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JHC e RF alinham discurso contra a Covid-19… e só, por enquanto
   4 de março de 2021   │     0:17  │  0

O prefeito de Maceió e o governador Renan Filho falam a mesma língua no combate a Covid-19 no momento. Os dois combinaram de alinhar o discurso. E, mais do que isso, medidas que para tentar conter o avanço de novos casos confirmados na capital e no Estado.

“O prefeito está alinhado com o governador no combate a Covid-19. As diferenças políticas foram deixadas de lado”, informa um importante interlocutor do município.

O inimigo comum é muito poderoso. Vale aqui a máxima de que inimigo do meu inimigo meu amigo é.

O vírus não perdoa erros e se fortalece nas divergências. JHC e Renan Filho parecem ter entendido o desafio. Disputar quem vacina primeiro não ajuda, principalmente quando não tem vacina. Que o digam Dória e Bolsonaro.

Alinhar medidas que levem a população a seguir regras recomendadas pela ciência (máscaras, distanciamento, álcool em gel etc) sem vaidades midiáticas é o mínimo que pode ser feito. E sem falar que prefeitos e governador são responsáveis, juntos, pela realização dos testes, centros de triagem, atendimento médico e internamentos nos leitos SUS.

JHC e Renan Filho falam a mesma língua contra a Covid-19. E só, por enquanto. Mas nada impede que aprendam a conviver colocando os interesses do cidadão em primeiro lugar em outras áreas.

Mesmo que os dois nunca subam no mesmo palanque (algo improvável, embora em política nada seja impossível), os dois podem superar diferenças eleitorais e trabalhar a quatro mãos em outros problemas que seriam resolvidos melhor e mais rapidamente pelo trabalho conjunto de Estado e prefeitura.

Toque de recolher

O prefeito de Maceió e governador de Alagoas devem acatar sugestões encaminhadas pelo setor produtivo.

Entre as medidas, o consenso no momento é para a adoção do “toque de recolher”  entre meia-noite e seis da manhã. Na madrugada só ficarão abertos ao público estabelecimentos considerados essenciais, a exemplo de farmácias.

JHC ainda não decidiu como será o próximo decreto de isolamento social em Maceió, mas segundo assessores ele está decidido a, no mínimo, acatar o conjunto de sugestões feitas pelo setor produtivo, durante reunião na Associação Comercial de Maceió, na manhã desta quarta-feira (03).

Assessores de Renan Filho também informam que ele, no mínimo, adotará esse conjunto de sugestões, mas pode “endurecer” um pouquinho mais.

Além da restrição de horários para comércio e shoppings, o setor que de eventos também será atingido. Atualmente estão liberadas reuniões com até 300 pessoas. O mais provável é reduzir o limite para 150 pessoas – podendo ser um pouco menos.

Outra medida será a fiscalização. As equipes da prefeitura vão fechar, literalmente, bares e restaurantes que não reduzirem em 50% sua capacidade de atendimento ao público.

As medidas serão anunciadas na capital após reunião entre o prefeito JHC e o governador Renan Filho, que deve ocorrer até a sexta-feira (3). Tudo indica que os dois farão decretos semelhantes. O “toque de recolher” deve ser decretado em todo o Estado pelo governador. Medidas mais duras continuam descartadas, por enquanto.

A aposta de Renan Filho e JHC é ganhar um pouco mais de tempo com as medidas, enquanto a vacina contra a Covid-19 não chega para um número maior de pessoas, o que só deve acontecer a partir da segunda quinzena deste mês.

Sugestões

O que foi discutido no encontro realizado pelo setor produtivo foram sugestões de mudanças nos horários de funcionamento do comércio e de estabelecimentos comerciais, além da ampliação do horário de vacinação. As propostas foram apresentadas ao Governo de Alagoas e prefeitura de Maceió.

