Category Archives: Economia

Com R$ 322 milhões, ICMS volta a fechar com desempenho “tímido”
   5 de junho de 2019   │     16:39  │  0

A tendência se confirmou, mais uma vez, em maio. Mês após mês, o desempenho do ICMS de Alagoas tem sinalizado para um crescimento tímido, se comparado com anos anteriores.

No mês passado, a receita com o principal tributo estadual chegou a R$ 322,9 milhões com crescimento de 2,52% pelos números que consegui apurar (ainda não consolidados).

O secretário da Fazenda, George Santoro, passou por APP uma prévia um pouco diferente: R$ 323,69 milhões com crescimento de 2,63%. Nada que mude a “tendência”.

Mais uma vez o desempenho ficou abaixo da inflação. Vale lembrar. Em janeiro deste ano foram arrecadados R$ 386 milhões, em crescimento de 3,73%, abaixo da inflação acumulada do ano passado (3,75%).

Em fevereiro, a receita de R$ 343,9 milhões registrou de 1,03% (queda real se comparado com a inflação).

Em março a Secretaria da Fazenda conseguiu o melhor desempenho do ano. Foram arrecadados 332,9 milhões, com variação de 9,73% na comparação com o mesmo mês de 2018.

Em abril, a arrecadação de ICMS chegou a R$ 322,8 milhões, em crescimento nominal de 3,32% em relação ao mesmo mês de 2018 (R$ 312,5 milhões).

O desempenho no mês passado, pela quarta vez no ano, ficou abaixo da inflação. O IPCA acumulado em 12 meses (tendo abril como referência), é de 4,94%.

No acumulado do ano, a receita de ICMS chega a R$ 1,709 bilhão, em alta de 3,97% na comparação com os cinco meses de 2018 quando foram arrecadados R$ 1,644 bilhão.

Avaliação do mês

O secretário da Fazenda, George Santoro, fez mais uma vez a avaliação do desempenho do ICMS. No geral praticamente todos os setores da economia alagoana responderam bem em maio, assim como nos outros meses. Mais uma vez a exceção ficou com dois segmentos que tem grande peso no bolo tributário do Estado – combustíveis e energia.

“Esse mês (maio) foi mais ou menos parecido com o anterior. O setor de combustível com queda de mais de 10% e a energia elétrica teve crescimento igual ao ano passado. Os dois tem peso grande na arrecadação do Estado”, aponta George Santoro.

Os demais setores, avalia o secretário, ficaram todos na média e tiveram crescimento acima da inflação: “foi um desempenho bastante satisfatório. A gente etá com um problema localizado ainda estes dois meses em combustíveis e energia (que a gente empatou). Nos demais, o crescimento foi acima da inflação”, analisa.

Para Santoro, se considerada temperatura da economia no país, o desempenho “está muito bom”, mas “isso reflete um pouquinho o cenário nacional. A maioria dos Estados está tendo arrecadação negativa nos últimos meses. Então a desaceleração da economia está aparecendo um pouco”, pondera.

Nem só de ICMS vive AL

Antes que alguns reclamem de que os números do ICMS podem representar uma “desculpa” para conter gastos, adianto que o desempenho de Alagoas foi bem melhor em outras fontes de receita. Depois publico aqui os números.

Os números do mês de maio de 2019 são provisórios e podem sofrer alterações

Santoro nega especulação sobre saída da Sefaz: “Estou feliz em Alagoas”
   4 de junho de 2019   │     15:58  │  0

Nessa segunda-feira, 3, conversei com George Santoro sobre os números da arrecadação (tema recorrente por aqui a cada início de mês).

Aproveitei para perguntar ao secretário da Fazenda, por aplicativo se existem planos para uma eventual saída da Pasta no curto prazo.

“Existe possibilidade de você deixar a Sefaz?”, questionei. A resposta, veio de forma emblemática: “estou feliz em Alagoas”, resumiu Santoro

É fato que ele já foi sondado para participar da equipe do ministro Paulo Guedes, na Economia, e convidado para integrar a diretoria do BNDES, hoje presidido pro Joaquim Levy. Santoro já foi secretário adjunto de Levy quando ele assumiu a Secretaria da Fazenda do Rio de Janeiro.

