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Biu ataca RF pela crise no HGE; assessor reage: “porque ele não faz nada pela saúde de Maceió?”
   17 de agosto de 2017   │     10:03  │  0

As dificuldades do HGE são as mesmas de sempre. De superlotação de pacientes a falta pontual de medicamentos ou material de trabalho.

As vezes a situação se agrava, como aconteceu na última semana, logo após uma operação da PF que investiga irregularidades na Secretaria de Saúde.

Uma reportagem, exibida em um telejornal local, no último dia 11, motivou críticas do senador Benedito de Lira (PP) ao governador Renan Filho pela crise no HGE.

“O que está acontecendo nos hospitais públicos de Alagoas é triste e lamentável. No HGE e na Maternidade Santa Mônica, a situação é deplorável. De que adianta o governador prometer construir novos hospitais, se não consegue manter os atuais hospitais?”, questionou o senador em texto distribuído com a imprensa.

Um assessor próximo do governador Renan Filho não gostou do que disse Biu de Lira e enviou um texto ao blog, “com uma resposta à altura”.

Ele pede para não ser identificado, para que o “imbróglio” não respingue no Palácio dos Palmares.

Mas, vai aí o que ele escreveu:

“O senador Benedito quer usar o mandato para trabalhar contra Alagoas? O que ele sabe fazer é apenas reclamar? Já que o ministro da saúde é do partido dele, por que ele não se ocupa ajudando a liberar recursos para as ações do governo, a favor do povo de Alagoas? Faz é o contrário, torce contra os investimentos, como o Hospital Metropolitano, o Hospital da Mulher, Hospital do Norte e as UPAS que o Estado abriu, além da casa do coraçãozinho e dos novos serviços no HGE. É essa velha política, carcomida, invejosa, ultrapassada, que Alagoas precisa aposentar”, cutuca.

O assessor continua:

“O tempo hoje é de quem reconhece os compromissos que assumiu e trabalha para cumpri-los. Gente como o governador, que sonha e constrói um estado diferente, que está virando uma página pra colocar Alagoas em outro patamar. Aliás, dando bom exemplo ao Brasil na segurança, na educação, na saúde, na infraestrutura. O senador Biu virou só um mau exemplo”.

Por fim, ele cobra ação do senador na Saúde de Maceió: “Se há divergência política com o governador e não quer ajudar a saúde do estado por que o Biu não ajuda a saúde de Maceió resolvendo o problema do PSF? O senador deveria aproveitar que tem um ministério “nas mãos” para melhorar a cobertura da atenção básica da capital que contribui significativamente para a superlotação do HGE”.

Veja aqui o release distribuído pela assessoria de Benedito de Lira, nessa terça-feira,15:

Benedito de Lira fala sobre recuperação do Hospital do Açúcar e responsabiliza governo de Alagoas pela situação do HGE

Benedito de Lira comemora recuperação do Hospital do Açúcar, onde os pacientes do SUS estão sendo chamados para consultas.

Senador diz que injeção de 6 milhões de reais feita pelo Ministério da Saúde deu vida nova ao Hospital do Açúcar.

Em Brasília, o senador assistiu a reportagem do repórter Thiago Correia, na TV Pajuçara, e disse estar estarrecido com a situação no HGE. Servidores denunciam que a situação está se agravando e começam a faltar materiais básicos como seringas e luvas.

Benedito de Lira responsabilizou o governador Renan Filho pela situação e disse que não adianta anunciar novos hospitais se o governo de Alagoas não dá conta de manter o HGE e a Maternidade Santa Mônica com condições mínimas de funcionamento.

“O que está acontecendo nos hospitais públicos de Alagoas é triste e lamentável. No HGE e na Maternidade Santa Mônica, a situação é deplorável. De que adianta o governador prometer construir novos hospitais, se não consegue manter os atuais hospitais?”

