Coligação de ‘oposição’ para federal tem densidade eleitoral, diz Vilela
   21 de abril de 2018   │     19:54  │  0

Com nove vagas em jogo, a disputa para deputado federal em Alagoas promete, mais uma vez ser acirrada. Encerrado o prazo das s partidárias, o momento agora é de tentar viabilizar as coligações.

Exceto a Rede de Heloisa Helena , todos os outros candidatos com potencial estão em busca de alianças. Em sua maioria as chapas está sendo formadas dentro do grupo de Renan Filho, que reúne hoje pelo menos 18 partidos. Correndo por forta está o PSB de JHC e o PSC de João Caldas, o PSL de Flávio Moreno, além de partidos “menores” com o PEN.

O grupo de “oposição” a Renan Filho, que se mantém no entorno do PSDB, de Rui Palmeira, avalia que é possível montar uma chapa de federal e estadual ao menos com outros três partidos – PP, DEM e PROS.

Uma eventual chapa com estes partidos teria na disputa os atuais deputados federais Arthur Lira (PP), Pedro Vilela (PSDB), Zé Thomaz Nonô (DEM) e mais um nome do PROS, que pode ser o de Bruno Toledo, além de vários outros candidatos que ajudariam a formar a “cauda”.

Outro nome que pode entrar na disputa é o de Rodrigo Cunha, que continua indeciso quanto a uma candidatura ao governo.

Na avaliação do deputado federal Pedro Vilela, que vai para a reeleição, uma chapa com esses partidos teria viabilidade.

“Vai ficar uma boa coligação, tanto para estadual quanto para federal. O cenário que deve ser bem avaliado, mas esse pode ser um caminho”, aponta.

Vilela avalia que PSDB e PP teria mais densidade na chapa (com um número maior de candidatos), mas os outros partidos também contribuiriam com a apresentação de nomes

“Uma chapa como essa garante unidade e tem candidatos que tem densidade, tem voto”, aponta.

Nada, ainda, foi decidido. “A tendência é a gente fazer alianças. Estamos esperando outros partidos se posicionar, tanto na majoritária quanto na proporciona, para avançar nas coligações”, adianta.

Quanto a participação do PSDB na majoritária, Vilela não acredita que o partido apresenta outro nome ao Senado, depois da desistência de Téo Vilela. O partido deve apresentar um nome ao governo e vai esperar pela resposta de Rodrigo Cunha até a primeira quinzena de maio.