Se aceitas as sugestões por governo e prefeitura, o Centro funcionará das 9h às 17h; lojas de rua (todos os segmentos, inclusive galerias), das 10h às 19h; shoppings, das 11h às 21h; feiras livres, das 5h às 11h; e bares e restaurantes fechando à 0h. Além disso, eles propõem a redução de eventos para 150 pessoas até 0h. Para bancos e loterias, a proposta é a ampliação das 08h às 17h.

O setor produtivo sugeriu também a ampliação de linhas de ônibus, que circulariam apenas com passageiros somente sentados. Outra sugestão é o aumento da fiscalização.

As novas medidas devem ser adotadas já a partir do final de semana ou no máximo a partir do próximo dia 08, seguindo até o dia 21 de março.

Marechal Deodoro terá toque de recolher contra a Covid-19
   3 de março de 2021   │     23:16  │  0

Os planos do prefeito Cacau Filho (MDB) para expansão da atividade turística na primeira capital de Alagoas terão que ser adiados por mais alguns meses em função do crescimento de novos casos confirmados do novo coronavírus no município.

Um ano depois do início da pandemia por aqui, Marechal Deodoro é a cidade que tem, proporcionalmente, maior incidência de casos confirmados da Covid-19 em Alagoas. São 7.286 casos a cada 100 mil habitantes, número praticamente igual ao de Arapiraca, com 7.262 casos a cada 100 mil. Em Maceió, a incidência era de 5.061 casos confirmados a cada 100 mil pessoas. Os dados são do mais recente boletim epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), publicado nesta quarta-feira (3).

Para tentar conter o avanço da epidemia na cidade, Cacau Filho vai publicar um novo decreto de enfrentamento da pandemia nesta quinta-feira (4). As medidas serão anunciadas após reunião com o Comitê de Combate ao novo coronavírus, que será realizada pela manhã, atendendo recomendação do Ministério Público Estadual (MPE).

O Ministério Público de Alagoas (MP-AL) recomendou à prefeitura de Marechal Deodoro que adote medidas mais restritivas para conter a disseminação do novo coronavírus, como toque de recolher e o fechamento temporário de praias, bares, restaurantes e estabelecimentos comerciais similares. A informação foi divulgada na terça-feira (2).

O prefeito fará divulgação das novas medidas em live, nas redes sociais, a partir das 12h30. Entre as medidas que devem ser adotadas estão o aumento da fiscalização e o toque de recolher. O município vai estabelecer horários reduzidos para funcionamento de bares, restaurantes, praias e setores do comércio.

O fechamento de setores da economia não está descartado, mas no momento o prefeito e comitê trabalham com a adoção de medidas que tendem a ser melhor recebidas pelo setor produtivo e população, especialmente restrição de horários e regras para lotação de locais públicos e privados.

Recomendação

A promotora de Justiça Amélia Campelo, titular da 2ª Promotoria de Justiça de Marechal Deodoro, sugere a proibição de eventos presenciais como shows, congressos, atividades religiosas, esportivas e correlatas em todo território municipal, além da suspensão das atividades presenciais de todos os níveis da educação do município, além de toque de recolher a partir das 20h até as 5h, todos dias da semana. O MP recomenda, ainda, o fechamento das praias, bares, restaurantes e rede hoteleira, assim como a adoção de trabalho remoto, sempre que possível, tanto no setor público quanto no privado.

O Ministério Público pediu ainda a instalação de barreiras sanitárias nos principais pontos de acesso ao município e adoção de medidas para redução da lotação nos transportes coletivos urbanos, para 50% da capacidade de passageiros. Na recomendação, a promotora alega que tomou como base o mais recente boletim do Observatório Alagoano de Políticas Públicas para o Enfrentamento da Covid-19.

“O mesmo documento científico afirma que a análise das informações apresentadas continua apontando para um descontrole da pandemia da Covid-19 em Alagoas, o que pode se agravar nas próximas semanas quando os possíveis impactos das aglomerações observadas no carnaval começarão a impactar as notificações”, diz trecho da recomendação.

