Category Archives: Economia

Alagoas e Pernambuco querem atuar juntos no setor de Turismo
   3 de abril de 2019   │     20:25  │  0

Do litoral ao sertão, Alagoas faz divisa com Pernambuco que podem ser usadas para aproximar os dois Estados e potencializar a atuação no setor de turismo. O objetivo, adianta o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo de Alagoas, Rafael Brito, é trabalhar conjuntamente roteiros integrados entre os dois Estados.

Em Alagoas, as regiões apontadas para entrar inicialmente num trabalho a quatro mãos com roteiro são Caminhos do São Francisco, com um roteiro que incluiria os municípios de Piranhas-AL Petrolândia -PE e Paulo Afonso- BA, e o Litoral Norte, na região Costa dos Corais, com as cidades de Tamandaré- Japaratinga, Carneiros e São Miguel dos Milagres.

“As distâncias entre os Estados do Nordeste são muito pequenas, e a articulação regional já é uma realidade em grandes cidades. Em São Paulo, o visitante faz uma viagem de negócios no Estado, mas tem a possibilidade de incrementar com o turismo de lazer no Rio de Janeiro, tudo isso em um único pacote. Nossa prioridade e união de forças é para ampliar as possibilidades do segmento no Nordeste, e continuar gerando emprego e renda”, afirma o secretário Rafael Brito.

A ideia de integrar a promoção conjunta do turismo foi discutida entre Brito e Rodrigo Novaes, secretário de Turismo de Pernambuco, durante a WTM Latin America, feira de Turismo e Negócios realizada em São Paulo até o dia 04 de abril.

Rodrigo Novaes e Rafael Brito, secretários de Turismo de Pernambuco e Alagoas discutem parceria dos dois Estados durante feira em São Paulo

Versão oficial

Leia texto da assessoria da Sedetur sobre a parceria entre Alagoas e Pernambuco:

Governo de AL e PE estudam possibilidade de roteiro turístico conjunto

Com o objetivo de ampliar a oferta para o turista que deseja conhecer mais produtos do Nordeste, os secretários de Turismo de Alagoas e Pernambuco, Rafael Brito e Rodrigo Novaes, respectivamente, iniciaram o diálogo para a elaboração de um possível roteiro conjunto. A ideia é que os visitantes aproveitem o melhor dos dois Estados em uma só viagem.

A conversa inicial aconteceu durante a WTM Latin America, feira de Turismo e e Negócios realizada em São Paulo até o dia 04 de abril.

A articulação regional como uma saída para incrementar os destinos já é uma realidade em cidades como São Paulo e Rio de Janeiro. Em Alagoas, inicialmente as regiões apontadas para entrar no roteiro são Caminhos do São Francisco, com um produto que inclua os municípios de Piranhas- Petrolândia -PE e Paulo Afonso- BA, e o Litoral Norte, na região Costa dos Corais, com as cidades de Tamandaré- Japaratinga, Carneiros e São Miguel dos Milagres.

“As distâncias entre os Estados do Nordeste são muito pequenas, e a articulação regional já é uma realidade em grandes cidades. Em São Paulo, o visitante faz uma viagem de negócios no Estado, mas tem a possibilidade de incrementar com o turismo de lazer no Rio de Janeiro, tudo isso em um único pacote. Nossa prioridade e união de forças é para ampliar as possibilidades do segmento no Nordeste, e continuar gerando emprego e renda”, afirma o secretário Rafael Brito.

O próximo passo é formatar o produto e apresentar ao trade turístico.

Com 93% dos votos, Klécio é reeleito presidente da maior cooperativa do Nordeste
   21 de março de 2019   │     17:41  │  1

Pela primeira vez em mais de uma década, teve disputa na eleição da diretoria da maior cooperativa agroindustrial do Norte e Nordeste do Brasil.

Na últimas três eleições, até 2015, as chapas em Pindorama foram eleitas por aclamação. No começo desta semana, os da cooperativa foram convocados para participar de um pleito que teve duas chapas na disputa.

Com um percentual de 93% dos votos válidos, Klécio Santos foi reeleito presidente da Cooperativa Pindorama. A votação foi realizada na sede da entidade, em Coruripe, contando com a participação de 470 associados votantes.

O resultado, segundo Klécio, foi importante porque referenda o trabalho realizado pela atual diretoria. “Temos um olhar voltado para o pequeno, para a agricultura familiar. E temos conseguido avançar, melhorando a produtividade e conseguindo superar as principais dificuldades não só no setor sucroenergético, mas em todas as outras áreas onde a cooperativa atua”, aponta.

A avaliação do resultado da votação é positiva. “Foi um resultado fantástico. Recebemos 438 votos. Esta é prova de que colhemos o que plantamos. Este resultado é o fruto de um trabalho de uma vida e me deixa muito feliz e ainda muito mais empenhado e comprometido em trabalhar para o desenvolvimento de Pindorama”, declarou emocionado Klécio Santos.

Reeleito, o presidente assumiu já nesta terça-feira, 19, o novo mandato que será exercido pelos próximos quatro anos. Este é o sexto mandato consecutivo e o nono de Klécio Santos a frente da presidência da Cooperativa Pindorama.

