Justiça decide sobre arrendamento de usinas do grupo João Lyra nesta sexta
   3 de setembro de 2015   │     23:33  │  0

A Justiça de Alagoas dá um passo decisivo nesta sexta-feira, 4, para retomar o funcionamento de três das cinco usinas do Grupo João Lyra, fechadas após o processo de falência.

Grupos ou empresas interessadas em arrendar as usinas da massa falida da Laginha Agroindustrial AS

Vale do Paranaíba (Capinópolis,MG), , Triálcool (Canápolis,MG) e e Uruba (Alataia, AL) deverão apresentar proposta em audiência marcada para esta sexta-feira. A audiência com os interessados em firmar o contrato de arrendamento da Uruba será realizada às 8h. A audiência com os interessados no arrendamento da Vale do Paranaíba e Triálcool será às 14h. Ambas no  escritório da Massa Falida, em Jacarecida.

O acesso só será permitido para pessoas cadastradas. O juiz responsável  pelo processo, Kleber Rocha,  vai receber, não limitou a apresentação de propostas de arrendamento. “Quanto mais propostas melhor para a massa falida”, explica.

O juiz de direito, Kleber Borba vai presidir a audiência que contará com a participação dos administradores judiciais e comitê de credores, além de representantes do empresário João Lyra  e do Ministério Público.

As propostas serão apresentadas por escrito e por ordem de chegada. O juiz antecipa que a audiência não será deliberativa e que vai decidir pelo arrendamento após a reunião, depois receber garantias e analisar, em local reservado,  as propostas dos interessados.

O contrato com a proposta escolhida deve ser firmado até o px dia 09 de Setembro de 2015 – O juiz Kleber Borba e dirigentes da Massa Falida farão a análise das propostas em local reservado.

Uruba

A Coopervale, cooperativa de produtores de cana da região de Atalaia, já apresentou proposta de arrendamento da usina Uruba. Até o momento esse grupo é o único interessado no arrendamento da empresa que será feito de ‘porteira fechada’, com a indústria e as terras.

No caso da Guaxuma, até o momento apareceram interassados em arrendar apenas as terras. A Justiça e o Comitê de Credores prefere fazer o arredamento de toda a indústria e tem descartado o arrendamento somente das terras.