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Resultado de pesquisa com Rui Palmeira para o Senado é “omitido”
   20 de janeiro de 2018   │     22:31  │  0

O prefeito de Maceió não gostou do resultado da pesquisa da TDL, divulgada esta semana, que inclui seu nome como pré-candidato ao governo. É compreensível. No resultado geral, Renan Filho ficou com 45%, Rui Palmeira com 12% e JHC com 9%.

Em tom de “brincadeira”, o prefeito se queixou: “Fiquei muito preocupado com essa pesquisa porque por esses números eu vou ter muitas dificuldades para me eleger a vereador em 2020”.

Nos bastidores, Rui Palmeira também vem sendo apontado como eventual candidato ao Senado. E a pesquisa da TDL também testou o seu nome para o cargo. Mas o resultado não foi disponibilizado até agora.

Quem teve acesso aos números revela que o desempenho de Rui Palmeira como candidato ao Senado não foi melhor do que para o governo.

No registro no TSE, a TDL Pesquisa & Marketing informa o período e abrangência da pesquisa e registra o questionário que foi aplicado.

Na pesquisa estimulada, a TDL incluiu um cenário para presidente, dois cenários para governador e quatro cenários para senador, além de pesquisa espontânea para deputado estadual e deputado federal.

Todos esses cenários foram divulgados. Todos menos um.

O cenário consegui acessar na página no TSE. É este:

“DENTRE ESTES CANDIDATOS, EM QUEM VOCÊ VOTARIA PARA SENADOR DE ALAGOAS?

BIU DE LIRA

RENAN CALHEIROS

MARX BELTRÃO

JOÃO CALDAS

ALFREDO GASPAR

RUI PALMEIRA

A pesquisa foi divulgada em primeira mão em parceria com um site local, apenas os resultados dos outros três cenários, que também divulguei aqui. Nestes cenários, Renan Calheiros venceria em primeiro, com Téo Vilela e Benedito de Lira disputando a segunda vaga.

Ficamos todos devendo, portanto, o quarto cenário.

Veja o registro da pesquisa

Para acessar o registro da pesquisa, com questionário e outros dados, acesse este link na página do TSE: http://inter01.tse.jus.br/pesqele-publico/

Para saber mais sobre as pesquisas:

Para o Senado, acesse aqui: http://edivaldojunior.blogsdagazetaweb.com/2018/01/18/renan-venceria-em-primeiro-biu-e-teo-disputam-2a-vaga-aponta-pesquisa-para-o-senado/

Para o governo, acesse aqui:http://edivaldojunior.blogsdagazetaweb.com/2018/01/17/se-as-eleicoes-fossem-hoje-renan-filho-seria-eleito-com-68-dos-votos-validos/

Veja o cenário que ainda não foi divulgado:

Contrariado com mudanças na Caixa, Arthur Lira ataca ministro Meirelles
     │     18:49  │  0

Um suposto movimento para tirar Gilberto Occhi da presidência da Caixa Econômica Federal e a aprovação de mudanças no estatuto que restringem indicações políticas para a diretoria da instituição, irritaram o deputado federal Arthur Lira.

Líder do PP e um dos principais líderes do Centrão, o deputado federal alagoano reagiu às mudanças com duras críticas ao ministro da Fazenda, Henrique Meirelles e ao presidente Michel Temer.

Veja os principais trechos da entrevista de Arthur Lira:

“E o Meirelles? Está na Fazenda porque fez concurso? Ele foi uma indicação política. A única coisa que ele fez foi disputar um mandato de deputado federal por Goiás, comprando voto numa cidade do Tocantins”.

“Quem quer aprovar a reforma da Previdência não faz uma coisa dessas”.

“Eles querem é demonizar a política. Qual o país do mundo vive sem política?”

“Quem tem que estar aperreado é o presidente Temer, que está sendo esvaziado, pois tiraram atribuição que era dele. […] Daqui a pouco Temer não indica mais ninguém”.

As declarações foram dadas ao blog do Camarotti, do G1. Veja:

Líder do PP explicita rebelião na base após restrição a indicações políticas na Caixa

O líder do PP, deputado Arthur Lira (AL), reagiu à aprovação do novo estatuto da Caixa Econômica Federal, que limita as indicações políticas para a diretoria do banco.

Em conversa com o Blog, Lira atacou o movimento da equipe econômica e disse que, na avaliação dele, a medida vai inviabilizar a aprovação da reforma da Previdência. “Quem quer aprovar a reforma da Previdência não faz uma coisa dessas”, observou.

Para Lira, o novo estatuto “mostra a vontade do Ministério da Fazenda e do Banco Central para tomar o comando da Caixa. Eles querem é demonizar a política. Qual o país do mundo vive sem política?”, questionou o deputado.

“E esse Conselho de Administração é indicado por quem? É indicado pelo Ministério da Fazenda, pela equipe econômica”, reagiu.

