Governo RF será testado em ‘queda de braço’ com servidores
   22 de maio de 2015   │     16:27  │  1

A ‘lua de mel’ entre o governo de Renan Filho e o funcionalismo – se é que existiu um dia – acabou.

O governo de Renan Filho deve enfrentar, a partir de hoje, seu maior teste em relação ao funcionalismo e toda a repercussão que um movimento de servidores tem na imprensa e na sociedade.

Será que o governo está preparado para o ‘enfrentamento’  com sindicalistas e a pressão das ruas? O governador e sua equipe estão tomando todas  as medidas e, parecem, estão preparados para o diálogo e também para o confronto.

Anote: se tiver que enfrentar desgaste por conta dos protestos, o governo vai enfrentar. O reajuste dos servidores do Estado só deve ser dado no segundo semestre. O governo já avisou que não pode aumentar despesas com pessoal porque não tem caixa e também porque estão “proibido” pela LRF.

Resta saber por quanto tempo o governo vai “resistir” a pressão das ruas, até porque alguns secretários já dão sinais de “estresse” e de cansaço e a temperatura vai aumentar “muito” nos próximos dias.

Várias categorias já ensaiam greves e paralisações. E o movimento começa segurança, justo a área que tem dados melhores resultados para a popularidade do governo,

Os agentes penitenciários começaram hoje uma paralisação de 72 horas. Se as negociações não evoluírem depois disso, devem entrar greve.

Os policiais civis realizam na tarde desta sexta-feira assembleia com indicativo de greve.

As greves na área da segurança, entretanto, devem ser apenas uma prévia do que vem pela frente. O movimento unificado dos servidores do estado programa uma grande mobilização para o próximo dia 2 de junho, para cobrar a correção dos salários pelo IPCA.

O dilema do PCCS

O presidente do Sindipol explica que a greve na PC deve ser “antecipada” por conta do atraso na está implantação o PCCS: “o governo vem liberando apenas 40 processos por mês. Somos dois mil servidores. Nesse ritmo, quanto tempo vai demorar?”, questiona,

Não bastasse a demora, aponta Josimar Melo, o governo decidiu liberar os processos, a partir de abril,  sem direito a recebimento dos retroativos a janeiro deste ano: “depois dessa decisão a situação se complicou. A insatisfação é generalizada agora”, explica.

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