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Paulo Dantas reforça o agro e comanda “expo mais democrática” do NE
   21 de setembro de 2021   │     15:13  │  0

Foi uma boa e longa conversa, regada a café, no escritório do deputado estadual Paulo Dantas (MDB).

Nome em ascensão na política estadual, com forte liderança na região do sertão, o parlamentar tem fama de ser metódico e organizado. E foi assim que ampliou suas bases em todo o Estado nas eleições de 2020.

Planos para 2022? Paulo Dantas diz que o momento é de falar do “agora”, mas avisa que estará ao lado de Marcelo Victor em qualquer situação.

Paulo Dantas acredita que o presidente da Assembleia Legislativa de Alagoas saberá buscar as melhores alianças, os melhores caminhos, “para Alagoas continuar avançando”.

O deputado avisa que estará focado nas próximas semanas em sua atuação no plenário da Assembleia Legislativa e na organização da Expo Bacia Leiteira – evento que ajudou a resgatar e pretende transformar na exposição nais democrática do Nordeste.

“Temos trabalhando em vários projetos em defesa só setor produtivo, especialmente da agricultura familiar e do produtor rural”, aponta.

O parlamentar tem várias iniciativas em defesa do setor produtivo. O mais recente projeto, apresentado no começo deste mês, propõe dar fácil acesso à água para milhares de pequenos produtores que convivem com a seca.

A proposta (veja abaixo) pretende dispensar da outorga, todos os imóveis rurais que fizerem uso de até 5 mil litros/hora para consumo humano, produção agrícola ou para matar a sede de animais na propriedade.

O deputado também é o coordenador da comissão organizadora da Expo Bacia Leiteira, que não foi realizada em 2020, em função da pandemia.

O evento volta na edição de 2021 com novo perfil. “Será uma exposição voltada ao conhecimento, a troca de informações e aos negócios. Infelizmente, não poderemos realizar grandes shows, por força dos protocolos sanitários. Mesmo assim, a nossa expectativa é de grande participação do público”, aponta.

Entre as novidades para a edição da Expo este ano, está o primeiro shopping de animais da agricultura familiar, a realização de mais de dez palestras voltadas a produtores rurais, além de encontros.

O evento será realizado no Parque Mair Amaral, em Batalha, de 6 a 9 de outubro e deve reunir mais de 200 expositores, de Alagoas e de vários Estados do Nordeste.

“Vamos fortalecer a vocação democrática da exposição. Teremos atividades exclusivas para a agricultura familiar, para o pequeno, médio e grande criador”, adianta.

Outra novidade, segundo Paulo Dantas serão encontros e palestras sobre uma atividade promissora que chegou ao sertão – o cultivo de milho com tecnologia de ponta voltado para a produção de grãos.

“Teremos no sertão produtividades semelhantes a grandes centros produtores do Brasil e vamos compartilhar essa informação, mostrando para todos os interessados como atingir esses resultados”, explica.

“Esta semana vamos divulgar a programação da Exposição. Teremos a participação do governo de Alagoas, do governo federal, das prefeituras, das cooperativas e de instituições a exemplo do Sebrae e Ifal. Será um grande evento, que vai mostrar a força do leite, a força do produtor rural e principalmente a força e determinação do sertanejo”, aponta.

Paulo Dantas durante entrevista com Edivaldo Júnior

A Exposição

A 38ª Expo Bacia Leiteira vai ocorrer entre os dias 6 e 9 de outubro em Batalha. A exposição pode ser considerada uma conquista para a economia da região do sertão do Estado. O evento retorna ao Parque Mair Amaral, em Batalha, com programação técnica extensa com a expectativa de participação de mais de 300 animais entre as suas atividades de julgamentos, exposição e torneio leiteiro.

Segundo o presidente da Associação dos Criadores de Alagoas (ACA),Domício Silva, a realização do evento significa a abertura de novas oportunidades. “O setor está confiante e sob clima de otimismo. Já há uma grande movimentação para o fechamento de negócios durante a exposição, tendo em vista que mercado está aquecido. A expectativa é muito positiva mediante o cenário firme da agropecuária”, informou.

Além da retomada econômica, a Expo Bacia é sinônimo de inclusão para os pequenos produtores da agricultura familiar, que por mais um ano terão torneio leiteiros exclusivos. Para o presidente da Cooperativa dos Produtores de Leite de Alagoas (CPLA), Aldemar Monteiro, o clima é de otimismo. “Os produtores já estão nos preparativos para o evento que é um grande vetor e estímulo para os pequenos utilizarem mais tecnologia e se desenvolver, além de uma excelente oportunidade de demonstrar seu trabalho”, informou.