“Querem fazer da Caixa uma nova Petrobras. O problema é que a Caixa não se defende. E para tirar alguém, a imagem será denegrida. Isso não vou aceitar”, reagiu o deputado, que ressalvou não ter “compromisso com o malfeito”. “Quem errou é que pague”, disse.

Ele também criticou o argumento de que é preciso uma gestão técnica no banco. “Não venha de novo com essa de escolha técnica”.

Em seguida, ironizou a situação política do presidente Michel Temer, que segundo ele, saiu enfraquecido desse episódio.

“Quem tem que estar aperreado é o presidente Temer, que está sendo esvaziado, pois tiraram atribuição que era dele. […] Daqui a pouco Temer não indica mais ninguém”.

As declarações de Lira explicitam uma rebelião na base aliada com a definição de uma mudança ampla na composição da Caixa.

Para Lira, a estratégia da equipe econômica é atingir a imagem do banco estatal e com isso fazer a mudança completa na instituição.

Lira atacou diretamente o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. “E o Meirelles? Está na Fazenda porque fez concurso? Ele foi uma indicação política. A única coisa que ele fez foi disputar um mandato de deputado federal por Goiás, comprando voto numa cidade do Tocantins”, disparou o líder do PP.

O blog buscava contato com o ministro até a última atualização deste texto.

Líder de uma das maiores bancadas da base do governo, com 46 deputados em exercício, Lira também demonstrou contrariedade com o movimento mais amplo de mudar o comando da Caixa, inclusive o presidente do banco, Gilberto Occhi, indicado pelo PP.

“O que têm contra o Occhi para tirar o Occhi do comando da Caixa?”, reagiu. “Há movimentação de subterrâneo para depois colocar quem eles quiserem”.

Leia aqui, na íntegra:

https://g1.globo.com/politica/blog/gerson-camarotti/post/2018/01/19/diante-de-novo-estatuto-da-caixa-lider-do-pp-parte-para-o-ataque-contra-meirelles-e-equipe-economica.ghtml

Mais de 70% dos eleitores de Alagoas não tem candidato a deputado
     │     10:30  │  0

  • Atenção candidatos. O alagoano ainda não sabe em quem votar para deputado nas eleições deste ano. Se em relação ao voto majoritário, existe um grau de definição que é de 7 em cada 10 eleitores na escolha de presidente, governador e senador, no voto proporcional a relação é inversamente proporcional.

A pesquisa da TDL divulgada esta semana traz um “retrato” da preferência do eleitor. Vamos relembrar?

Presidente: Lula 53%, Bolsonaro 10%, Marina 4%, Ciro 2%, Alckmin 1% e Álvaro Dias 1%. Nenhum deles 5%, indecisos 11% e brancos e nulos 13%.

Governador: Renan Filho tem 45%, Rui 12% e JCH 9%. Indecisos 15% e brancos e nulos 19%.

Para senador, Renan 28%, Biu 22%, Téo 20%, Marx 16%, Rafael 7%, Alfredo 7% e Caldas 5%. Indecisos 18%, Brancos e nulos 21%.

Note que a soma de brancos e nulos ou nenhum é, respectivamente de, 29%, 34% e 39%. São números altos? E o que pensar, então, do voto proporcional? A soma de indecisos (64,20%) e brancos e nulos (9,07%) para deputado federal é de 73,27%.

Para deputado estadual, o grau de indefinição é ainda maior A soma de indecisos (70,19%) e brancos e nulos (7,28%) chega a 77,47%.

Em outras palavras, de cada 10 eleitores, pelo menos 7 não sabem em quem votar para a Câmara dos Deputados ou Assembleia Legislativa de Alagoas.

Os preferidos

Aparecer bem nas pesquisas proporcionais agora é um bom indicativo, mas não aponta a vitória de ninguém. Tudo vai depender não só da postura dos candidatos, da capacidade de cada um de conquistar a simpatia dos eleitores (alguns preferem comprar, mas essa é outra história e aí depende de grana, muita grana) e das coligações.

Na pesquisa espontânea, se as eleições fossem hoje, quem lideraria para federal seria Heloisa Helena, JHC, Carimbão e Ronaldo Lessa.

Para deputado estadual a liderança fica com Galba Novaes, Dudu Holanda, Jó Pereira e Fátima Canuto.

A pesquisa

Foi divulgada nessa quarta-feira, 17, a primeira pesquisa eleitoral de Alagoas registrada no TSE. O registro passa a ser obrigatório no ano da eleição. O levantamento é da TDL Pesquisa & Marketing traz resultados para presidência e governo do estado.

As entrevistas foram realizadas com eleitores com 16 anos ou mais em 52 municípios de Alagoas, entre de 12 a 14 de Janeiro de 2018, sendo checadas simultaneamente à sua realização em 10,0% das entrevistas. A pesquisa foi utilizada uma amostra de 1.068 eleitores, estratificada por gênero, faixa etária, grau de escolaridade, nível econômico e posição geográfica. As quotas foram estabelecidas com base nos dados mais atualizados do PNAD/2014 e TSE/ TRE de 2017.

