Nonô nega crise no palácio: “o maior problema da campanha é a falta de dinheiro”
   3 de setembro de 2012   │     20:38  │  2

Presidente do DEM em Alagoas e vice-governador, José Thomaz Nonô  minimiza  a “crise” aberta com as críticas do candidato do partido a prefeitura de Maceió.

Na semana passada, Jeferson Morais, mirou Rui Palmeira – a pretexto de erros do candidato tucano – sobre o sistema de saúde na capital no guia eleitoral, mas terminou acertando em cheio o governo de Téo Vilela.

Na semana passada, quando o programa eleitoral do DEM foi ao ar, Nonô estava em Minas Gerais. Sua ausência de eventos públicos fez muita gente ver “pé em cobra” e logo surgiram boatos de um estremecimento de suas relações com o governador.

“Não existe nada disso. Nunca teve trombada. O que houve foi uma falha no programa do Rui que fez programa citando equivocadamente o posto de saúde do estado. O Jeferson fez a exploração do erro, mas também falhou e terminou vitimizando o Rui. Isso é um erro que acontece em  campanha, mas que já foi corrigido”.

Quanto a sua  relação entre governador e vice, não há nenhum estremecimento, garante Nonô: “Estamos afinados como sempre. Hoje passei o dia no Palácio”, afirma.

Problema mesmo, por enquanto é a falta de dinheiro para financiamento da campanha eleitoral. Jeferson Morais, que seria um “primo pobre” do Palácio, enfrenta dificuldades para tocar candidatura.

“O que me conforta é que essa é a situação de mais de 90% dos candidatos por todo o Estado. Por onde passei, vi muita gente reclamando. No caso do Jeferson a situação é ainda um pouco pior porque o tempo de TV é menor do que os outros candidatos”, avalia.

Sem bronca, sem crise e sem dinheiro, mas com compromisso. Nonô avisa que está de pé o acerto de antes das convenções: “quem passar para o segundo (Jeferson ou Rui) turno terá o apoio do outro, pelo menos o apoio partidário eu garanto”.

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