Apesar da “negativa” de Santoro, as informações de que ele pode deixar a Sefaz-AL surgem cada vez mais forte e de várias fontes.

Responsável pelo ajuste fiscal em Alagoas – considerado um dos melhores entre todos os estados brasileiros – Santoro se tornou referência no setor público.

Uma eventual saída dele poderia abalar a gestão de Renan Filho? A conferir.

George Santoro diz que “está feliz em Alagoas”

Reajuste do servidor: governo de AL reduz despesa com pessoal e abre margem para correção
   2 de junho de 2019   │     23:38  │  0

Apesar das incertezas na economia nacional, o governo de Alagoas fechou o primeiro quadrimestre de 2019 em situação financeira confortável.

O Relatório de Gestão Fiscal (RGF) da Secretaria Estadual da Fazenda mostra que o Executivo conseguiu aumentar mais as receitas do que as despesas, abrindo margem para um eventual reajuste nos vencimentos dos servidores públicos este ano.

Apesar dos números “positivos”, até o momento o governo não deu sinais de que vai apresentar proposta de reajuste salarial para o funcionalismo.

A data base da categoria, que é o mês de maio, já passou sem que o governo tenha apresentado nenhuma proposta.

Oficialmente, os secretários do Planejamento e Gestão e da Fazenda, respectivamente Fabrício Marques e George Santoro anteciparam que estão preparando estudos para apresentar ao governador.

Os dois, no entanto, avaliam que o cenário não é favorável a um reajuste em função da imprevisibilidade da economia nos próximos meses.

A palavra final sobre o reajuste será do governador Renan Filho.

Entenda os números

Com o bom desempenho da arrecadação e a contenção nos gastos, o governo do Estado conseguiu reduzir o percentual de despesas com pessoal sobre a receita, o que tecnicamente abre margem para aumento de gastos com o funcionalismo – seja dando reajuste ou contratando mais servidores.

No quadrimestre encerrado em abril de 2019, o RGF aponta que o Executivo registrou uma Receita Corrente Líquida (RCL) de R$ 8.244.082.794,09 nos últimos 12 meses (de maio de 2018 a abril de 2019). Em igual período, a despesa total com pessoal chegou a R$ 3.838.452.327,29.

A RCL cresceu R$ 742 milhões, quando comparado ao quadrimestre encerrado em abril de 2018 (R$ 7.502.262.713,77), com variação de 9,9%.

A DTP aumentou R$ 192 milhões, também comparada ao quadrimestre encerrado em abril de 2018 (R$ 3.646.330.173,61), com variação de 5,27%.

Em resumo, a “boa notícia” para os servidores é que no período os gastos com pessoal cresceram menos do que a receita. Com isso, a DTP sobre a RCL, usada como base para a apuração do limite legal da Lei de Responsabilidade Fiscal diminuiu em relação ao mesmo período do ano anterior.

No RGF de abril de 2018, a despesa do Executivo com pessoal ficou em 48,61%, próximo do limite máximo, que é de 49%.

No RGF de abril de 2019, os gastos do governo com pessoal caíram mais de dois pontos percentuais, ficam em 46,56% praticamente igual ao limite prudencial da LRF (46,55%).

As tabelas abaixo mostram a evolução das despesas com pessoal e ajudam a entender melhor as finanças estaduais.

A problemática do reajuste

Os servidores públicos de Alagoas já ficaram sem uma definição do reajuste anual na data base da categoria. E agora podem ficar sem nenhuma reposição salarial este ano “se o cenário não melhorar”.

George Santoro disse que até o momento não houve definição do governo sobre a questão. “As perspectivas neste momento são bem ruins”, disse recentemente.

Durante a gestão de Renan Filho, o primeiro reajuste, aprovado em setembro de 2015, foi de 5%, dividido em 3 parcelas (1% retroativo a maio, 2% em outubro e 2% em dezembro) e não contemplou cargos comissionados.

Em 2016 o governo não concedeu reajuste.

