Com R$ 280 milhões, receita de ICMS de AL cresce 12,9% em fevereiro
   3 de março de 2015   │     13:48  │  3

Números preliminares revelam que a arrecadação do ICMS do estado de Alagoas continua com excelente desempenho diante das previsões do mercado.

Em fevereiro deste ano a receita com o imposto de circulação de mercadoria e serviços chegou a R$ 280,2 milhões, em crescimento de 13,05% na comparação com o mesmo mês de 2014, quando foram arrecadados R$ 247,9 milhões.

A receita própria total (que inclui IPVA, Fecoep e outras taxas) também registrou crescimento proporcional. Foram R$ 323,8 milhões em fevereiro deste ano ante R$ 293,6 milhões no mesmo mês de 2014.

No acumulado de 2015, a receita de ICMS aumentou 12,9%. Foram R$ 507,3 milhões nos primeiros dois meses de 2014 ante R$ 573,2 milhões e3m igual período este ano.

Colateral

O aumento da receita de ICMS não foi resultado, certamente, da Operação Cartão de Visita, que tem registrado gastos maiores do que consegue arrecadar.

Já disse aqui e repito: o aumento do ICMS vem refletindo o aumento de preços especialmente no setor de combustíveis. Agora, com o aumento de energia, a conta vai ficar ainda melhor para o Tesouro Estadual.

icms fevereiro 2015

COMENTÁRIOS
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  1. Lucas Tenório

    Esse aumento na arrecadação se deve em sua maioria graças a inflação ou aumento dos preços e a conta de energia e Gasolina, que quase dobrou….Temos que fazer o estado atrair empresas e produzir esse negócio de só cobrar impostos o povo não aguenta mais.

  2. Al Sid

    Edvaldo, vc continua tentando perpetuar, por desconhecimento total de causa, ou mau assessoramento, uma errônea visão do que seja fiscalização. Você, que inclusive já comandou órgão público, esquece o papel que o agente público fiscalizador tem.
    Num cenário ideal, o perfeito seria que não houvesse qualquer autuação, de qualquer ordem, pois isso representaria um cenário de plena arrecadação. No entanto, a nossa realidade pede a presença do órgão fiscalizador, como balizador das obrigações que os contribuintes (todos nós que somos elencados) devem cumprir. A repercussão do trabalho de fiscalização vai muito além dos valores pagos a título de remuneração aos servidores e estagiários, como os envolvidos na operação que vc citou. A visibilidade do FISCO “na rua” vale muito mais que visões pífias da ação, pois o recado dado ao contribuinte reflete na arrecadação diretamente: O FISCO ESTÁ ATENTO. É provável que a atuação da SEFAZ incomode a alguns (talvez a você mesmo, quem sabe, huh?), mas a repercussão junto à população foi a melhor possível. Ou você é tão desinformado que não soube que a própria TV GAZETA, onde vc trabalha, acompanhou uma manhã de operações? Lembre que o trabalho da SEFAZ é para a sociedade, e se ela aprova o que se faz, ótimo. Isso vale mais que qualquer comentário rançoso de qualquer jornalista mau informado ou mau intencionado.

    1. Edivaldo Júnior Post author

      Prezado Al Sid,
      eu já trabalhei, mas há vários anos não trabalho mais na TV Gazeta. Quanto a minha passagem por um órgão público, há mais de 20 anos, é fato que me orgulha. Por isso mesmo sei que operações como a “cartão de visita” não passam de desperdício de recursos, num estado tão pobre de recursos e de pessoal qualificado. Pode até servir para dar visibilidade, colocar na vitrine a Sefaz. Não passará disso. Será que é isso que queremos?
      Creio, no entanto, que não é a importância do trabalho do fisco que está em discussão. Defendo a fiscalização. Só não acredito em métodos policialescos e ultrapassados. Isso nunca funcionou bem (recentemente tive a oportunidade de dizer isso pessoalmente ao governador e ao secretário da Fazenda).
      Se vai funcionar agora, saberemos em breve.
      Espero, que para o bem do Estado a arrecadação aumente. E creio, meu caro, que o melhor caminho é investir em ferramentas mais modernas que permitam pegar os grandes gatunos, os verdadeiros sonegadores, os “peixes graúdos”.
      O resto é perfumaria.
      Atc,
      Edivaldo Jr

      Ps: De resto, o espaço é aberto para você e qualquer um expressar opinião contrária, incluindo a Sefaz ou entidades que representam o fisco.

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