Entre o técnico e político, Rui Palmeira escolhe os dois na hora de administrar Maceió
   15 de outubro de 2012   │     14:08  │  0

Uma semana depois das eleições, o prefeito eleito de Maceió começa a traçar como será a administração de Maceió a partir de 1º de janeiro.

Rui Palmeira definiu, hoje, com Cícero Almeida, o modelo de transição. O prefeito eleito quer levantar todas as informações, especialmente, as administrativas e financeiras.

Para isso vai montar, nesse primeiro momento, uma equipe técnica, formada por assessores, pessoas de sua confiança e alguns nomes que lhe ajudaram durante a campanha eleitoral. A indicação da equipe será feita até o final desta semana.

O passo seguinte será a formação do governo, com o anúncio dos nomes de secretários e auxiliares diretos, o que deve ocorrer em dezembro. É provável também que Rui Palmeira promova uma mini reforma administrativa, com a criação de novas pastas e extinção de outras.

O perfil do seu governo não será nem técnico, nem político. O prefeito eleito vai conciliar as duas coisas. “É natural que os partidos que participaram da campanha também participem do governo. Mas eu também farei um governo técnico, especialmente nas áreas mais complicadas”, diz.

Por áreas complicadas entenda saúde, trânsito, educação, transporte público. Nessas e em outras áreas o prefeito eleito pensa em colocar técnicos capazes de lhe ajudar a cumprir promessas de campanha.

“Quero escolher pessoas que possam me ajudar a resolver os maiores problemas de Maceió, independente de ser técnico ou político”, diz.

A essa altura já tem muita gente torcendo para ser convidado para uma vaga entre os  cargos de comissão da prefeitura. Pelo menos no campo político essas indicações passarão não só pelo prefeito eleito, mas também pelos partidos. Ou seja, ele vai discutir essas indicações com Biu de Lira, Maurício Quintella e Téo Vilela, entre outros.