Em 2017, o reajuste contemplou todos os servidores. Foram duas parcelas: 3,15% a partir de junho e 3,14% em dezembro, totalizando 6,29%, equivalente ao IPCA (inflação) de 2016.

Em 2018, a proposta de correção dos vencimentos dos servidores foi apresentada na Assembleia Legislativa de Alagoas no dia 5 de maio, mas só entrou em vigor em julho. O reajuste, com base no IPCA, foi de 2,95% em uma só parcela.

E 2019? Se o governo seguir a “regra” dará o IPCA do ano anterior, que foi de 3,75%. Se a crise apertar, pode repetir 2016.

“Devemos debater esse tema durante esse mês (maio), mas ainda não há definição”, disse recentemente o secretário Fabrício Marques.

Para definir o reajuste, o governo deve levar em conta o atual cenário econômico do país e do Estado e também projeções futuras da economia.

Tentei falar com George Santoro e Fabrício Marques através de aplicativo, na última sexta-feira, mas até o momento eles não atualizaram as informações.

Veja algumas tabelas 

Braskem só deixa Alagoas se “quiser”, avisa governo
   21 de maio de 2019   │     14:50  │  1

Está claro. Se depender do governo do Estado, a Braskem fica. Com mineração de sal-gema e tudo mais. Desde que a exploração do minério seja feita em novas áreas, que não ofereçam novos riscos à população.

O ‘recado’ vem sendo dado por integrantes do governo e pelo próprio governador. Renan Filho já sinalizou que a Braskem pode continuar explorando sal-gema, desde que ‘não ofereça novos riscos à população’.

Dentro destes critérios, avalia o presidente do Instituto do Meio Ambiente de Alagoas, Gustavo Lopes, é possível a lavra de sal-gema em áreas não urbanas.

Outra possibilidade avaliada pela equipe econômica do governo é a ‘importação’ de matéria-prima para manter em funcionamento a unidade de Cloro e Soda da Braskem em Maceió.

Para isso, o governo estaria disposto a avaliar a carga de tributos sobre esta operação. É uma sinalização clara para uma política de incentivos que compensaria o aumento de custos com a ‘importação’ – que poderia ser feita de outros países ou de outros Estados do Brasil.

“A Braskem, pelo que sei, não faz chantagem. A empresa paralisou a operação na planta de Maceió por falta de matéria-prima. Nos colocamos à disposição para encontrar alternativas. Não acredito que a empresa tenha interesse em deixar o Estado, nem o Estado tem interesse que a Braskem saia”, aponta o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Rafael Brito.

O secretário da Fazenda de Alagoas também tem defendido a permanência da Braskem no Estado.

George Santoro admite que a indústria é responsável por uma fatia significativa da economia alagoana e desmentiu as especulações de que a Braskem estaria deixando Alagoas para explorar minas de sal-gema no interior do Espirito Santo.

“Não acredito que a empresa vai sair daqui. Ela (a indústria) tem uma estrutura montada, consolidada e atua muito forte. O caminho, agora, é buscar soluções para o problema que a envolve”, afirma.

Rafael Brito também não avalia que a Braskem tenha interesse em deixar Alagoas. “A empresa já demonstrou que vai assumir suas responsabilidades (numa referência ao caso do Pinheiro) e não sinalizou em nenhum momento que tenha interesse em encerrar sua atividade no Estado. Vamos juntos buscar alternativas seguras para manter a indústria em funcionamento e evitar novas perdas para a economia alagoana”, aponta.

Novas áreas para mineração

O presidente do IMA adianta que não existe a possibilidade de reabertura das minas existentes que já foram fechadas pelo órgão e pela Agência Nacional de Mineração (ANM)

O fechamento das minas nos bairros do Pinheiro, Mutange e Bebedouro, aponta Lopes, não inviabiliza a mineração: “existe a possibilidade de novas minas em áreas não habitadas, basta a Braskem querer e licenciar”, aponta.

A área liberada de lavra da Braskem, avalia Gustavo, “é enorme e nossas jazidas de sal-gema são gigante”, afirma.

