Nonô e a desistência de Téo ao Senado: “espero errar de novo”
   10 de fevereiro de 2014   │     21:23  │  0

O vice-governador conversou “demoradamente” com Renan Calheiros. Adversários em política sim, “inimigos nunca”.

“O que posse dizer é que foi um momento de distensão. Refletimos sobre governo, sobre Téo Vilela, sobre o PMDB, sobre o quadro nacional, sobre o momento. Não foi uma conversa com ponto final, nem ponto e vírgula. Foi uma conversa com muitas reticências”, explica Nonô.

“Essas conversas não tem resultado no curto prazo e nem é para ter”, pondera Nonô.  Da mesma forma, lembra, troca ideias com Biu de Lira e Alexandre Toledo, que  continuam “amigos do peito” – embora ambos queiram o mesmo que ele  quer.

No cardápio verbal também sobra diálogo com outros dois pretendentes ao governo: Luiz Otávio Gomes e Marcos Fireman. “Foram muito bons secretários e se eu for governador vou trabalhar com eles, pedindo que façam ainda mais e melhor”.

Com Aécio e Agripino   

Escolado em Brasília, Nonô  sabe que o Planalto tem muita influência na política alagoana. Por isso embarca nesta terça-feira, 11, para o DF e lá encontra o presidente do PSDB, Aécio Neves e o presidente do DEM, Zé Agripino. “O quadro nacional pesa muito aqui, ao contrário do que muitos pensam”, pondera

Como é bom errar

Vamos, enfim, explicar o título acima: “já errei uma vez ao apostar que Téo Vilela deixaria o governo para disputar o Senado. Agora, estou apostando que ele fica no governo até o final. Confesso: adoraria errar mais uma vez”, descontrai  Nonô.

Um “erro” capaz de mudar o rumo da eleição, assim como aconteceu com a decisão do governador de cumprir o mandato até o final.