“Que Deus continue nos iluminando nesta nova jornada. Cada mandato que assumi é como se fosse sempre o primeiro. Vamos continuar trabalhando com foco no apoio nosso cooperado e reforçando ainda mais o nosso trabalho na preparação dos jovens. Afinal, são eles o futuro da Cooperativa Pindorama”, finalizou Klécio Santos, lembrando que também tem como meta nesta nova gestão a ampliação e fortalecimento dos produtos da marca Pindorama no mercado consumidor.

Klécio Santos foi reeleito presidente da cooperativa Pindorama com 93% dos votos

A Cooperativa Pindorama

Localizada entre os municípios de Coruripe, Feliz Deserto e Penedo, a Cooperativa de Colonização Agroindustrial Pindorama, tem uma área de mais de 30 mil hectares de área produtiva, mais de 1,1 mil associados e atua no beneficiamento de diferentes produtos. Entre as atividades mais importantes estão a fabricação de açúcar e etanol, sucos de frutas, industrialização de coco, laticínios e fábricas de alimentos.

Aeroporto de Maceió receberá R$ 411 milhões de investimentos, diz secretário
     │     10:02  │  0

Privatizado durante leilão realizado na última sexta-feira (veja aqui reportagem do Gazetaweb: Grupo espanhol Aena vence leilão e vai assumir Aeroporto de Maceió e mais cinco ), o Aeroporto de Maceió passará a ser administrado pelo grupo espanhol Aena.

O secretário Rafael Brito, do Desenvolvimento Econômico e Turismo, que acompanhou o leilão na B3, em São Paulo, comemorou. “É um grande ganho. Esse grupo é o maior do mundo no transporte de passageiros e chega aqui com planos de expansão do aeroporto, que será completamente reestruturado nos próximos anos”, aponta.

Os investimentos previstos, somente no aeroporto de Maceió, segundo Brito, chegam a R$ 411 milhões para os próximos 5 anos. “São investimentos previstos em todas as áreas, incluindo pista de pouso e decolagem e área de passageiros”, aponta.

De acordo com Brito, a espanhola Aena deve potencializar os esforços do trade turístico e operadores do setor na captação de novos voos para Alagoas: “o esperamos a partir da atuação do grupo e dos investimentos é um aumento do fluxo de passageiros e de voos, o que deve fortalecer todo o setor no Estado”, afirma.

ICMS de carros vai aumentar em Alagoas a partir de abril
   16 de março de 2019   │     17:04  │  3

O consumidor que decidir trocar de carro a partir de abril em Alagoas deve sentir o peso do aumento do ICMS no preço final do produto.

Segundo reportagem da Folha de São Paulo, o imposto sobre automóveis no Estado vai aumentar em dois pontos percentuais, de 12% para 14%. A diferença para mais no valor final de um carro popular vai ficar entre R$ 800 e R$ 1 mil.

“Pelo menos cinco estados do país preparam aumentos no ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) cobrado na compra de carros em uma tentativa de aliviar sua complicada situação fiscal. Em Sergipe, Alagoas e Pernambuco, o ICMS de veículos vai subir de 12% para 14% a partir de abril, conforme admitiram as próprias administrações estaduais”, diz trecho da reportagem.

“A Secretaria da Fazenda de Alagoas confirmou que vai reajustar o ICMS de veículos para 14%”, diz ainda a reportagem da Folha.

“Se o ICMS realmente subir, o consumidor vai pagar a diferença. Não dá para absorver essa alta sem afetar o preço do veículo”, disse à Folha Antonio Megale, presidente da Anfavea, associação que reúne as montadoras.

Veja aqui a reportagem da Folha:

Para arrecadar mais, estados elevam ICMS de automóveis

Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Acre e Amapá preparam aumento a partir de abril

Pelo menos cinco estados do país preparam aumentos no ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) cobrado na compra de carros em uma tentativa de aliviar sua complicada situação fiscal.

Em Sergipe, Alagoas e Pernambuco, o ICMS de veículos vai subir de 12% para 14% a partir de abril, conforme admitiram as próprias administrações estaduais.

No Acre e no Amapá, os percentuais ainda não estão definidos, mas os aumentos devem variar de 12% para algo entre 14% e 18%.
Também há rumores de um reajuste em Mato Grosso do Sul, mas, por enquanto, o governo estadual diz que a tarifa está mantida em 12%.

As novas alíquotas só podem entrar em vigor em abril por causa do prazo de 90 dias exigido pela legislação para qualquer alteração no ICMS.

Executivos ligados às montadoras disseram à reportagem que outros estados também estão discutindo o assunto.

Hoje, o ICMS para veículos automotores é o mesmo em todo o país: 12%. Nos casos em que a alíquota chegar a 18%, significará um reajuste de 50% no tributo a ser pago.

“Se o ICMS realmente subir, o consumidor vai pagar a diferença. Não dá para absorver essa alta sem afetar o preço do veículo”, diz Antonio Megale, presidente da Anfavea, associação que reúne as montadoras.