Entre as possibilidades, emenda, “existe uma área próxima a sede da cavalaria da PM (em Maceió), que eu soube que é muito positiva, mas realmente ainda não parei para verificar a veracidade desse fato. Recebi essa informação do pessoal da ANM, mas não confirmei”.

Essa área, segundo o presidente do IMA seria inabitada. Além disso existiriam diversas outras áreas.

“Realmente agora depende da Braskem”, resume.

Ao ser questionado de “seria muito complicado processo de licenciamento”, pondera que “a equipe do IMA só vai se debruçar nessas áreas quando a Braskem der entrada no pedido de licenciamento no órgão”, pondera, para acrescentar que “o mais complicado eles já tem, que é a lavra dada pela ANM”.

Ainda não se sabe qual o real impacto da paralisação da Braskem na economia de Alagoas. A empresa é a base da cadeia da química e do plástico no estado, que tem cerca de 80 indústrias e gera mais de 20 mil empregos diretos e indiretos.

Qual o nosso tamanho?

As informações são do Sumário Mineral Brasileiro de 2016. As reservas de sal-gema de Maceió representam 13% das reservas nacionais conhecidas.

Em 2008, eram 2.882 milhões de toneladas (13,4%) e em 2010 2.984 milhões de t (14%).

Veja trecho do relatório.

“Em termos de reservas mundiais, a oferta de sal é considerada ilimitada. A quantidade de sal nos oceanos é praticamente inesgotável. Quase todos os países têm depósitos de sal ou lidam com operações de evaporação solar de vários tamanhos. No Brasil, as reservas de sal-gema (medidas + indicadas +inferidas) aprovadas pelo DNPM não sofreram alteração mantendo-se em cerca de 21.630 Mt, assim distribuídas: Conceição da Barra, ES (54%); São Mateus, ES (4%); Ecoporanga, ES (3%); Maceió, AL (13%); e Vera Cruz, BA (6%). Rosário do Catete, SE (16%) e Nova Olinda, AM, em que são conhecidas reservas de sal-gema na silvinita (4%). Com relação ao sal marinho, existem salinas em atividades nos estados do Rio Grande do Norte, 95% do total nacional, Rio de Janeiro, Ceará e Piauí”.

Saiba mais:

Sumário Mineral Brasileiro 2008/ Salgema

Sumário Mineral Brasileiro 2016

 

Exposição, interatividade e inovação marcam “nova” Portobello Shop em Maceió
     │     13:13  │  0

O CEO do Grupo Portobello desembarca em Maceió para participar de um evento que deve movimentar o ‘mundo’ do design e da construção em Alagoas.

César Gomes Junior participa, nesta quarta-feira, 22, da reinaguração da Portobello Shop, na Avenida Álvaro Calheiros, na Jatiúca.

O local, de 700 m², foi repaginado dentro do conceito de Design Experience, que propõe uma experiência nova para o cliente.

A “nova”  Portobello Shop apresenta um conceito de Design Experience, que propõe uma experiência de muita interatividade e inovação para o cliente.

Entre os recursos que a franquia passa a oferecer estão a Touch TV, que promove no portfólio exclusivo da Portobello Shop, além de estações de Realidade Virtual.

O evento também será marcado por um “tren talk”, uma conversa sobre “tendências” com Christiane Ferreira, diretora de inovação e branding da Portobello, e a Exposição Contemporaneidade, que reúne obras de doze artistas que “pautam sua produção na pesquisa, no fazer e no pensamento universal consciente”.

ndréa Farias, franqueada Portobello Shop Maceió, Recife e Caruaru, fala sobre as inovações da loja que será reaberta nesta quarta-feira, 22

Veja texto da assessoria do evento:

Portobello Shop Maceió comemora 20 anos de casa nova e reinaugura loja na Jatiúca

Pioneira em Maceió no segmento de franquia de pisos e revestimentos cerâmicos, a Portobello Shop reinaugura sua nova loja nesta quarta-feira (22), na Avenida Álvaro Calheiros, na Jatiúca. O local, de 700 m², foi completamente repaginado: o novo projeto da Portobello Shop apresenta um conceito de Design Experience, que propõe uma experiência nova para o cliente.

