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Parque da Pecuária está pronto para receber a Expoagro 2020
   16 de outubro de 2020   │     20:00  │  0

Está tudo pronto, literalmente, para o começo da Expoagro 2020. O evento, que é considerado o maior do Nordeste em volume de negócios, será o único do tipo a ser realizado na região durante a pandemia.

A exposição começa no próximo dia 23 e vai até o dia 1o de novembro, adaptada ao “novo normal”, com respeito aos protocolos sanitários estabelecidos pela Secretaria de Agricultura e Adeal.

“Faremos o evento com toda a segurança para o público e os expositores”, adianta Domício Silva, presidente da Associação dos Criadores de Alagoas. A ACA realiza a exposição em parceria com a Organização Arnon de Mello,

Nos últimos dias o Parque da Pecuária passou por serviços de manutenção, pintura e pequenas reformas e nesta sexta-feira cumpriu a última exigência para receber os animais que participarão do evento: a desinfeção.

Veja mais detalhes no texto produzido pela assessoria:

Parque da Pecuária é desinfectado para receber a Expoagro 2020

O Parque da Pecuária, em Maceió, se prepara para receber a maior exposição agropecuária de Alagoas e a única que será realizada no Nordeste, após o início da pandemia da Covid – 19, a Expoagro 2020.

Nesta sexta-feira, 16, a equipe técnica da Agencia de Defesa e Inspeção Agropecuária de Alagoas (Adeal) supervisionou e orientou o processo de desinfecção das instalações do parque, que abrigará no período de 24 de outubro até 1º de novembro centenas de animais, entre bovinos, equinos e ovinos.

Após a desinfecção, que é uma medida de biosseguridade realizada com o propósito de prevenir e eliminar agentes patógenos, como fungos, bactérias e vírus, que possam existir nas instalações onde os animais ficarão alojados durante os nove dias de exposição, teve início o processo de vazio sanitário. Neste período, nenhum animal poderá entrar no local pelas próximas 72 horas. Na oportunidade, foram pulverizadas paredes, pisos de currais, cochos e pavilhões.

A Expaogro, que este ano completa 70 anos de criação, seguirá todas as regras determinadas pelo protocolo sanitário de prevenção a covid – 19 previstas na portaria 549 da Adeal de 28/08/20, bem como a portaria 915 de 12/09/19, que versa acerca do controle sanitário dos animais

A exposição terá uma programação técnica variada, a exemplo de leilões virtuais, shopping de cavalos, exposição e julgamento de animas, bovinos, equinos e ovinos, sendo a verdadeira festa do campo na cidade.

Atenciosamente,

Safra de cana-de-açúcar deve crescer 6,4% em AL
   15 de outubro de 2020   │     18:47  │  0

Em plena moagem, as usinas de Alagoas devem processar cerca de 18,05 milhões de toneladas até o final da safra de cana-de-açúcar 20/21. O volume de produção, que ainda depende das chuvas de verão, se confirmado representará crescimento de 6,4% na comparação com o ciclo anterior , quando foram esmagadas 16,97 milhões de toneladas de cana.

Mesmo com crescimento em relação a 18/19, a  safra anterior teve produção menor que o esperado em função da escassez de chuvas entre setembro de 2019 e janeiro de 2020. Este ano as chuvas tem ficado até o momento dentro das médias históricas, o que aponta para a estimativa de crescimento na produção agrícola.

“Não podemos assegurar nenhuma situação, quando se trata de clima. Mas, podemos torcer e deslumbrar mais uma safra maior neste ciclo de quatro anos que perseguimos uma recuperação agrícola da cana-de-açúcar no Estado de Alagoas”, afirmou Pedro Robério Nogueira, presidente do Sindaçúcar-AL.

De acordo com Nogueira a safra, mantidas as previsões iniciais, deve ficar  “ao redor de 18 milhões de toneladas de cana. O que se afigurará como uma sustentação de um crescimento lento, mas vigoroso diante do que sofremos nos últimos três anos”, aponta.

Segundo o presidente do Sindaçúcar-AL, diante deste cenário, empresários do setor sucroenergético alagoano e fornecedores de cana do Estados estão otimistas. “Há esperança de que vamos conquistar uma safra maior e, com isso, faremos a solidez percorrida para o setor e para o Estado de Alagoas”, finalizou.

