Nonô recomenda conversa olho no olho com outros poderes sobre Orçamento
   7 de agosto de 2013   │     15:54  │  1

Se assumir o governo em 2014, como se espera, o vice-governador não poderá fazer nada em relação ao Orçamento do estado.

Isso porque, lembra Thomaz  Nonô,  “o Orçamento de 2014 é todo feito este ano. Ano que vem quem for o governador vai apenas cumprir o que for discutido e aprovado agora”.

A situação do estado, hoje, é considerada preocupante do ponto de vista financeiro. A arrecadação cresceu bem menos que o esperado e o governo terá dificuldades para fechar as contas esse ano. Já é certo que parte do Orçamento de 2013 não será cumprido. No próximo ano a situação deve ser pior.

Nonô já foi alertado pelo secretário do Planejamento e Desenvolvimento, Luiz Otávio Gomes, que o Orçamento de 2014 terá, além do “crescimento vegetativo” um complicador extra: o crescimento da folha de pessoal (em função de reajustes, concursos e aposentadorias) de cerca de 20%. “É uma situação preocupante”, avalia.

A recomendação da Seplande é que o Estado reduza o duodécimo de outros poderes para poder arcar com o aumento de despesas e a desaceleração da receita.

Para Nonô, nesse cenário, não restará outra opção ao governador Teotonio Vilela Filho senão chamar para uma conversa franca os outros poderes (TJ, Alagoas, MPE E TC): “eu acredito que o melhor mesmo é abrir o jogo, mostrar todos os números e trabalhar na base da parceria. Considerando a crise econômica e o aumento de despesas, todos os setores terão que sofrer algum corte, inclusive o  duodécimo”, aponta.

COMENTÁRIOS
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  1. Ronaldo

    Estamos cansados de ver o governo mandar dinheiro a mais para assembleia
    legislativa e agora vem com essa conversa que não tem dinheiro. Sem falar nos desvios que estão acontecendo na assembleia. Só falta o governo dizer que vai cortar verba da saúde, educação e segurança. O povo de alagoas tem de reconhecer q vem votando errado há mutos tempo!

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