Téo avisa que governo terá apenas um candidato em 2014
   19 de outubro de 2013   │     10:06  │  0

Nas eleições de 2012 o campo político do governo do estado foi para a disputa em Maceió dividido em dois grandes grupos (Jeferson Morais e Rui Palmeira). Isso sem contar com a candidatura própria do PPS.

Quem “liberou” o racha na época foi o próprio Téo Vilela, que chegou a participar inclusive das convenções dos dois candidatos. Há quem acredite que tudo fez parte de um plano traçado dentro do palácio dos Palmares, embora tudo tenha ocorrido – de fato – porque o bloco do governo se dividiu e o governador não quis ou n]ao conseguiu “intervir”.

Mais uma vez o “campo” de Téo Vilela dá sinais de que pode chegar rachado a uma eleição. De um lado, o vice, Nonô e do outro, o senador Benedito de Lira, que estivem em campos diferentes no ano passado e tudo indica estarão em palanques opostos em 2014.

Por mais que demore, Téo Vilela terá que fatalmente se posicionar por um palanque. Além de Biu e Nonô há ainda a possibilidade de um candidato tucano e, mais remota, de um acordo com Renan Calheiros.

Seja qual for sua decisão, o governador tem cuidado desde já de espalhar eu a estratégia em 2014 será diferente: “teremos um só candidato, um só palanque”, disse o governador a um candidato a deputado pelo PSDB.

“O governo terá apenas um candidato. Isso já foi decidido pelo próprio Téo. O problema é que ao escolher um ele briga com o outro, por isso quanto mais demorar, melhor”, pondera o candidato.

Vilela teria sido enfático quanto a montagem de um só palanque no seu grupo. Falta agora combinar com Nonô, Biu de Lira, Alexandre Toledo, Renan Calheiros e com vários tucanos que sonham com uma disputa majoritária em 2014.

Senador ou governador?

Duas candidaturas ao governo já estão postas: Renan Calheiros e Benedito de Lira. Com o afastamento de Téo Vilela, o vice assume e deve disputar a reeleição: “Nonô, pelo que conheço, não deve pendurar as chuteiras agora”, diz um experiente político que disputa vga de federal em 2014.

Anote: também tem correntes no governo falando numa eventual candidatura de Nonô ao Senado. Isso claro, se Téo Vilela permanecer no governo, o que parece pouco provável.