Lideranças de Arapiraca anunciam apoio a Maurício Quintella
   13 de julho de 2018   │     22:06  │  3

Luciano Barbosa (MDB) vai votar em Maurício Quintella (PR) para o Senado. Até aí nenhuma novidade. Mas o vice-governador também vem ajudando o pré-candidato do PR a ampliar o apoio de lideranças de Arapiraca.

O trabalho de articulação tem dado resultados. Além do apoio do deputado estadual Ricardo Nezinho (MDB), Maurício Quintella já tem a adesão de pelo menos 5 vereadores do município, além do apoio do deputado estadual e pré-candidato a deputado federal Severino Pessoa (PRB) e fechou nesta sexta-feira, 13, o apoio do pré-candidato a deputado estadual Breno Albuquerque.

Quintella espera ampliar mais as bases em Arapiraca e na região agreste, especialmente depois que o deputado federal Marx Beltrão (PSD) decidiu disputar a reeleição. Com essa decisão, várias lideranças que apoiavam o ex-ministro do Turismo para o Senado estão agora apoiando Quintella.

O próprio Marx Beltrão tem dado sinais de que poderá apoiar Maurício Quintella. Os dois mantém uma boa relação política e são amigos pessoais.

O apoio de Marx Beltrão é considerado decisivo nos planos de Maurício Quintella e pode reforçar sua campanha principalmente na região sul do Estado.

Lançamento

Neste sábado, 14, Quintella participa ao lado do governador Renan Filho (MDB) e do senador Renan Calheiros (MDB) o lançamento da pré-candidatura de Breno Albuquerque, em Arapiraca. O ato deve reunir ainda várias outras lideranças políticas do estado.

COMENTÁRIOS
3

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  1. Johann Sebastian Bach

    OS MORTOS-VIVOS
    Teve um garoto que morava perto da minha casa. Estávamos os dois em tempos de ginásio, ainda adolescentes. O que mais lembro dele era um bigodinho ralo, que sujava seu rosto. Certo dia, tive a notícia: um médico havia decretado a morte dele, por problemas cardíacos.

    E sua família, que para mim sempre foi estranha, decidiu tirar o menino da escola. Prá que estudar se estava para morrer? Nós, os amigos ficávamos até com uma certa inveja dele porque enquanto íamos à escola, ele bestava na rua.

    Pois ele não morreu. Cresceu analfabeto, e com a família já destruída, foi tomar conta do estacionamento na frente do Cemitério. Eu o encontrei se oferecendo para guardar meu carro, ele já sem dentes, mulambento. Não me reconheceu.

    Tem uma coisa parecida com o Brasil, nessa história. Nós nos abandonamos nas mãos de um jogo político pelo qual não nos interessávamos, então. E mesmo sem morrer, ficamos como que mortos. Coisa meio parecida com a aceitação, quase sem resistência, dos judeus que se deixaram levar pelos nazistas, pacificamente para os campos da morte, na guerra.

    Conosco, ficou sendo como que, por nossa preguiça moral, merecemos o lula e a corrupção do petismo. E os seus
    companheiros oportunistas, como o Fernando Henrique Cardoso. Baixamos a cabeça ao destino que não escolhemos – mas que, no fundo, sentimos merecer. Nossa auto-imagem, assim, chegou no chão.

    E nos reduzimos, hoje, à queixas e lamentos, parecendo admitir mansamente o inexorável. Os judeus, muitos, resistiram bravamente ao sofrimento e morte. Mas a maioria se negou a morrer com honra, de armas na mão. Quem diz isso é a Hanna Arendt, judia, a mulher mais interessante que apareceu no mundo, nestes últimos cinquenta anos.

    E nós, quando vamos reagir? Não é minha idéia ir morrer numa fila, resignadamente, a caminho das câmaras de gás.
    Os canalhas que tomaram conta deste país tentando nos impor um destino como o da Venezuela, hoje um país miserabilizado, vendido, narco-comunista-traficante, não me verão rendido e impotente, enquanto estiver vivo.

    O Exército, na Alemanha nazista, se tornou nazista. Na Venezuela, chavista-madurista. Na Guatemala. Na Turquia.
    E talvez na Europa, massacrada por uma política de imigração que vai desnaturar o continente. Nazi-Merkel. Aqui, ainda não sabemos se as Forças Armadas estão do nosso lado – ou não. Mas convém não arriscar.
    A responsabilidade é nossa, se não desejamos virar servos de uma ideologia que nos quer prostrados, indefesos, acovardados.

    🇧🇷👽🇧🇷🔮🇧🇷💊

  2. Johann Sebastian Bach

    OS MORTOS-VIVOS

    Teve um garoto que morava perto da minha casa. Estávamos os dois em tempos de ginásio, ainda adolescentes. O que mais lembro dele era um bigodinho ralo, que sujava seu rosto. Certo dia, tive a notícia: um médico havia decretado a morte dele, por problemas cardíacos.

    E sua família, que para mim sempre foi estranha, decidiu tirar o menino da escola. Prá que estudar se estava para morrer? Nós, os amigos ficávamos até com uma certa inveja dele porque enquanto íamos à escola, ele bestava na rua.

    Pois ele não morreu. Cresceu analfabeto, e com a família já destruída, foi tomar conta do estacionamento na frente do Cemitério da Consolação. Eu o encontrei se oferecendo para guardar meu carro, ele já sem dentes, mulambento. Não me reconheceu.

    Tem uma coisa parecida com o Basil, nessa história. Nós nos abandonamos nas mãos de um jogo político pelo qual não nos interessávamos, então. E mesmo sem morrer, ficamos como que mortos. Coisa meio parecida com a aceitação, quase sem resistência, dos judeus que se deixaram levar pelos nazistas, pacificamente para os campos da morte, na guerra.

    Conosco, ficou sendo como que, por nossa preguiça moral, merecemos o lula e a corrupção do petismo. E os seus
    companheiros oportunistas, como o Fernando Henrique Cardoso. Baixamos a cabeça ao destino que não escolhemos – mas que, no fundo, sentimos merecer. Nossa auto-imagem, assim, chegou no chão.

    E nos reduzimos, hoje, à queixas e lamentos, parecendo admitir mansamente o inexorável. Os judeus, muitos, resistiram bravamente ao sofrimento e morte. Mas a maioria se negou a morrer com honra, de armas na mão. Quem diz isso é a Hanna Arendt, judia, a mulher mais interessante que apareceu no mundo, nestes últimos cinquenta anos.

    E nós, quando vamos reagir? Não é minha idéia ir morrer numa fila, resignadamente, a caminho das câmaras de gás.
    Os canalhas que tomaram conta deste país tentando nos impor um destino como o da Venezuela, hoje um país miserabilizado, vendido, narco-comunista-traficante, não me verão rendido e impotente, enquanto estiver vivo.

    O Exército, na Alemanha nazista, se tornou nazista. Na Venezuela, chavista-madurista. Na Guatemala. Na Turquia.
    E talvez na Europa, massacrada por uma política de imigração que vai desnaturar o continente. Nazi-Merkel. Aqui, ainda não sabemos se as Forças Armadas estão do nosso lado – ou não. Mas convém não arriscar.
    A responsabilidade é nossa, se não desejamos virar servos de uma ideologia que nos quer prostrados, indefesos, acovardados.

    🇧🇷👽🇧🇷🔮🇧🇷💊

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