A safra 20/21, que teve início na segunda quinzena de agosto, conta com 15 unidades produtoras em pleno funcionamento, gerando mais de 80 mil empregos diretos na indústria e no campo. A expectativa é que a moagem seja realizada até março ou abril de 2021.

Pedro Robério, presidente do Sindaçúcar-AL, aposta em crescimento na safra de cana 20/21 em Alagoas

Santo Antônio aposta em aumento da produtividade

Com quase um mês e meio de moagem, a usina Santo Antônio, é uma das 15 usinas que estão em moagem em Alagoas. Localizada no município de São Luiz do Quitunde, a indústria tem até o momento produtividade média de 66 toneladas de cana por hectare, mas trabalha com a expectativa de ampliação deste número.

“Tivemos de setembro de 2019 a janeiro deste ano, uma baixa precipitação pluviométrica, que    influenciou muito na cana do início dessa safra. Foram apenas 118 milímetros (mm) de chuva neste período, o terceiro pior ano da história de 45 anos que medimos a precipitação pluviométrica. Este cenário, prejudicou bastante o canavial que a gente vem colhendo agora no início e a produtividade não está sendo tão boa”, diz Maranhão.

Apesar das dificuldades, Maranhão informou que nas áreas de cana de meio e final de safra têm apresentado resultados mais positivos. “Também vamos começar a entrar em áreas de várzea que têm uma produtividade mais alta e a gente tem a expectativa, contando com um verão normal ou talvez até chuvoso, fechar a safra com uma produtividade 70 toneladas por hectare”, estima.

O superintendente agrícola afirmou ainda que as chuvas que vêm caindo com maior regularidade vêm contribuindo para um cenário mais positivo para o canavial este ano.

“Ela vem ajudando bastante. Essa chuva do verão, principalmente para quem não tem irrigação, é muito importante. Mas, elas vêm diminuindo com o passar dos anos. Com isso, já começamos a investir em irrigação para oferecer melhores condições para que a cana possa se desenvolver sem depender dessa chuva”, destacou Maranhão.

A Santo Antônio, em conjunto com a unidade Usina Camaragibe, que pertence ao mesmo grupo, deve processar, neste ciclo 20/21, 2,75 milhões de toneladas de cana, o mesmo volume de cana da safra passada..

 

Decreto do governo autoriza realização da Expoagro em Maceió
   10 de outubro de 2020   │     20:38  │  1

O governo publicou, em edição extra do Diário Oficial do Estado de Alagoas nessa sexta-feira (9), decreto Nº 71.606, de 8 de outubro de 2020, com novas regras do Plano de Distanciamento Social Controlado.

“Art. 3º Autoriza, na fase azul e em todo o estado de Alagoas, o funcionamento de exposições agropecuárias, conforme Portaria da Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária, Pesca e Aquicultura– SEAGRI”, diz trecho do documento.

O decreto, feito por solicitação da Associação dos Criadores de Alagoas inclui a autorização para a realização de eventos agropecuários no Estado, durante a fase azul.

“Quero agradece ao o secretário do Gabinete Civil, Fábio Farias e ao governador Renan Filho. O governo editou um decreto especialmente para regulamentar a realização das exposições agropecuárias, trazendo a segurança para a realização da Expoagro”, aponta presidente da ACA, Domício Silva.

A Exposição já estava confirmada, mas ainda faltava o decreto, para que a exposição seja realizada com respeito aos protocolos sanitários.

“Com a definição de um protocolo específico faremos a Expoagro com muito mais segurança para expositores e o público”, aponta.

A Expoagro 2020 será realizada do Parque da Pecuária, em Maceió, de 24 de outubro a 1o de novembro.

Toda a programação de edições anteriores será mantida, com adaptações para os “tempos de pandemia”. Neste ano, por exemplo, não serão realizados shows ou leilões presenciais. “Teremos uma programação diversificada, mas ajustada ao novo normal”, afirma Domício.