Leilão de bens da Laginha pode ser cancelado por falta de cadastro de leiloeira
   15 de agosto de 2017   │     9:01  │  0

A Superbird (http://www.canaljudicial.com.br/), leiloeira que foi contratada pela Justiça de Alagoas (comarca de Coruripe) para fazer o leilão de bens da massa falida da Laginha Agroindustrial SA não está cadastrada no Tribunal de Justiça de Alagoas.

Sem o cadastro, o leilão de bens, que está sendo realizado pela empresa, pode se tornar nulo.

A Superbid realizou, em primeira praça, encerrada no último dia 4, o leilão de 4 lotes da Laginha, incluindo a antiga sede do grupo, em Jacarecica, avaliada em R$ 15,7 milhões. No leilão só foi dado lance para venda de um avião, de R$ 340 mil. Os demais itens, que somam mais de R$ 16 milhões, podem ir a leilão em segunda praça. Isso se for resolvida a questão de cadastro da leiloeira no TJ.

Segundo petição de cancelamento do leilão, apresentada por advogados que representam partes interessadas, “os leilões judiciais devem ser realizados exclusivamente por leiloeiros credenciados perante o órgão judiciário competente. Tal norma está insculpida na resolução 236/2016 do Conselho Nacional de Justiça”.

Ainda na petição, o advogado acrescenta resposta à consulta feita ao Tribunal de Justiça de Alagoas, assinada pela subdiretora geral substituta, Karinne de Medeiros Duarte, informando que o edital de credenciamento de leiloeiros perdeu vigência no mês de julho deste ano.

Veja a reprodução dos documentos:

De R$ 16,7 milhões, leilão para venda de bens da Laginha só teve R$ 340 mil em lances
   7 de agosto de 2017   │     10:18  │  0

O leilão para venda de bens da Massa Falida da Laginha Industrial S/A, em primeira praça, foi encerrado na sexta-feira, 4, sem vender os bens ofertados – como se esperava.

Na primeira chamada, segundo o site http://www.canaljudicial.com.br/ só foi apresentado lance para um dos quatro lotes ofertados. Trata-se do lote 1.4 , um avião EMB-820C Carajá, 1985, avaliado em R$ 340.500,00.

Os quatro lotes totalizavam avaliação de mercado – considerada defasada por especialistas – de R$ 16,7 a milhões.

Se mantido o rito pela Justiça de Alagoas, os outros bens serão ofertados em segundo chamada e poderão ter uma desvalorização bem maior. Isso porque o preço inicial terá desconto de 60%.

Por decisão da Justiça de Alagoas, os bens foram ofertados pela Leilão Corporativo Superbid (www.superbid.net), de São Paulo (SP) – empresa que não tem cadastro no TJ-AL..

De acordo com a decisão, serão ofertados a antiga sede da Laginha, em Jacarecica, com avaliação de R$ 15,7 milhões, um apartamento na Ponta Verde, cotado em R$ 650 mil e uma sala no edifício Avenue Center, avaliada em R$ 145 mil, além do avião EMB-820C Carajá, que teve oferta pelo lance mínimo.

A venda foi determinada pelos juízes Leandro de Castro Folly, Philippe Melo Alcântara Falcão e José Eduardo Nobre Carlos, que respondem pelo processo de falência da Laginha.

Abaixo do mercado

Apesar da decisão judicial, um grupo de credores questiona o processo de venda – da forma que está.

“As avaliações dos bens foram realizadas em 2014, sem levar em conta a duplicação da AL 101 Norte, que valorizou todos os imóveis ao seu redor”, aponta um representante de um grupo de credores.

Outro ponto questionado é o “lapso entre a realização do leilão e avaliação dos bens, o que torna necessário novas avaliações”.

Ainda na avaliação do representante, “a modalidade leilão não atinge um melhor valor para o bem, devido ao desconto de 60% na segunda Praça, levando assim pouca otimização do recurso para pagamento dos débitos trabalhistas”.

Afora isso, o representante dos credores diz que o leiloeiro não é credenciado no TJAL e que a publicação do edital do leilão ocorreu fora do prazo legal.

