Surge o quinto nome na disputa para o governo de Alagoas
   12 de agosto de 2018   │     19:56  │  0

Essa semana apresentei aqui os cálculos do tempo de rádio e TV para os candidatos majoritários no guia eleitoral. Eles terão que ser refeitos. Com a entrada de um novo candidato ao governo na disputa, o cálculo vai mudar. Mas apenas nos 10% destinados a divisão igualitária entre os candidatos a governador e a senador.

Surpreendendo os meios políticos e a imprensa, o Partido da Causa Operária (PCO) lançou uma chapa quase completa para disputar, isoladamente, as eleições em Alagoas este ano.

Melquezedeque Farias Rosa foi apresentado como candidato a governador de Alagoas. O agrônomo Élcio Lins de Oliveira será o candidato a vice. Eles vão disputar a eleição com o número 29,

Agora são cinco nomes na disputa pelo vaga de governador – Basile Christipoulos (PSOL), Fernando Collor (PTC), Josan Leite (PSL), Melquezedeque (PCO) e Renan Filho (MDB) – e nove nomes na disputa pelo Senado.

A decisão foi tomada na convenção do partido, realizada no dia 4 de agosto, só conhecida do público após o registro da ata no TRE.

O partido também inovou e lançou Flávia Pires de Melo para a disputa a uma vaga no Senado Federal. Ela é a única mulher na disputa pela vaga. Nas outras coligações, fora registradas mulheres na disputa da suplência de senador.

O PCO apresentou apenas uma candidata a deputada federal, Lícia Maria Costa da Cruz, mas não apresentou nenhum nome na disputa para a Assembleia Legislativa de Alagoas.

A entrada dos candidatos do PCO não deve provocar nenhuma alteração significativa na disputa em Alagoas. A principal mudança deve ser mesmo no cálculo do tempo de rádio e TV. Mas nada muito impactante. Melquezedeque e Flávia vão ‘tirar’ cerca de dois segundos, cada um, dos demais candidatos ao governo e ao Senado em Alagoas.

Sem direito a participar de debates, por falta de representação partidária, os candidatos do PCO no entanto ganharão espaços nas entrevistas e citações dos veículos de comunicação, especialmente rádio e TV, que precisam dar um tratamento igual aos candidatos por força da legislação eleitoral.