com PSOL de Alexandre Fleming e o PSTU.

Esse quadro não deve mudar, mas não estão descartadas as surpresas. Vamos esperar até as 17h00 de hoje quando termina o prazo para o registro das atas no TRE.