Novo decreto: não tem lockdown, mas deve ter toque de recolher
     │     13:25  │  0

A reunião entre governo do Estado e setor produtivo, realizada ontem, como antecipado aqui, serviu para discutir medidas que poderão – e deverão – ser anunciadas ainda esta semana para o enfrentamento da pandemia. Por enquanto não fecha nada do que está aberto.

Pelo que consegui apurar, haverá mudanças no distanciamento social controlado para tentar diminuir aglomerações. Uma das medidas mais duras deve ser a proibição total de eventos, mas existe a opção de autorizar reuniões menores – hoje pode até 300 pessoas.

Tudo aponta para a adoção do “toque de recolher”, com probabilidade de reedição do decreto que estabeleceu, no final de 2020, o funcionamento de bares e restaurantes diariamente entre as 6h até 00h do dia subsequente. Não existe, porém, indicativo da proibição de música ao vivo.

O que os representantes do setor produtivo pediram ao governo é que as medidas sejam adotadas em doses homeopáticas – sob o argumento de que se a dose for muito forte pode mantar o paciente. A proposta é ir adotando, paulatinamente, as restrições de circulação de pessoas e ajustando com a capacidade de atendimento da rede hospitalar.

A reunião, tratada como “fórum de alinhamento das ações de combate à Covid-19 no estado, contou com participação dos secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Rafael Brito, do Gabinete Civil, Fábio Farias e da Saúde, Alexandre Ayres, representantes do setor produtivo alagoano e da Prefeitura de Maceió. O encontro aconteceu no Palácio República dos Palmares com objetivo de ouvir a demanda dos segmentos e manter diálogo próximo entre as áreas pública e privada.

“Temos agido, com racionalidade e equilíbrio entre a preservação da vida e da atividade econômica, sobretudo, sob a ótica da geração de emprego e renda para o nosso povo. Alagoas tem se destacado como um dos poucos estados do país a manter diálogo direto entre o poder público e o setor produtivo e é muito importante que a população saiba que estamos atentos à demanda de todo segmento”, ressalta Rafael Brito.

A reunião contou com a participação de representantes da Abrasel/AL, ABIH/AL, Fecomércio/AL e da Associação Comercial de Maceió e teve caráter não deliberativo, ou seja, nenhum nova medida em relação ao Plano de Distanciamento Social Controlado foi definida.

Decreto

O que saiu do fórum são as sugestões que serão transformadas em novo decreto de distanciamento social controlado pelo governador Renan Filho. Tudo aponta para a publicação das novas medidas na próxima sexta-feira. A conferir.

Pode ficar pior

Medidas mais duras não estão descartadas. Tudo depende da evolução dos novos casos nos próximos dias e de reunião que será feita nesta quarta-feira (3) entre o secretário de Saúde de Alagoas, Alexandre Ayres e o Ministério Público do Estado. A prefeitura de Maceió também deve mandar representantes para o encontro.

O MP/AL, pelo que se sabe, quer prefeitura e Estado endureçam as medidas de distanciamento social controlado. JHC e Renan Filho relutam em fechar novamente setores da economia. Mas devem apertar a fiscalização. Hoje as equipes da prefeitura vão fiscalizar bares e restaurantes. E se for preciso vão fechar os estabelecimentos que estão descumprindo as regras.

“Os próximos dias serão difíceis”, avisa Ayres, apesar dos novos leitos de Covid-19
   1 de março de 2021   │     23:23  │  0

Há menos de uma semana, Alagoas tinha 830 leitos SUS exclusivos para Covid-19 com taxa de ocupação geral de 55%. Para evitar o risco de colapso, a Secretaria de Saúde do Estado ampliou o número de leitos. Ainda assim, a demanda parece crescer mais rápido do que a oferta.