A Expoagro é realizada pela ACA e Organização Arnon de Mello, com apoio do Estado, Sebrae, Faeal e diversas outras instituições.

veja aqui o decreto na íntegra

O secretário do Gabinete Civil, Fábio Farias, e o presidente da ACA, Domício Silva, conversam sobre o decreto que regulamenta realização da Expoagro

Com presença de ministro, programa do leite é retomado apenas em 15 cidades de AL
   18 de setembro de 2020   │     17:49  │  0

O programa do leite não morreu em Alagoas, mas ainda está longe de ser o que foi um dia. No governo de Téo Vilela eram 80 mil litros diariamente. Depois de sucessivas crise no governo de Renan Filho, caiu para 50 mil litros dias desde 2018. No começo desde ano, a situação se agravou. A distribuição foi sendo reduzida aos poucos até chegar a zero.

A pausa foi apontada como necessária para “rearrumar a casa”. Nesse meio tempo a Secretaria de Agricultura do Estado, que toca a ação em convênio com o Ministério da Cidadania, fez o lançamento de novo sistema de gerenciamento do programa do leite .

Mais importante do que o sistema, avalia o secretário de Agricultura, João Lessa Neto, será garantir a regularidade dos pagamentos aos produtores. Esse, aliás foi o problema que provocou a “parada técnica”.

O atraso nos pagamentos aos agricultores, equivalente a quase cinco meses, soma cerca de R$ 10 milhões, que terão de ser pagos pelo Estado. O novo convênio com o Ministério da Cidadania contempla  recursos para o futuro (serão R$ 25 milhões, sendo R$ 19,5 mi da União e R$ 5,5 mi do Estado), mas não o passado. O que ficou para trás será pago com recursos do Fecoep (os pagamentos já começaram, segundo Lessa Neto).

“O mais importante é que a partir de agora, garantimos a regularidade. O leite entregue em setembro, será pago no começo de outubro”, assegura o titular da Seagri.

O convênio com o Ministério da Cidadania garante a distribuição do leite até março. A bancada federal e o governo do Estado tem até lá para conseguir um aditivo que evite uma nova interrupção.

Em meio ao lançamento do novo sistema e a liberação dos pagamentos, a retomada do programa tem sido lenta – nada diferente do previsto. A primeira entrega, desde junho, ocorreu na semana passada (dia 9), em Coruripe. Até ontem, segundo a Seagri, o leite estava sendo distribuído em 15 cidades.

Segundo a Seagri, a distribuição do leite já foi realizada nos municípios de Coruripe, Jequiá da Praia, Feliz Deserto, Igreja Nova, Junqueiro, Penedo, Piaçabuçu, São Sebastião, Teotônio Vilela, Canapi, Inhapi, Olho D’água do Casado, Piranhas, Capela e Cajueiro.

A expectativa de Lessa aumentar a distribuição, dia após dia, até chegar ao que foi um dia – nos 102 municípios. E quem sabe, não volte aos bons tempos de 80 mil litros. Mas essa é outra história.

E o ministro?

Onix Lorenzoni veio a Alagoas, nessa quinta-feira (17) para lançar vários programas, inclusive para assegurar os repasses dos programa do leite. Um programa que foi apresentando como referência de inclusão social e produtiva. E de fato é.

A vinda do ministro da Cidadania a AL, o primeiro a vir ao Estado para liberar recursos para o programa, renova a esperança dos produtores. É uma garantia de que o programa vai sim continuar, com Jair Bolsonaro e Renan Filho (mesmo em lados diferentes), atuando como estadistas.

Presidentes de cooperativas que atuam no programa do leite, a exemplo da Pindorama (Klécio Santos), Coopaz (Thiago Silva) e CPLA (aldemar Monteiro) foram ao evento. E saíram de lá, depois das fotos com Lorenzoni, animados.

Se o “ânimo” contagiar os agricultores familiares, responsáveis pela produção do leite, a entrega deve ser regularizada rapidamente nos outros 87 municípios.

Versão oficial

(veja texto da assessoria da CPLA)

Presidente da CPLA reforça ação de Lorenzoni na valorização da agricultura familiar

“Valorizando quem produz e cuidando das pessoas”, foi com essa frase que o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, definiu a solenidade, realizada nesta quinta-feira, 17, para a assinatura do termo de autorização para a liberação de recursos do Governo Federal para programas assistenciais em Alagoas.