Para Bernard Appy, diretor do CIF (Centro de Cidadania Fiscal), o maior risco é que esses reajustes de ICMS signifiquem o retorno de uma guerra fiscal, que, décadas atrás, levava os brasileiros a ir ao estado vizinho para comprar carro mais barato.

No caso de bens de alto valor, acaba valendo a pena para o consumidor fazer a viagem em busca de um desconto, especialmente nos estados do Nordeste, onde as distâncias são pequenas, ou nas regiões de divisa.

O estopim da confusão é o fim de um convênio do Confaz, o conselho que reúne os secretários estaduais de Fazenda de todo o país, que vigorou por mais de 20 anos e expirou em 31 de dezembro de 2018.

O convênio referendava benefícios fiscais concedidos por 13 estados da Federação para o setor automotivo: Acre, Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Goiás, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia e Sergipe.

A regra permitia que esses estados reduzissem o ICMS dos 17% ou 18% previstos em suas legislações locais para 12%. Dessa maneira, igualava o tributo em todo o país. Em São Paulo, por exemplo, o ICMS de veículos é 12%.

No fim do ano passado, representantes da indústria fizeram pressão para que o convênio fosse renovado, mas os estados resistiram.

As contas públicas estaduais vêm sofrendo com a queda da arrecadação, que ainda não se recuperou da recessão dos últimos anos, e de um problema estrutural, que é a crescente despesa com servidores ativos e inativos.

Segundo pessoas que acompanharam o assunto de perto, Pernambuco chegou a liderar uma articulação para costurar um novo convênio elevando o ICMS de veículos de 12% para 14% em todo o país, mas não houve acordo e o entendimento em vigor expirou.

Por enquanto, os aumentos de ICMS estão restritos a estados ainda pouco representativos das vendas nacionais.

Porém, o receio dos executivos das montadoras ouvidos pela reportagem é que, se os aumentos do tributo se disseminarem, os reajustes nos preços dos veículos acabem reduzindo as vendas e afetando a recuperação do setor.

Em 2018, a indústria automotiva vendeu 2,57 milhões de veículos, 14,6% a mais do que em 2017. No entanto, ainda trabalha com 45% de capacidade ociosa nas fábricas.

Veja aqui a reportagem da Folha, na íntegra: Para arrecadar mais, estados elevam ICMS de automóveis

 

 

Equatorial, a nova controladora da Ceal, vai investir R$ 550 milhões em AL
   14 de março de 2019   │     21:47  │  2

Presidente da Equatorial Energia, Augusto Miranda, o presidente do Conselho, Firmino Sampaio, e diretor financeiro, Humberto Soares Filho, estiveram reunidos essa semana com o governador, o secretário de Desenvolvimento e Turismo, Rafael Brito e o secretário da Fazenda de Alagoas, George Santoro, para apresentar os projetos que o grupo pretende aportar em Alagoas.

A Equatorial é a nova dona da Companhia Energética de Alagoas, arrematada por R$ 50 mil em leilão realizado no dia 28 de dezembro de 2018 e assume oficialmente a operação em Alagoas a partir da próxima segunda-feira, 28.

Durante o encontro com o chefe do Executivo estadual, os diretores da Equatorial confirmaram investimentos de cerca de R$ 550 milhão no Estado.

“Eles mostraram os investimentos do grupo no Maranhão e no Piauí (Estados onde a empresa também opera na distribuição de energia). Disseram que vão fazer da Ceal um exemplo de gestão e excelência”, aponta Rafael Brito.

De acordo com o secretário, a Equatorial pretende ampliar a equipe e definir junto do governo do Estado os próximos investimentos em Alagoas

“Inicialmente, as áreas de grande fluxo turístico serão beneficiadas. O objetivo é reforçar a distribuição de energia em cidades como Maragogi, Japaratinga, Barra de São Miguel e Rota Ecológica dos Milagres”, adianta Brito.

Aprovação

Em janeiro o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a compra, pela Equatorial Energia, de 89,94% do capital social da Companhia Elétrica de Alagoas (Ceal).

Segundo parecer, após a operação, a Eletrobras irá ofertar 68.061.648 ações ordinárias e 1.343.322 ações preferenciais, que correspondem a aproximadamente 10,06% do capital social da Ceal, aos empregados e aposentados da Ceal.

Segundo informações repassadas pelas empresas ao Cade, a operação, que também está sujeita à aprovação pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), vai contribuir para a expansão dos investimentos e negócios da Equatorial.

A Equatorial é sociedade holding não operacional que, por meio de outras sociedades, consórcios e empreendimentos, atua nos segmentos de geração, transmissão, distribuição e comercialização de energia elétrica.

A Equatorial não possui controlador ou grupo de controle, sendo sua maior acionista a Squadra Investimentos Gestão de Recursos (14,7%).

A Ceal é sociedade anônima de economia mista e capital fechado, que explora, em regime de monopólio, serviço público de distribuição de energia elétrica em todo o território do Estado do Alagoas, nos termos e condições estabelecidos pelo Ministério de Minas e Energia.