Após crise de arritmia, Téo Vilela só volta ao trabalho na quinta
   8 de outubro de 2013   │     21:30  │  3

No sábado o governador usou o Facebook para informar que estava trabalhando, no palácio, com seus auxiliares mais próximos: “Estamos no “cabo da enxada” discutindo as ações do Governo de Alagoas. Os secretários adoram trabalhar numa manhã ensolarada de sábado. Bom dia!”.

O ritmo parece ter sido muito puxado até mesmo para ele, que vem cobrando 12 horas por dia de trabalho de seus secretários. Na segunda-feira, o governador suspendeu a agenda para ser atendido na Santa Casa pelo cardiologista José Wanderley, que foi seu vice-governador no período de 2006-2010.

Depois de ficar internado, ele teve alta nesta terça-feira pela manhã, mas com o compromisso de ficar de repouso por pelo menos mais um dia. A agenda só será retomada na próxima quinta-feira quando ele irá, informar o assessor Beto Jucá para o interior: “na quinta e na sexta o governador vai para Porto Calvo, participar do Governo Perto de Você”, adianta.

Depois da alta, o governador teria contrariado um pouco as recomendações medidas e conversado com assessores e amigos por telefone.

Nova crise

Essa não é a primeira crise que leva o governador Téo Vilela para o hospital. Por uma estranha coincidência ele teve uma forte crise de arritmia há exatos 11 meses, no dia 7 de novembro de 2012, tendo sido internado no dia 8 de novembro.

Arritmia cardíaca é um problema no ritmo ou na velocidade do batimento cardíaco. O coração pode bater muito rápido, muito devagar, ou com ritmo irregular. Batimento cardíaco muito rápido é chamado de taquicardia, enquanto muito devagar chama-se bradicardia.

O problema do governador, pelo se sabe, foi uma taquicardia, provocada por estresse. Nesse tempos de crise e dificuldades, nem sempre é possível evitar a arritimia.

A saúde do governador

Em abril deste ano Téo Vilela se operou de catarata em São Paulo. Foi a terceira cirurgia realizada por ele desde que é governador. A primeira foi para operar a mão (osso do carpo,) ainda no primeiro governo, a segunda, em 2011, mais complexa e com maior risco foi de diverticulite.

COMENTÁRIOS
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  1. Tyago Ataide

    “trabalhar ao cabo da enxada” ? kkkkkkkk e o excelentíssimo sabe o que é isso? kkkkkkkkk isso é uma piada!! Voltar aos trabalhos? kkkkk Que trabalho???

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