Estaleiro está pronto e muda paisagem no Porto de Maceió
   11 de maio de 2013   │     16:58  │  3

Unidade Industrial muda paisagem no Porto de Maceió

Unidade Industrial muda paisagem no Porto de Maceió

Em tom de descontração, um amigo saiu-se com esta: “O que será isso, um ginásio, um edifício? Não é o estaleiro”. 

A paródia com o Superman foi para definir uma novidade que se ergue no Porto para mudar a paisagem de Maceió:  o “estaleiro” ou como preferem os empreendedores, a “unidade industrial” do consórcio da Tomé-Ferrostaal.

O estaleiro já está praticamente pronto e começa a funcionar nos próximos dias. Falta apenas marcada a inauguração, que deve ocorrer até o final deste mês, segundo declarou recentemente a administradora do Porto de Maceió, Rosiana Beltrão

A unidade, que conta com investimentos de R$ 80 milhões, vai gerar em sua plenitude, 2 mil empregos diretos.  A indústria vai montar plataformas FPSO (Unidades Flutuantes de Produção, Armazenamento e Descarga) , módulos que serão utilizados na exploração do pré-sal. Os contratos com a Petrobras  podem chegara US$ 1,55 bilhão.

O “estaleiro” do consórcio ocupa uma área de 66 mil m2 no Porto, além de vários galpões, onde serão montadas unidades auxiliares. A unidade

tem contratos para operar pelo menos pelos próximos cinco anos.

Outra unidade

A administradora do Porto, Rosiana Beltrão, confirmou também, recentemente o início da construção da unidade da Jaraguá Naval: “quando estiver pronta, a Jaraguá vai construir equipamentos que serão utilizados pelo consórcio Tome-Ferrostaal”, adianta.

A Jaraguá Naval arrendou uma área de 23 mil m2 no Porto de Maceió para a montagem do primeiro projeto totalmente nacional na área a em Alagoas (Além do consórcio que tem participação alemã, o Eisa é do Synergy, um grupo colombiano.

A Jaraguá Naval nasceu a partir da Jaraguá Equipamentos, indústria metal-mecânica  com sede em São Paulo e filial no polo de Marechal Deodoro. A unidade alagoana é uma espécie de “fábrica de fábricas” e já movimentou mais de R$ 1 bi só no fornecimento de equipamentos para refinarias da Petrobras.

No novo negócio a Jaraguá vai montar módulos – assim como fará o consórcio Tomé-Ferrostaal. A sua vantagem é expertise na área: além de fornecer equipamentos, ela também será responsável pela manutenção.

A unidade, com investimentos de R$ 15  milhões, deve gerar segundo seus diretores pelo menos 250 empregos diretos.

Imagens do projeto divulgadas na revista da Tomé Engenharia, edição d outubro de 2012

Imagens do projeto divulgadas na revista da Tomé Engenharia, edição d outubro de 2012

COMENTÁRIOS
3

A área de comentários visa promover um debate sobre o assunto tratado na matéria. Comentários com tons ofensivos, preconceituosos e que que firam a ética e a moral não serão liberados.

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do blogueiro.

  1. jose antonio dos santos

    Fórmula vergonhosa, água, formol, uréia usada no leite para consumo e uso industrial no Sul do País. E aqui, tempo atrás a Policia Federal descobriu várias marcas com Soda Cáustica, e logo depois ninguém sabe de nada, pelo menos não foi dado publicidade das punições!. Onde está o poder de fiscalizar das instituições que tem obrigações a cumprir. Aqui, postos de combustiveis colocam a disposição do consumidor garrafões c/água mineral a menos de 30 cms da BOMBA QUE ABASTECE OS VEICULOS. Os aludidos garrafões são produzidos com material plástico poroso, portanto absorvem com facilidade qualquer cheiro e sujeira. Até quando!.

  2. PêCê

    SERÁ QUE ESSE ESTALEIRO É O QUE SUPOSTAMENTE SERIA INSTALADO EM CORURIPE?
    PELOS MODOS OPERANTES, SÃO OS MESMOS QUE SERIAM OS DO EISA CORURIPE, HEIN…
    PLATAFORMAS FLUTUANTES E SIMILARES QUE SERÁ USADO NA EXTRAÇÃO DO PRÉ-SAL…
    ÊITA, LASCOU COM AQUELE BELO MUNICÍPIO, HEIN EDIVALDO??W

  3. saulo

    Um estaleiro de verdade não fica pronto em menos de 6 a 8 anos. Esse durou apenas 6 meses. Bom para Alagoas que experimenta um “boom” no desenvolvimento, só comparado ao periodo do “major” Luiz Cavalcante, mas este não é um estaleiro, como poderia ser um EISA. Essa é Alagoas que eu quero. Votarei daqui há dois anos em quem se comprometer com o modelo defendido pelo secretário Luiz Otavio, que pode ser secretário de qualquer um que tenha juízo.

Comments are closed.