Julgamento de Petrúcio Barbosa dará novo rumo as eleições em Palmeira dos Índios
   31 de agosto de 2012   │     17:08  │  1

A expectativa é que o TRE-AL julgue entre as próximas segunda e terça o recurso de Petrúcio Barbosa, PTB, candidato a prefeito em Palmeira dos Índios.

Esse julgamento pode decidir as eleições na cidade, acredita um dos assessores que trabalha em outra campanha: “torcemos para que o TRE mantenha o indeferimento, até porque se ele for candidato, não tem mais eleição, tem nomeação”, disse.

De acordo com a avaliação desse profissional, tanto o grupo de James Ribeiro, PSDB, quanto o de Patrícia Sampaio, PT, torcem para que Petrúcio fique fora da disputa: “hoje o quadro é favorável eleitoralmente ao Petrúcio. Com ele fora da disputa, devemos ter uma forte polarização entre Patrícia e James”, avalia.

Mas se depender Fábio Ferrario, James e Patrícia terão dificuldades pela frente. O advogado está otimista com o julgamento no TRE. “Esperamos que se faça justiça. Vamos demonstrar que o candidato teve suas contas rejeitadas pelo TCU porque não prestou contas de um dinheiro que não recebeu enquanto era prefeito. Ora, ele não pode prestar contas de um recurso, se na verdade o que recebeu um veículo e esse veículo está sendo usado até hoje no setor de saúde”, aponta.

De acordo com Ferrario, o direito evoluiu bastante nesse setor: “hoje a Justiça entende que além de ter as contas rejeitadas, deverá ser demonstrada que houve má fé ou dolo do candidato para poder puni-lo. E no caso de Petrúcio Barbosa já demonstramos que não houve dolo ou má fé”, aponta.

É provável que em caso de derrota no TSE, Ferrario recorra ao TSE, onde segundo ele casos semelhantes forma julgados favoráveis aos candidatos.

Nesse caso a única aposta dos concorrentes será um sangramento maior de Petrúcio Barbosa. “Se ele perder mais um recurso, o sangramento deve aumentar e facilitar a disputa”, aponta esse assessor.

COMENTÁRIOS
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  1. renato

    O GUIA ELEITORAL DO “BOM ” FALTA A REALIDADE , A CADA DIA QUE PASSA FICA MAIS CINEMATOGRÁFICO . JÁ O DE MORAES ESTÁ MAIS CENTRADO NA HUMILDADE, TALVEZ SEJA AQUELE QUE, CASO SEJA ELEITO, AO FINAL PODERIA SE ASSISTIR AO PROGRAMA DE 2012 E CONTABILIZAR MAIS RESULTADOS CONCRETOS.O DO LESSA, MAIS REAL , NÃO ESCUSA CRÍTICAS AO MODELO QUE NÃO DEU CERTO E GANHA NO CARISMA.
    NO GERAL, NESTAS DUAS SEMANAS DO GUIA A CONCLUSÃO COMO ELEITOR:
    PRIMEIRO: não acredito mais em estratégia de mostrar atores falando, como se fossem o candidato. O eleitor precisa sentir a franqueza do que pretende administrar a cidade. Por isso, peca aqueles que colocam 95% do tempo destinado a atores, imagens da miséria, depoimentos forjados, enfim, o COMUM em toda eleição.
    SEGUNDO: nesta órbita, quem sai ganhando são aqueles que menos tempo dispõe, pois estão aproveitando melhor, chegando junto ao eleitor, olhando na câmara e falando suas próprias propostas, ou seja, assim podemos avaliar a linguagem corporal, o compromisso, o decoro, e certamente melhor avaliaremos quem está mais próximo da verdade e quem está projetando ideias para os lunáticos ( pois só lá pode ser que não tenha escassez de recursos e corrupção ).
    CONCLUSÃO: Os marqueteiros, da maioria estão optando pela mesma técnica, quer seja, a repetição daquilo que se ver diariamente- a miséria – mas que só aparece no período eleitoreiro. Assim como também, a ocultação do candidato, e substituindo por atores ( o que contradiz o que geralmente estão dizendo: que vão sair do gabinete e mostrar a cara ao povo quando eleitos ), neste ponto distanciando do eleitor.
    Daí porque, esperava mais destas duas semanas de guia eleitoral, pois é o momento de ver e avaliar o candidato, pois se queremos ver atores, assistimos as telenovelas ( lá tem dramas, músicas , bonzinhos e maus ).Chega de personagens , queremos propostas mais reais e menos gráficas, pois vamos gravar tudo e monitorar o que de fato foi feito. Isso porque, sabemos que nenhum destes ai governarão com independência, todos em 1 de janeiro de 2013 terão que se preocupar com o que lhes valeu a aliança e , in casu, quanto maior a aliança, consequentemente, maior será aquilo que terá que abrir mão da vontade da moria , para poder retribuir ao interesse individual.
    Logo, ainda é tempo de chegar na TV e respeitar o eleitor com a verdade, menos ficção, pois o fato apresentado por um candidato , no qual atingiria o adversário, mas que o ” tiro ‘ foi no próprio apoiados maior, demonstra a fragilidade desta campanha: cada dia mais ilusória , tentando ludibriar o eleitorado!

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