Empresários de AL participam de encontro com Bolsonaro
   8 de dezembro de 2021   │     12:49  │  0

Um grupo de empresários de Alagoas participou, nessa terça-feira (07/12) de um encontro com o presidente Jair Bolsonaro. O evento, realizado em Brasília, foi organizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e teve objetivo de apresentar documento ao governo com 44 propostas para a retomada da indústria e do emprego em 2022.

Alguns líderes do setor produtivo de Alagoas participaram do evento, que aconteceu no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB). Na comitiva, liderada pelo presidente da Federação das Indústrias de Alagoas, José Carlos Lyra, estavam o presidente do Sindaçúcar-AL, Pedro Robério Nogueira, o presidente do Sileal, Arthur Vasconcelos, além de empresários a exemplo de Kennedy Calheiros e Carlos Paiva.

De acordo com a CNI, os projetos apresentados ao presidente são das áreas de tributação, eficiência do estado, financiamento, infraestrutura, meio ambiente, inovação, educação, comércio exterior, relações de trabalho e micro e pequenas empresas.

O presidente do Sindaçúcar-AL, avalia que o encontro foi positivo e deve fortalecer a retomada da economia no país a partir do próximo ano. A expectativa é que tanto o presidente Jair Bolsonaro, quanto o ministro da Economia, Paulo Guedes, implementem as sugestões apresentadas pelo presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, representando o setor produtivo

Versão oficial

Veja texto da CNI

Bolsonaro recebe propostas da CNI para a retomada da indústria e do emprego em 2022

O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, entregou um documento com 44 propostas para a retomada da indústria e do emprego em 2022 ao presidente Jair Bolsonaro. Eles se encontraram, nesta terça-feira (7), no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), durante evento organizado pela CNI com empresários. Os projetos são das áreas de tributação, eficiência do estado, financiamento, infraestrutura, meio ambiente, inovação, educação, comércio exterior, relações de trabalho e micro e pequenas empresas.

Robson Braga de Andrade explica que, nos últimos 10 anos, a indústria de transformação brasileira encolheu, em média, 1,6% ao ano. Perdeu espaço no PIB brasileiro e na produção mundial, nas exportações brasileiras e nas exportações mundiais de manufaturados. E, ao longo de 2021, a produção da indústria tem sofrido quedas constantes e, nesse último trimestre, há sinais de perda de ritmo da atividade econômica.

“As disfunções enfrentadas diariamente pelas empresas afetam com mais intensidade os fabricantes de bens de capital e de produtos de consumo duráveis, que são segmentos dinâmicos, de maior complexidade tecnológica e com impacto significativo sobre a produtividade e no emprego. Em dez anos, a participação desses ramos no valor adicionado da indústria de transformação recuou de 24% para 19%”, explica o presidente da CNI.

Leia aqui na íntegra: Bolsonaro recebe propostas da CNI para a retomada da indústria e do emprego em 2022

Empresários de Alagoas participam de encontro com Bolsonaro