Nesta segunda-feira (1o) de acordo com o boletim da Sesau-AL, eram 871 leitos, com ocupação de 60%. As UTIs, que antes eram 261, aumentaram para 271. E apesar do número maior, a taxa de ocupação já chega a 72% no geral, sendo 66% em Maceió e 81% no interior (veja aqui o boletim).

Hospitais da rede ou filantrópica também enfrentam dificuldades. Alguns já não teriam mais leitos disponíveis para Covid-19.

Para tentar evitar o endurecimento das medidas de distanciamento social controlado com reflexos na economia de Alagoas, a Secretaria de Saúde do Estado vai aumentar esta semana – mais uma vez – o número de leitos exclusivos para a Covid-19.

O secretário Alexandre Ayres adianta que serão disponibilizadas nos próximos dias mais 30 UTIs. Serão dez a mais no HGE.

As novas UTIs no HGE seriam utilizadas para o atendimento geral. “Pela primeira vez em anos conseguimos atender uma antiga demanda, que era ampliação dessas UTIs no Hospital Geral do Estado. Infelizmente todas elas terão que ser destinadas para a Covid-19, em função do aumento de novos casos”, pondera Ayres.

Os outros leitos serão abertos principalmente na rede privada de Maceió e no interior. A preocupação de Ayres, no entanto, é que essas medidas – de forma isolada – não são suficientes para o enfrentamento da pandemia no Estado.

Em um texto que circula nas redes sociais, o secretário alerta para um agravamento da situação em Alagoas. “Peço à população que se proteja e se previna, que use máscaras e evite aglomerações, porque os próximos dias serão muito difíceis em Alagoas e no Brasil ”, diz.

A declaração, que chegou a ser considerada “fake news” foi objeto de apuração da Secom-AL (veja aqui) .

“É verdadeira a declaração atribuída ao secretário de Estado da Saúde, Alexandre Ayres, que vem circulando em grupos do WhatsApp desde a sexta-feira (26), sobre a situação de Alagoas nos próximos dias. A imagem compartilhada traz o trecho de uma entrevista concedida pelo gestor, onde ele diz que, caso a população não cumpra as orientações dos órgãos de saúde para o controle do novo coronavírus, a situação em Alagoas pode se complicar.”, diz trecho da reportagem.

Dividindo o peso

Na sexta-feira (26) o governador Renan Filho se reuniu com o prefeito de Maceió, JHC, para discutir ações conjuntas de enfrentamento da Covid-19. “Tive uma reunião com o prefeito de Maceió,  JHC, e equipes da Saúde, Educação e Gabinete Civil para discutirmos a situação da pandemia em Alagoas. Por um lado, o governo ampliará leitos, mas nós estamos alertando a população de modo que colabore com os cuidados necessários para que os leitos ampliados possam atender a demanda. Precisamos impedir que a doença avance enquanto a gente vacina.”, disse.

Nesta segunda-feira, Renan Filho teve reunião semelhante com o prefeito de Arapiraca, Luciano Barbosa. “Estive hoje em Arapiraca junto com o secretário de Saúde, Alexandre Ayres para debater com o prefeito Luciano Barbosa sobre as medidas de enfrentamento à pandemia. Lá, abrimos novos leitos bem como ampliamos também o número de leitos nos municípios de Coruripe, Penedo, São Miguel dos Campos e Palmeira dos Índios. Estamos unindo esforços para minimizar os impactos da pandemia, mas é de fundamental importância que toda a população colabore neste momento.”.

Além de prefeitos, o governo deve fazer também reuniões com o setor produtivo, já a partir desta terça. Serão as últimas tentativas de conter o avanço da pandemia sem a necessidade de decretar medidas mais duras. Daqui a pouco conto mais.