A pesquisa apresenta 95,0% de grau de confiança, margem de erro de 3,0% e está registrada no TRE sob o número AL-05922/2018. A TDL pesquisa e Marketing informa que possui estatístico devidamente registrado no Conselho Regional de Estatística da 5ª Região sob o nº 8492.

Veja as tabelas

Esse foi o resultado do levantamento eleitoral da TDL Pesquisa & Marketing para deputado federal e deputado estadual:

     

Mais um secretário vai deixar governo de RF para disputar vaga de federal
   19 de janeiro de 2018   │     7:43  │  0

Vem aí uma reforma administrativa no governo de Renan Filho. Até o início de abril deste ano, pelo menos três secretários devem se desincompatibilizar para disputar as eleições deste ano.

Além do vice-governador e secretário de Educação de Alagoas, Luciano Barbosa e da secretária de Esportes, Lazer e Juventude, Cláudia Petuba, o secretário de Ciência e Tecnologia, Régis Cavalcante, também está decidido a encarar as urnas mais uma vez.

O PPS de Régis bateu martelo e vai fechar coligação proporcional com os partidos do CD para as eleições deste ano em Alagoas. “Estamos trabalhando o Círculo Democrático para chapas proporcionais”, aponta Regis. Entre os partidos que devem compor a coligação estão o PV, PRTB, Avante e Podemos.

Quanto a Régis, ele está decidido a se desincompatibilizar da Pasta para encarar as urnas em outubro: “sou candidato a Deputado Federal. Além disso, o PPS terá o procurador do INSS, Paulinho de União dos Palmares como candidato a deputado federal”, aponta.

O PPS também terá candidatos concorrendo a uma vaga na Assembleia Legislativa de Alagoas: “Vamos apresentar nomes para Deputado Estadual como o bancário Maurício Cruz, o vereador por Arapiraca Sérgio do Sindicato e dois outros nomes que serão anunciados no Congresso do PPS, no dia 27 de Janeiro, às 9 horas no hotel Ponta Verde”, adianta Régis. Também para estadual, o partido fará coligação.

Secretária vai deixar governo de Renan Filho para disputar eleição de outubro
   18 de janeiro de 2018   │     6:42  │  0

Não, não é só vice-governador e secretário de Educação de Alagoas, Luciano Barbosa, que vai se desincompatibilizar do cargo para disputar as eleições de outubro deste ano. Estou apurando informações de outros pré-candidatos.

Uma das “pistas” que recebi de importante fonte do Palácio dos Palmares acaba de se confirmar. A secretária de Esportes, lazer e Juventude, Cláudia Petuba, vai deixar o cargo para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa nas próximas eleições.

O martelo foi batido em reunião do PCdoB, realizada na terça-feira, em Maceió. O partido traçou uma estratégia eleitoral e vai para as eleições em Alagoas alinhado com o governador Renan Filho e com o senador Renan Calheiros.

A principal missão do PCdoB em 2018 é “retomar” uma vaga na Assembleia Legislativa do Estado. O primeiro comunista da “nova safra” que passou por lá (pelo que lembro) foi Eduardo Bomfim. Isso em 1982. No Brasil pós ditadura, o partido ganhou força em Alagoas, chegando a eleger vereadores em Macei, deputados estaduais e prefeitos. Atualmente, no entanto, está reduzido a uns poucos vereadores no interior.

“O partido trabalha, num primeiro momento, para lançar uma chapa puro sangue. Hoje temos pelo menos 10 nomes competitivos”, aponta Claudia Petuba.

Entre os nomes mais conhecidos, além da atual secretária de Esportes, Lazer e Juventude, o PCdoB, deve apresentar para a disputa o reitor da Uneal, Jairo Campos. Ele conseguiu grande visibilidade a partir de um trabalho de fortalecimento e modernização da Universidade Estadual de Alagoas.

A expectativa é de filiação de novos reforços nos próximos dias. Alguns nomes, no entanto, vem sendo mantidos em “segredo”.

O plano B, do PCdoB, é o mesmo de várias legendas: o partido também avalia a coligação proporcional. “Teremos candidatos a federal e a estadual e estudamos a possibilidade de coligação, com o objetivo de assegurar o quociente eleitoral”, aponta.

Quanto ao seu próprio destino, Cláudia é enfática: “Vou à luta”. Além do apoio de pessoas que atuam no campo da Secretaria (especialmente esportes), a secretária quer conquistar outros setores, com um discurso mais amplo: “claro que vamos defender o esporte, mas iremos muito além, na interlocução com outros setores da sociedade”, adianta.

Nova estratégia

Só para lembrar: em 2014, o PCdoB tentou chegar á ALE com uma só candidatura, concentrando esforços no Professor Edvaldo Nascimento. Ele chegou perto, mas não teve votos suficientes para assumir o cargo. Agora, o partido parece ter se inspirado na estratégia do PT em 2014. Com chapa puro sangue, os petistas elegeram dois deputados (Marquinhos Madeira e Ronaldo Medeiros). Ambos mudaram de legenda e estão hoje no MDB.