Servidores de AL ‘perdem batalha, mas não desistem da guerra’
   17 de agosto de 2015   │     21:34  │  1

O Movimento Unificado dos Servidores do Estado perdeu, literalmente, a batalha em defesa da reposição salarial com base no IPCA – equivalente a 6,41%. Nem mesmo a intermediação do presidente do Tribunal de Justiça, Washington Luiz, conseguiu demover o governo de manter o teto dos 5%, dividido em três parcelas.

O governo está prestes a mandar a mensagem do reajuste para a Assembleia Legislativa, consolidando o fim das negociações. Apesar desse novo marco, o movimento dos servidores continua se articulando e não entrega os pontos.

“Mais uma vez quem vai pagar o pato são os mais fracos”, reage a presidente da CUT/AL. Mas que ninguém considera essa declaração como conformismo.  Rilda Alves avisa que a luta continua: “o governo pode mandar a mensagem dos 5% para aprovação da ALE, mas a gente não vai aceitar”.

A luta continua, mas com nova estratégia. O alvo da  CUT, a partir de agora, deve ser o governador Renan Filho. O movimento dos servidores define esta semana como serão realizados os atos contra o governo, a partir de agora.

O mais provável, anote, é que os servidores “engrossem o público” em  eventos realizados pelo governo. Mas que ninguém espere “aplausos” dos manifestantes.

“Vamos continuar persistindo. Onde o Renan Filho estiver, nós vamos lá para conversar com ele e tentar convencê-lo, até porque não estamos convencidos de que o estado não tem condições de dar a reposição da inflação. Os números estão aí e mostram que o estado tem dinheiro para dar o reajuste”, enfatiza Rilda.

COMENTÁRIOS
1

A área de comentários visa promover um debate sobre o assunto tratado na matéria. Comentários com tons ofensivos, preconceituosos e que que firam a ética e a moral não serão liberados.

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do blogueiro.

  1. carlos

    Já que outras categorias foram contempladas com algumas perdas como: a Educação,polícias civil e militar.Já os servidores que ficaram de fora podia, sim o governador com argumento que este teriam os 6,44%….Esse argumentode que os já avançaram querem também a reposiçaõ do IPCA,seria melhor digerido que não é justo só eles ficarem com tudo.

Comments are closed.