Gaspar acredita que é o “Plano A” de todos e marca data para largar a ‘beca’
   3 de janeiro de 2020   │     19:43  │  1

O Procurador-Geral de Justiça de Alagoas já teria marcado a data para deixar a carreira no Ministério Público Estadual.

“Será pelo menos um mês antes do prazo determinado pela Justiça Eleitoral”, avisa um interlocutor muito próximo de Alfredo Gaspar de Mendonça.

Em outras palavras, Gaspar só deve usar a beca de promotor até 5 de março deste ano.

“Ele está decidido a sair. A família já foi comunicada da decisão”, aponta o interlocutor.

A dúvida, no entanto persiste entre muitos políticos alagoanos.

“Ele já disse antes que ia sair e não saiu. Acho que fará o mesmo”, diz um importante líder partidário de Maceió.

O que poderia fazer o PGJ desistir do “sonho” segundo este dirigente partidário, seria um “erro de leitura” ou avaliação.

“O Alfredo Gaspar tem conversado com todo mundo, pedindo apoio. Hoje ninguém tem coragem de dizer não, por conta da caneta que ele tem na mão. Mas quando ele souber que ao deixar o MP, a conversa será outra, que não terá os apoios imaginados ou prometidos, acredito que poderá mudar a sua decisão”, pondera.

Em outras palavras, Gaspar imagina que seria o “Plano A” das principais forças políticas de Alagoas, com capacidade de “limpar o terreno” e ser o candidato dos grupos de Renan Filho, Rui Palmeira e da Assembleia Legislativa. “Não há a menor chance. Na hora que ele deixar o MP, ficará no mesmo nível dos outros políticos e terá que correr atrás. Nenhum candidato vai abrir mão da disputa para apoiá-lo”, avisa o líder partidário.

Interlocutores confirmam que Gaspar tem conversado com várias forças políticas e que acredita que será o “Plano A” de diferentes grupos. Se é ou não ele terá que pagar um alto preço para descobrir. Mas essa é outra história.

COMENTÁRIOS
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  1. Tony

    Deixar o Ministério Público para ser prefeito de uma cidade falida como Maceió, é sair do céu direto para o inferno, sem passar no purgatório. Rui Palmeira deixará a Prefeitura de Maceió com uma divida impagável e seu sucessor viverá num inferno politico-administrativo como ninguém já passou como prefeito de Maceió. Quem viver verá.

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