Grupo de Rui Palmeira pode ampliar chapa proporcional, diz deputado
   10 de julho de 2018   │     12:37  │  0

Faltando apenas dez dias para o início do prazo de realização das convenções partidárias (20 de julho a 5 de agosto) os partidos aceleram os entendimentos para a formação de coligações.

A novidade foi o lançamento de um novo bloco, reunindo seis partidos (PSC, PTC, PSB, PSDC, PEN e PPL).

Outros dois grupos já estão formados. O de Renan Filho (MDB), que reúne hoje em torno de 15 partidos, e o de Rui Palmeira (PSDB), que conta quatro partidos (PSDB, DEM, PP e PROS).

Fez as contas? Ainda sobram aí uns sete partidos “soltos” no Estado. Nesta lista estão PSL, Novo e Rede, que devem sair em chapa puro sangue, cada um. Psol e PCB devem formar uma coligação mais à esquerda. Na “sobra”, PSTU e Podemos.

Alguns partidos que estão na base do governo, no entanto, ainda podem buscar coligações “mais confortáveis”.

É com isso que contam alguns dirigentes partidários nas conversas que seguem a “passos largos” nos bastidores da política alagoana.  Tudo certo, porque até as convenções, “pode tudo”.

O deputado estadual Bruno Toledo, presidente do PROS segue com a mesma estratégia já anunciada há algumas semanas: concentrar os esforços na definição da chapa proporcional.

Bruno avalia que o grupo do qual participa vai se manter. E ainda acredita em chances de crescimento. “Quanto a coligação proporcional, acho que permanecerá sim, podendo, inclusive, ampliar”, resume.

A questão da majoritária continua na conta do prefeito Rui Palmeira. Bruno avisa que não tem acompanhado a discussão quanto a possíveis nomes para concorrer ao governo.

Por isso mesmo prefere não avaliar nomes que surgiram nos bastidores, como o de Eduardo Canuto: “fica difícil comentar sobre alguém com base em especulações. Se realmente eu for procurado sobre isso é que poderei comentar”, afirma.