“Se for candidato eu ganho”, diz Renan em entrevista a Roberto D’Ávila
   7 de dezembro de 2018   │     23:09  │  1

O interesse em torno da Renan Calheiros na mídia nacional é crescente. Nesta sexta-feira, 7, ele foi o entrevistado do programa Roberto D’Ávila, da Globonews.

Foi uma conversa aberta. O senador do MDB de Alagoas falou sobre as acusações que enfrenta e uma eventual disputa para a presidência do Senado.

“Vou decidir se sou candidato na última hora. Mas seu eu for, ganho. E se for contra o Tasso, ganho mais fácil ainda. Inclusive dentro do PSDB”.

Na entrevista, Renan também falou sobre denúncia que considera “requentada” a partir do vazamento de e-mails da Odebrecht sobre doações oficiais para a campanha do então candidato ao governo de Alagoas, Renan Filho, na eleição de 2014.

Durante entrevista ao programa de Roberto D’Ávila, da GloboNews, o senador assegurou que nunca trocou e-mail ou se reuniu com representantes de empresas em troca de benefícios.

“Não tem um fato que me cite, não tem um e-mail meu para ninguém, não tenho conta no exterior. Então, eu não tenho receio de nada e jamais eles vão ter uma prova concreta conta mim. Simplesmente, Roberto, porque eu nunca fiz esse tipo de mal feito”, explicou Renan .

A banda continua tocando”

Pela sua conta no Twitter, Renan falou sobre o vazamento de e-mails pela PGR. “Agora em São Paulo (no Sírio Libanês a 3 dias de concluir o tratamento contra pneumonia). Veja como a banda continua tocando: esses e-mails da Odebrecht já saíram em vários momentos. Todos os delatores e diretores ouvidos negaram. O delator Claudio Melo (que teve de fazer o 4 º depoimento para citar meu nome por encomenda do MPF, também negou). A própria Folha de São Paulo já publicou a negativa duas vezes. A primeira em 31/07/2017”, afirmou.

“Pode o MPF continuar vazando o mesmo fato sobejamente desmentido? Que o Gurgel e seu grupo faziam isso, eu já sabia. Que o Janot e sua turma faziam isso, eu já tinha visto.
Mas, Raquel Dodge não pode permitir que o MPF, esses monstros, sob sua direção, façam o mesmo”, apontou.

“Ora, de novo, no 4 º depoimento, Claudio Melo (que precisava citar Renan Calheiros) teve que dizer que toda vez que falava com Romero Jucá sentia “a presença intrínseca se Renan”. É assim…Como diz Zélia Duncan, “espero a chuva cair nas minhas costas largas que afagas enquanto durmo”.

COMENTÁRIOS
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  1. Julius Robert Hoppenheimer

    A primeira coisa que a esquerda brasileira fez ao assumir o poder — e até antes — foi negar toda legitimidade a qualquer oposição de direita, rotulando-a de extremista e dando à própria existência dela ares de crime hediondo.
    Se a direita não retribuir em idêntica moeda, estará travando guerra assimétrica contra si mesma.
    A diferença é que os crimes da esquerda não são nem de sessenta anos atrás nem de um futuro hipotético. São atuais e presentes.

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