Fábrica da Bauducco opera em fase de testes em Alagoas
   2 de março de 2013   │     21:27  │  11

Luzes, câmeras, ação. Nos próximos dias os holofotes da imprensa se voltarão para a inauguração de um dos mais propalados empreendimentos que chegaram a Alagoas nos últimos anos.

Ainda esse mês ou no começo do próximo será inaugurada da fábrica da Bauducco no estado. Construída em Rio Largo, a unidade vai abastecer o Nordeste com diversos produtos da marca, a partir de Alagoas.

A unidade, confirma o secretário de Planejamento e Desenvolvimento do Estado, Luiz Otávio Gomes,  já está em operação, na fase de testes de equipamentos. “Em breve começa a fase de produção”, anuncia.

Em janeiro deste ano, como registrei aqui, Djalma D’Oliveira, um dos diretores da Bauducco esteve em Alagoas para visitar as obras, que na época estavam em fase final.  Ele conversou com o secretário adjunto do Desenvolvimento Econômico do Estado, Keylle Lima,  e avisou que a unidade começaria a receber os equipamentos a partir de fevereiro.

Os equipamentos chegaram, foram instalados e operam em fase de testes. “Nos próximos dias já poderemos marcar a data de inauguração da primeira fase da indústria, que deve acontece ainda este mês”, aponta Luiz Otávio Gomes.

Linha de produção

O investimento previsto na unidade é de R$ 97 milhões (execução das obras e aquisição de máquinas), com expectativa de gerar 250 empregos diretos na fase inicial.

A fábrica da Bauducco em Rio Largo terá capacidade para produzir 900 kg/h de wafer, 1,2 mil kg/h de mini-bolo e 3,2 mil kg/h de biscoitos recheados e amanteigados  ou três mil toneladas em produtos por ano.

Mas é provável que a indústria seja ampliada rapidamente, avisa Keylle: “ a Bauducco vai fortalecer sua operação no Nordeste a partir de Alagoas e poderá ampliar no futuro suas atividades”, aponta.

COMENTÁRIOS
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  1. Luiz Alfredo

    Eu me lembro bem quando o Collor foi governador. Naquela época nenhuma indústria se instalou em Alagoas. Ele não fez nada pelo estado. Aliás deixou o estado quebrado com o acordo dos usineiros.

  2. luciana sarmento

    Os funcionários de Collor terão muito trabalho, até 2014, fazendo esses comentários,que nada tem a ver com a matéria, apenas para prejudicar o governador Teotonio Vilela,prá ver se o patrão terá alguma chance pro senado,na verdade as pesquisas internas,indicam que o governador goza de grande popularidade na capital,e principalmente no sertão,quanto a Bauducco,é mais um grande feito do governo.

  3. Amigo do Povo

    Não ter o que comer nem a expectativa de ter trabalho para sustentar a familia, aliado a falta de escolas e tambem a saúde (que saúde ?) não justificaria o bolsa família ? Alias o programa não é do PT e sim da era FHC, pois sua falecida e competente esposa já batalhava por isto. No final o dinheiro pago volta ao estado de uma forma ou de outra para crititicar é necessário ter uma contrapartida, não se pode, sendo governo criticar por criticar. O Sr. governador, criado com terno de veludor laçarote de cetim, no colo da avó, com certeza não sabe, nem tem noção do que é fome e desesperança e com certeza não está autorizado por ninguem a falar pelos miseráveis. A questão é que nem gado é tratado como são os pobres em AL, gado você trata e da vacina e ainda luta para alimenta-lo. Poderiam os críticos ao menos ler os livres do falecido Graça para formar uma opinião melhor, o termo vaganundo não é aplicavel a quem tem fome e desesperança, o que acontece é outra coisa. É isto antes podia culpar os comunistas, mas e agora que nem a china segue esta cartilha ? A historia é a seguinte : Antes os usineiros tinham sua cota certa de miseráveis, pois os mesmos dependiam diretamente deles , para colheita, etc. Com a automação da colheita, os miseraveis foram dispensados, trocaram o campo, pela periferia da cidade, sem ajuda, sem pespectiva e com isto a violência explodiu, a favelização explodiu. Os usineiros conseguiram o que queriam, jogaram nas costas do Estado a cota a ser paga. Festejamos com alegria a vinda de uma fábrica de pães e bolos para cá e festejamos como ele fosse uma refinaria, a que ponto de chegamos ?

  4. jose antonio dos santos

    O Governador Teotonio Vilela mal assessorado com uma equipe de incompetentes cospe no prato que está comendo, quando afirma que o Bolsa Familia é uma espécie de esmola. Não reconhecer que o Governo Federal investe e muito neste estado dos piores índices sociais, culpa exclusiva dos nossos politicos que como ele próprio é devagar, fraco, uma porcaria.

    1. Rogerio

      concordo, esse governador e o presidente do senado é mesma coisa.n faz nada… começou as obras dos viadutos na BR101 e n terminarão… estradas esburacadas na BR101 e 104 acho que estar esperando carlinho cachoeira sair para continuar a lavagem.e n influencia as indústria para Alagoas

  5. S.A. DE LIMA

    PARA GERAR MESMO EMPREGO EM ALAGOAS,COM ESSES POLITICOS USINEIROS A SITUAÇÃO É BASTANTE COMPLICADA.VEJA,O CASO UMA FABRIQUETAZINHA A BAUDUCO CHEGOU E TALVEZ AUMENTO EM 200 EMPREGOS EM ALAGOAS.ISSO NÃO DAR PARA MELAR AS CONTAS DO DESEMPREGO EM RIO LARGO,QUE A SITUAÇÃO SOCIAL É MUITO ALTA.

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