Reforma no governo RF pode ser feita a qualquer hora, se for para “ampliar base”
   11 de março de 2017   │     22:40  │  3

A reforma administrativa promovida pelo governador Renan Filho, após as eleições municipais de 2016, foi menor do que o esperado – ao menos até agora.

As mudanças foram registradas, desde dezembro, em “apenas” cinco secretarias: Seprev , Seades, Seplag e Saúde e mais recentemente a Secretaria do Trabalho.

Parou por aí? Sim e não. Renan Filho já tinha avisado que só mexeria no governo se fosse para ampliar a sua base de apoio – caso das Secretarias do Trabalho e da Assistência Social – ou para ajustes “pontuais”, caso da Saúde.

A regra continua valendo. E não tem prazo de validade. “Não existe prazo para fazer reforma. Posso mudar até o último dia do governo. A reforma é, na sua essência, permanente”, aponta o governador.

Renan Filho deixa, assim, o campo aberto para novas mudanças “qualquer momento”.

Ainda assim, é bom que se diga, não estão previstas mudanças no 1o escalão no curto prazo. Vai ficar do jeito que está até que novas conversas sejam realizadas na política. E aí cabem, pode anotar, o PDT de Ronaldo Lessa, o PSB de JHC, o PR de Maurício Quintella e até o PT de Paulão

Confira o que mudou pós-eleições de 2016

Na Secretaria de Prevenção à Violência, a troca foi feita dentro da cota do deputado federal Givaldo Carimbão – saiu Jardel Aderico e entrou Esvalda Bittencourt.

Na Saúde, a mudança foi dentro da cota pessoal de Renan Filho. Saiu Rosângela Wyszomirska e entrou Christian Teixeira, que era do Planejamento e Gestão. Em seu lugar, outra mudança “técnica”, com a nomeação de Fabrício Santos – que era secretário Especial da Receita.

As “novidades” ficaram por conta da entrada das famílias Pereira e Albuquerque no primeiro escalão do governo.

Fernando Pereira, filiado ao DEM, assumiu a Secretaria de Desenvolvimento e Assistência Social ainda em janeiro.

No mês passado, Arthur Albuquerque, filiado ao PMDB, irmão do deputado federal Nivaldo Albuquerque (PRP) e Filho do deputado estadual Antônio Albuquerque (PTB) assumiu a Secretaria do Trabalho.

O que não mudou

Outra mudança que era aguardada para o final de fevereiro foi parar na gaveta. O deputado federal Cícero Almeida (PMDB) queria se livrar de um processo de infidelidade partidária no TSE antes de assumir a Secretaria dos Esportes. A tentativa não deu certo e ele vai continuar na Câmara Federal.

COMENTÁRIOS
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  1. jose

    ASSISTAM OS VIDEOS NO YOTUBE DA OBRA DE TRANSPOSIÇÃO DO RIO SÃO FRANCISCO, REALMENTE EMOCIONA A TODOS, APESAR DE TER CORRUPÇÃO, PARALISADA POR DIVERSAS VEZES POR INTERVENÇÃO MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL.

    COVARDEMENTE, POLITICOS CORRUPTOS SE ABRAÇANDO NO EVENTO DE INAUGURAÇÃO EM CAMPINA GRANDE, E A POPULAÇÃO IMPEDIDA DE PARTICIPAR COM CERCAS E TAPUMES DEMONSTRA DE FORMA CLARA QUE ESSA CORJA DE COVARDES PRECISA SER PRESOS E TEREM OS BENS CONFISCADOS.

    LADRÕES DE GRAVATAS AGORA NO BRASIL ESTÃO PRESOS E MUITOS SERÃO BEMVINDOS AS CARCERAGENS DOS PRESIDIOS, A JUSTIÇA FEDERAL ESTÁ DE PARABEN S.

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  2. Observador

    Na minha opinião o governador deveria mudar um tal secretario que nao mostrou pra q veio e ainda tem uns auxiliares que são condenado nas operações Guabiru desvio de merenda etc e usando o cargo pra fazer política fora pessoas q nao trabalham e recebem todo mes, M.P fiscalize isso o nome dele é A…. e outra coisa ele é tão pobrezinho to com pena de perder o emprego.

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  3. Mota

    Não tenho duvida alguma que o disputa eleitoral para o governo do estado em 2018 já começou. Renan Filho e Rui Palmeira vão disputar apoio politico até de assessor de presidente de associação de bairro, imaginem de quem tem mandato. O governador tem maior cacife do que o prefeito, além de um maior número de cargos de comissão e terceirizados para negociar, as obras comandadas pelo governo estadual é bem superior ao do município, o que ajuda muito nos acordos políticos para a captação de apoios. Outra vantagem que leva o governador Renan sobre o prefeito Rui é disputa de poder entre seus aliados em algumas secretarias e superintendências do município de Maceió. Alguns órgãos foram entregues a mais de um líder, o que está emperrando as ações desses órgãos e prejudicando o sucesso da administração de Rui Palmeira.

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