Enquanto violência “explode” em Pernambuco, AL deve fechar julho com o menor número de homicídios desde 2012
   1 de agosto de 2017   │     0:28  │  2

Lançada em 20 de março deste ano, a Força Tarefa chega a quatro meses com um resultado inesperado e rápido: a redução acentuada no número de homicídios registrados em Alagoas.

Registrei aqui, recentemente, que a média de Crimes Violentos Letais e Intencionais em Alagoas caiu logo no primeiro mês de operação. Depois de fechar janeiro com 2006 CVLI, fevereiro com 200 e março com 199, em abril os registros caíram para 168, despencando para 125 em maio (menor número de homicídios num mês em anos) e 133 em junho.

Foram 605 crimes no 1o trimestre do ano e 426 no 2o trimestre, uma queda de 30% comparando um período com o outro.

As estatísticas apontam que em julho os resultados serão ainda melhores. Os números preliminares da SSP apontam para 101 ocorrências até esta segunda-feira, 31. Este é, até agora, o menor número de CLVI registrados, desde que as atuais estatísticas começaram a ser feitas, em 2012.

Salvo ocorrências inesperadas no decorrer do dia, julho de 2017 deve registrar redução de mais de 39% no número de homicídios, se comparado com igual mês do ano anterior.

É um importante avanço, ainda mais se for levada em conta a situação do resto do país. No estado “vizinho”, assim como no Rio de Janeiro, a violência explodiu. Pernambuco, que vivia há pouco tempo situação bem melhor que Alagoas, por exemplo, registrou 65 homicídios em apenas 72 horas – quase uma morte por hora.

Apesar do avanço, o que se espera é que o governo não pare por aí. O programa Força Tarefa mostra que o Estado pode melhorar indicadores, investindo mais no policiamento ostensivo e na prevenção. É um longo caminho a ser percorrido.

A Força Tarefa não foi, óbvio, responsável unicamente pela redução da violência, mas teve papel fundamental. Isso porque o governo mudou de estratégia no enfrentamento da criminalidade. Entre as ações, o aumento do policiamento ostensivo, o uso da inteligência e a integração de ação entre todas as forças de segurança.

Bens da massa falida da Laginha vão a leilão com avaliação abaixo o mercado
   26 de julho de 2017   │     11:47  │  0

Em primeira praça, começa a partir de hoje a chamada para o leilão, para venda de parte dos ativos da Massa Falida da Laginha Industrial S/A.

Por decisão da Justiça de Alagoas, nesta primeira etapa, aproximadamente R$ 16,2 milhões serão ofertados pela Leilão Corporativo Superbid (www.superbid.net), de São Paulo (SP).

De acordo com a decisão, serão ofertados a antiga sede da Laginha, em Jacarecica, com avaliação de R$ 15 milhões.

Também vão a leilão um apartamento na Ponta Verde, cotado a de R$ 650 mil; uma garagem no edifício Avenue Center, avaliada em R$ 145 mil e um avião EMB-820C Carajá, 1985, avaliado em R$ 340.500,00.

A venda foi determinada pelos juízes Leandro de Castro Folly, Philippe Melo Alcântara Falcão e José Eduardo Nobre Carlos, que respondem pelo processo de falência da Laginha.

Apesar da decisão judicial, um grupo de credores questiona o processo de venda – da forma que está.

“As avaliações dos bens foram realizadas em 2014, sem levar em conta a duplicação da AL 101 Norte, que valorizou todos os imóveis ao seu redor”, aponta um representante de um grupo de credores.
Outro ponto questionado é o “lapso entre a realização do leilão e avaliação dos bens, o que tornar necessário novas avaliações”.

Ainda na avaliação do representante, “a modalidade leilão não atinge um melhor valor para o bem, devido ao desconto de 60% na segunda Praça, levando assim pouca otimização do recurso para pagamento dos débitos trabalhistas”.

Afora isso, o representante dos credores diz que o leiloeiro não é credenciado no TJAL e que a publicação do edital do leilão ocorreu fora do prazo legal.