PIB de AL chega a R$ 28,5 bi e cresce acima da média nacional
   22 de novembro de 2013   │     15:03  │  0

O IBGE divulgou nesta sexta-feira, 22, o indicador Contas Regionais 2011, que mede a variação do Produto Interno Bruto dos Estados. O PIB de Alagoas atingiu naquele ano R$ 28,54 bilhões.

O crescimento nominal em relação ao PIB de 2010 (R$ 24,57 bilhões) foi de 16,14%, o maior do Nordeste e o quarto maior do Brasil.

O resultado real do PIB, descontada inflação e outras correções, representa crescimento real de 6,7% em relação a 2010, de acordo com texto divulgado pela Seplande, em parceria com o IBGE.  O desempenho de Alagoas acima do crescimento do Brasil, que atingiu 2,7%.

Na participação setorial, o PIB de Alagoas apresentou crescimento real de 12,6% da Indústria – o setor passou a representar 25,2% no valor adicionado do PIB (contra 21,2% em 2010).

A agropecuária, cresceu 15,7%  e o setor de serviços 4%.

Um dos piores

Apesar do crescimento acima da média nacional, Alagoas continua entre os estados mais pobres do Brasil. O PIB per capita atingiu em 2011 o valor R$ 9.079,00 ,  acima apenas do Maranhão (R$ 7.852,71) e Piauí (R$ 7.835,75). A distância em relação ao PIB per capita do Nordeste (R$ 10.379,55) é pequena se comparado com o Distrito Federal que tem, com R$ 63.020,02 o maior PIB per capita do país, duas vezes maior que o segundo colocado, São Paulo, com R$ 32.449,06

Repercutindo

Para o secretário da Seplande, Luiz Otavio Gomes, os valores comprovam a eficiência da política de desenvolvimento implantada pela atual gestão desde 2007 “os números demonstram que Alagoas vem crescendo em todos os setores da sua economia”.  “Os números nos levam a crer que estamos no caminho certo, com um trabalho permanente que busca melhorar os índices sociais e econômicos de Alagoas”, comentou o governador Teotonio Vilela Filho.

Indústria

De acordo com a Seplande, o crescimento do setor industrial foi impulsionado por algumas atividades da economia, como a construção civil (29,4%) e a indústria de transformação (5,6%). Dentro da construção civil, o superintendente de Produção da Informação e do Conhecimento, Thiago Ávila, destaca o consumo de cimento, que aumentou 25,7%, dentre outras razões, em decorrência da expansão de projetos e programas habitacionais e de infraestrutura, como o “Minha Casa, Minha Vida”, do Governo Federal, e o Programa da Reconstrução.