Ainda há espaço para a ética na política de Alagoas, acredita ex-deputado
   19 de maio de 2022   │     20:44  │  0

O voto de opinião, ou seja, voto livre, consciente ainda existem em Alagoas – em que pese os valores milionários que alguns candidatos devem gastar para “conquistar” o eleitor, segundo as informações de bastidores.

E há quem ainda acredite que é possível disputar e vencer uma eleição focando no eleitorado mais consciente.

O engenheiro Judson Cabral, que já exerceu de ex-deputado estadual pelo PT, está de volta ao partido e vai disputar vaga para a Assembleia Legislativa nas eleições deste ano buscando, como sempre fez, o voto de opinião.

Ele está otimista com a conjuntura e aposta no diálogo com antigas e novas lideranças do PT e dos movimentos sociais para ter uma boa votação.

“Retornei às origens partidária após bons diálogos. Aceitei mais uma vez, participar do momento eleitoral e sair em busca dos espaços que sempre cabe, a participação política, alicerçada em princípios éticos, justiça social, e desenvolvimento do meu querido estado de Alagoas e do país”, aponta.

Cabral avalia, no entanto, que a eleição será dura: “sei que não é uma campanha/caminhada fácil, mas sempre aceitei os desafios, que buscam dignidade e melhores dias, para nossa população, onde a maioria vive numa triste exclusão. Estou retomando o contato com antigas e novas lideranças do PT e dos movimentos sociais”, adianta.

Segundo ele, a busca será mais uma vez pleo “voto de opinião, que Judson Cabral, como profissional (engenheiro), como cristão e pai de família sempre conquistou e foi reconhecido nos mandatos anteriores (sem nenhum envolvimento com improbidade ou corrupção)”.

O pré-candidato avisa que “sairemos, na busca pela reconquista e ampliação”.

Democracia
No cenário nacional, Judson avalia que o PTvive um acirrado momento de disputa eleitoral para a recondução de Lula na presidência, “mas o momento requer além da vitória do Lula, o fortalecimento da nossa democracia, bastante ameaçada pelo genocida e muitos, que não querem discutir política, mas semear ódio e discriminação”.