“Os vários ambientes da loja foram criados para proporcionar ao cliente uma maior visibilidade do produto. Assim a Portobello entende que o novo projeto da loja irá possibilitar volume maior de vendas, tornando a compra mais personalizada. Os recursos tecnológicos presentes na loja facilitam a escolha do produto ideal para cada projeto”, explica Andréa Farias, franqueada Portobello Shop Maceió, Recife e Caruaru.

Os recursos tecnológicos citados por ela estão concentrados na Touch TV, onde o cliente pode visualizar o portfólio exclusivo da loja por meio da experiência de realidade virtual. A televisão touch promove uma verdadeira imersão no portfólio exclusivo da Portobello Shop. E, para provar que inovação é o que move a companhia, há também as estações de Realidade Virtual, que permitem a cada cliente a experiência sensorial dos projetos e produtos. Além disso, a empresa disponibiliza o aplicativo Portobello, que lê o QR Code de cada revestimento, e apresenta fotos, inclusive ambientadas, e todas as informações técnicas que ajudam a escolher o mais indicado para cada uso.

“A linha abrangente de produtos da Portobello Shop sempre é bem aceita pelo mercado alagoano. A constante pesquisa desenvolvida pela fábrica é um diferencial para todos os clientes. Os porcelanatos em grandes formatos são os high lights da loja no momento”, revela Andréa Farias, ao reforçar que o investimento maior na reestruturação da loja “são os 20 anos de parceria entre os franqueados de Alagoas com a indústria Portobello”.

Exposição

Marcada pela contemporaneidade, a Portobello mantém sua linguagem antenada à tecnologia, mas propõe-se a observar novos comportamentos, pesquisas autorais, experiências compartilhadas e colaborações criativas, revelando uma atitude de inovação aberta. Neste sentido, a Exposição Contemporaneidade, que será aberta na reinauguração da loja franqueada, reafirma esse olhar quando reconhece na arte doze artistas que pautam sua produção na pesquisa, no fazer e no pensamento universal consciente.

“Eles aqui representam o que se tem a dizer sobre ‘o ser contemporâneo’. Acentuando diferenças e semelhanças, revelando regionalidades e poliglotismos de meios e discursos, bem como configurando diferentes e/ou opostas naturezas semânticas e técnicas”, afirma o curador da exposição, Henrique Gomes.

Fazem parte da Exposição Contemporaneidade os artistas Rogério Gomes, Patrícia Melro, Vera Gamma, Bárbara Lessa, Reinaldo Lessa, Thiago Sobral, Diego Barros, João Lamenha, Hilda Moura, Tatiana Amaral, Gianluca Guglielmi e Suel.

Sobre a Portobello

Fundada em 1979, a Portobello, líder em revestimentos na América Latina, motivada pela necessidade de oferecer ao mercado soluções completas em um só lugar, criou a
Portobello Shop em 1998. Atualmente, são 150 lojas em todas as regiões do país, que oferecem serviços diferenciados, possibilitando aos arquitetos e designers de interiores a criação de ambientes inovadores.

A Portobello, tem sua fábrica instalada em Tijucas (SC) e produz mais de 30 milhões de metros quadrados anualmente, distribuídos não apenas para o mercado interno, mas também para países dos cinco continentes. Com o design como essência, tem o compromisso de levar ao mercado soluções inovadoras, que transformem ambientes e emocionem pessoas.

Seus pilares são compartilhados com suas marcas Pointer, Portobello Shop e Officina Portobello. A primeira, com fábrica instalada em Marechal Deodoro, tem a missão de democratizar o design, com produtos de qualidade e preço acessível; a segunda é a maior rede de varejo do segmento e oferece uma experiência de compra diferenciada, na loja e nos ambientes digitais, para especificação e compra de produtos Portobello; e a terceira, nova aposta da companhia, é a arte da porcelanateria, combina a maestria artesanal com tecnologia de ponta, qualidade e estética, disponibilizando soluções completas aos clientes: desde projetos personalizados, como bancadas e mosaicos, até
mobiliários e objetos de decoração.