Ao lado de dirigentes das associações de produtores rurais, o presidente da Cooperativa de Produção Leiteira de Alagoas (CPLA), Aldemar Monteiro, participou, do evento que destina recursos para o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA Alimentos), contemplando o Programa do Leite.

Dos R$ 44,6 milhões destinados ao PAA em Alagoas, R$ 24,6 milhões garantirão a execução do Programa do Leite até março de 2021, beneficiando 80 mil famílias em vulnerabilidade social e carência nutricional, além de 2.500 produtores de leite que fazem parte do programa no Estado. Deste montante, o Governo do Estado entra com uma contrapartida de R$ 5,2 milhões.

“Aqui em Alagoas, o ministro Lorenzoni mostrou que, realmente, o Programa do Leite, assim como todos os PAA, são importantes para a agricultura familiar. Isso nos deixa mais confiante. Ele trouxe a boa notícia de conseguiu recursos para Alagoas e para o PAA Leite. Como cooperativa ficamos felizes por ser um mecanismo muito fácil para favorecer o agricultor familiar, fazendo com eles estejam envolvidos neste processo da comercialização do leite. Espero que até o próximo ano não ocorra nenhum problema e que possamos ter a continuidade do programa que é tão importante aqui no nosso Estado”, afirmou o presidente da CPLA.

Monteiro lembrou ainda o anúncio feito pelo ministro do Governo Bolsonaro no que diz respeito ao aumento do valor pago pelo litro do leite no programa em Alagoas. “Já que as commodities, principalmente milho e soja, tem tido aumento assim como o custo de produção, ele nos deu a notícia de que o preço do leite será reajustado. Isso é uma informação boa”, reforçou.

Em Alagoas, a sugestão dada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) é que o preço do leite seja reajustado para R$ 1,70. Atualmente, o litro é comercializado a R$ 1,28. “O programa do leite utiliza o preço mínimo que é praticado no Estado. O reajuste já é um ganho para o produtor”, reforçou Monteiro, lembrando que a CPLA esteve reunida com os pequenos produtores e empresários para que a retomada no fornecimento de leite ocorra de forma gradativa. “Tanto os produtores, quanto os laticínios precisam de um tempo para essa retomada. Mas, este mês, já voltamos com a entrega do leite em alguns municípios do Estado”, finalizou.

Após ação de Collor, ministro assina contrato do Programa do Leite em AL
   26 de agosto de 2020   │     19:30  │  0

A forte atuação do senador Fernando Collor (PROS) em Brasília trouxe mais um grande resultado positivo para Alagoas. Desta vez, após Collor mobilizar o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, o contrato que possibilita a manutenção do Programa do Leite em Alagoas foi assinado, depois de meses à espera de um desfecho. O contrato assinado foi publicado na edição do Diário Oficial da União desta quarta-feira (26).

A ação de Collor pela continuidade do Programa do Leite é um compromisso histórico, a exemplo da ação que executou no início da pandemia da Covid-19, garantindo quase R$ 20 milhões para a manutenção e ampliação do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) – Modalidade Leite. À oportunidade, Collor acionou a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, e o ministro da Cidadania, solicitando a manutenção e ampliação do programa no estado.

“O Programa do Leite em Alagoas é da maior importância possível e, diante disso, temos que nos preocupar de corpo e alma para que essa iniciativa não pereça ou desapareça. É um programa fundamental para garantia de cerca de 40 mil produtores da bacia leiteira e do sertão alagoano, além da alimentação de milhares de pessoas, sobretudo durante a pandemia da Covid-19. Agradeço ao ministro Onyx pela presteza em mais um pleito atendido. Prego batido, ponta virada”, destacou o senador Fernando Collor.

O esforço e a luta de Collor em prol do Programa do Leite são reconhecidos e ressaltados pelo presidente da Cooperativa da Produção Leiteira de Alagoas (CPLA), Aldemar Monteiro. Segundo ele, Collor é um grande parceiro dos produtores, inclusive buscando também recursos para a reabertura da fábrica da Camila no Sertão alagoano. “Obrigado, senador Collor, em nome dos produtores de Alagoas agradecemos essa ação. Vamos em frente. Esse programa é fundamental para nosso estado. Seu empenho em Brasília foi fundamental para essa conquista”, expôs Aldemar Monteiro.

(Texto do jornalista Jonathas Maresia)