 

Renan Filho e JHC juntam forças contra Covid-19, “pro bem e pro mal”
   25 de fevereiro de 2021   │     23:26  │  0

Na política, cada um continua na sua e longe, muito longe, de qualquer aproximação. Mas a pandemia cobra sua conta e chama os principais líderes de Alagoas à responsabilidade – mais uma vez.

Renan Filho e JHC. Alexandre Ayres e Pedro Madeiro. Governador do Estado, prefeito da capital e seus secretários de saúde sentam na manhã desta sexta-feira (26), no Palácio dos Palmares, para tratar da gestão da Covid-19 no Estado e, principalmente, Maceió.

Será a primeira reunião de trabalho, de fato, entre governo e prefeitura, desde a posse de JHC. O objetivo é fazer uma análise da situação da Covid-19 em Maceió, em função da alta no número de novos casos e a partir daí dividir o “fardo” para o bem e para o mal.

No encontro, Renan Filho e JHC vão tomar decisões conjuntas sobre funcionamento de setores da economia e a fiscalização. E vão além. Na pauta, a capacidade dos hospitais para atender os novos casos de Covid-19, a necessidade de ampliar a contratação de leitos e o trabalho conjunto para tentar conter o avanço do novo coronavírus no Estado

Não será, anote, uma reunião de cobrança, mas um encontro para avaliação e tomada de decisões conjuntas. O que se espera, a partir daí, se seguidas recomendações técnicas, é o aperto da fiscalização tanto da prefeitura quanto do Estado.

Se o governador e o prefeito escutarem a “ciência”, devem promover medidas que restrinjam aglomerações e a circulação de pessoas. Mas tudo indica que os dois devem optar por manter tudo aberto, com regras mais rígidas e fiscalização mais dura. A conferir.

Brasil em colapso

Até esta quinta-feira (25), Alagoas tinha no acumulado 129.917 casos confirmados e 2.969 óbitos de Covid-19. No ritmo atual, o Estado passa dos 130 mil casos e 3 mil óbitos até o final do mês. A situação, hoje, é de estabilidade, mas tem preocupado – e muito – as autoridades de saúde.

Se os casos continuarem aumentando, mesmo após os “apelos” que serão feitos por prefeitura e governo, o caminho será voltar a fechar setores da economia.

A possibilidade de fechamento aqui existe sim, embora mais distante que a maioria dos Estados

Alagoas tem 830 leitos exclusivos para Covid-19, dos quais 55% estão ocupados. No auge da pandemia, o Estado chegou a ter mais de 1.500 leitos, com mais de 80% de ocupação. Mantida essa situação, não será preciso fechar mais nada.

Em caso de agravamento, com risco de colapso na rede de saúde, o lockdown pode ser necessário por aqui também.

Em reportagem desta quinta-feira, o G1 traz levantamento sobre a capacidade dos Estados para tratamento de pacientes com Covid-19. A maioria está no limite.

Veja o quadro:

SC – Estamos entrando em colapso, diz secretário de saúde de Santa Catarina

TO – Ocupação de leitos passa de 80% no Tocantins

RO – Secretário diz que todos os leitos de UTI para Covid estão ocupados

RS – Secretária de saúde fala em possível esgotamento de vagas nas UTIs

BA – Bahia tem restrição total de atividades não essenciais e secretário alerta para colapso

CE – 91% dos leitos de UTI no Ceará estão ocupados e 170 cidades têm risco altíssimo

PB – Paraíba adota toque de recolher

MA – Taxa de ocupação dos leitos chega a mais de 80% em São Luís

SE – Governador de Sergipe não descarta toque de recolher

RN – ‘Natal e Região Metropolitana estão com rede de saúde colapsada’, diz governadora

PR – Hospitais de Curitiba têm fila e secretária de Saúde fala em ‘avalanche de casos

Leia aqui a reportagem do G1 sobre a situação da Covid-19 nos Estados: Pazuello diz que transferência é opção para UTIs lotadas, mas conselho de secretários alerta que ‘todo mundo está no limite’