Em reunião com Asplana, usina diz que já pagou 58% de dívida com fornecedores de cana
   30 de novembro de 2016   │     10:17  │  1

A diretoria da Asplana está, como prometido, levantando o débito das usinas com fornecedores de cana. Depois de visitar a Clotilde, em Rio Largo, diretores da Asplana estiveram, nessa segunda-feira, 28, em mais uma usina para levantar os débitos com fornecedores de cana.

Na Porto Rico, em Campo Alegre, foram recebidos pelo diretor da unidade Carlos Monteiro. O levantamento apresentado pela indústria aponta que até setembro passado a dívida era de R$ 7,9 milhões com 404 fornecedores de cana, mas desde o início da safra, mais de 58% dos débitos da usina com os produtores já foram pagos.

Acompanhado de outros diretores, o presidente da Asplana, Edgar Filho, está visitando todas as unidades industriais para levantar o valor dos créditos dos plantadores de cana e acompanhar as negociações feitas diretamente com as usinas. Em caso de divergência ou insatisfação, a Asplana promete vai acompanhar a negociação de casos individuais de seus associados.

“Estamos fazendo o levantamento dos débitos junto as usinas. O fornecedor que não concordar com o acordo já fechado com as unidades produtoras pode procurar a Asplana que iremos intermediar a negociação para tentar resolver as pendências”, afirmou Edgar Filho, presidente da Asplana.

Planilha

Durante a reunião, uma planilha de pagamento foi apresentada pelo representante da usina aos dirigentes da Asplana, que representa mais de cinco mil plantadores de cana de Alagoas.  A Porto Rico informou que as dívidas até R$ 4 mil foram 100% quitadas; que 61,5% dos débitos até R$ 100 mil também foram pagos e nas dívidas acima de R$ 100 mil o pagamento chegou a mais de 47%.

Carlo Monteiro, diretor da Porto Rico, em reunião com diretores da Asplana

Carlo Monteiro, diretor da Porto Rico, em reunião com diretores da Asplana

COMENTÁRIOS
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  1. Everton Omena

    Qual será as surpresas para o dia 15 de dezembro, por parte do empresário e seus familiares, para os ex-trabalhadores do Grupo JL? Ou a surpresa virá dos bancos “credores”? Acho que não vamos ter presentes. Mas tem essa história abaixo bem resumida.
    Aviso qualquer comparação, é mera coincidência.

    Scrooge é um homem avarento que abomina a época natalícia. Trabalha num escritório em Londres com Cratchit, o seu pobre, mas feliz empregado, pai de quatro filhos.
    Numa véspera de Natal Scrooge recebe a visita do seu ex-sócio Jacob Marley, morto há sete anos naquele mesmo dia. Marley diz que Scrooge tem uma chance, e que três espíritos o visitarão.
    O primeiro espírito chega, este é o Espírito dos Natais Passados, que leva Scrooge de volta no tempo e mostra a sua adolescência e o início da sua vida adulta, quando Scrooge ainda amava o Natal.
    O segundo espírito, o do Natal do Presente, ele mostra a Scrooge as celebrações do presente, incluindo a humilde comemoração natalícia dos Cratchit, onde vê que, apesar de pobre, a família do seu empregado é muito feliz e unida.
    O terceiro espírito, o dos Natais Futuros, O espírito não diz nada, mas aponta, e mostra a Scrooge a sua morte solitária, sem amigos.
    Após a visita dos três espíritos, Scrooge amanhece como um outro homem. Passa a amar o espírito de Natal, e a ser generoso com os que precisam, e a ajudar o seu empregado Bob Cratchit, tornando-se um segundo pai para Pequeno Tim. Diz-se que ninguém celebrava o Natal com mais entusiasmo que ele.
    Será que esse Natal teremos um Scrooge alagoano/pernambucano? Vamos esperar…

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