Milho no Sertão

O suplemento Rural da Gazeta de Alagoas trouxe uma reportagem completa sobre o tema. Confira aqui, na íntegra: Tecnologia promete criar nova fronteira agrícola para o milho em AL

Dispensa de outorga

Veja aqui texto da assessoria da Assembleia Legislativa: Paulo Dantas quer dispensa de outorga para facilitar aos pequenos produtores o uso da água

 

Renan avisa que “CPI vai terminar em temperatura elevadíssima”,
   19 de setembro de 2021   │     17:54  │  2

A CPI da Pandemia deve elevar a temperatura nos próximos dias. E o clima ficará quente por mais tempo do que se imaginava.

A expectativa dos senadores era encerrar os trabalhos até próxima sexta-feira, 24, mas os parlamentares precisam analisar documentos obtidos nos últimos dias, além de aprofundar as investigações sobre a Precisa Medicamentos, intermediária da vacina Covaxin.

A relação da operadora de saúde Prevent Senior com o Palácio do Planalto também está na mira da comissão.

“Não acaba nesta semana, com certeza”, disse à Veja o senador Omar Aziz (PSD-AM), presidente da CPI.

Também à Veja o relator da comissão, senador Renan Calheiros (MDB-AL) disse que a CPI não termina agora e certamente não terminará sem emoções.

“Temos um acúmulo de tarefas na reta final. A CPI vai terminar em temperatura elevadíssima” afirmou Renan.

“A partir de quinta-feira estarei pronto para apresentar o relatório. Mas, a decisão sobre quando vamos apresentar não é minha, é coletiva, da comissão. Estamos dedicados a avançar na investigação”, disse Calheiros.

Segundo a reportagem de Veja, os senadores pretendem fazer uma cerimônia de 40 minutos antes da apresentação do relatório, com representantes de vítimas da Covid de cada Estado do país e um convidado representando o Brasil.

A expectativa é que o relatório aponte erros e omissões na atuação do presidente Jair Bolsonaro e do Ministério da Saúde no enfrentamento da pandemia.

O que se espera é a inclusão no relatório final da crise de Manaus, incentivo à cloroquina, demora na compra de vacinas, fake news e “gabinete paralelo”, entre outros temas.

Jaleco
Essa semana Renan Calheiros afirmou que o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga é “um fracasso, um Pazuello de jaleco”, em alusão ao ex-titular da pasta, que não é médico.

As críticas foi pela recomendação de não vacinar adolescentes, sem comorbidades, de 12 a 17 anos.

Leia a reportagem de Veja, na íntegra:  “CPI vai terminar em temperatura elevadíssima”, diz Renan Calheiros

Senador que votar contra coligação pode perder apoio da “política” em AL
   13 de setembro de 2021   │     13:15  │  1

O alerta é de um influente parlamentar. O que está em jogo na política de Alagoas vai muito além da montagem de chapas para deputado federal ou deputado estadual em 22.

O Senado vai pautar antes do final deste mês a PEC que prevê a volta das coligações proporcionais. O presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), já avisou que vai pautar a votação da matéria, mas também disse como antecipei (veja aqui) que as chances de aprovação são pequenas.

“O senador que ficar contra a volta da coligação proporcional pode perder o apoio de deputados e vereadores”, aponta o parlamentar.

Em Alagoas a situação é diferente de outros Estados, argumenta. “Aqui são poucas vagas. No caso de deputado federal, apenas 9. E cada um tem um partido (exceto PSDB que passou a ter 2 com a renúncia de JHC, do PSB). Sem a coligação, vamos entrar numa briga nacional pelo controle de várias legendas”, alerta.

Para o parlamentar, o maior beneficiado na regra atual – sem coligação – pode ser o presidente da Câmara Federal, Arthur Lira (PP-AL).

“Os senadores Rodrigo Cunha, Fernando Collor e Renan Calheiros precisam ficar atentos. Sem coligação, os deputados federais vão ter que formar duas ou três frentes. Para isso terão que deixar seus partidos e se filiar no PP, MDB ou PSB. E se isso acontecer, quem terá mais chances de pegar o controle dos partidos que vão perder os deputados?”, questiona.

Na avaliação do parlamentar, “pela força hoje em Brasília”, Arthur Lira sairia fortalecido: “como presidente da Câmara dos Deputados ele tem grande influência e conseguiria facilmente algumas legendas, dificultando a possibilidade de aliança com os grupos dos próprios senadores, que tem interesse direto em formar chapas majoritárias no próximo ano”, pondera.

Mais da metade dos deputados de AL vai mudar de partido para a eleição de 22
   20 de agosto de 2021   │     10:01  │  0

Para o eleitor, ainda falta muito até a eleição de 22. Pra quem vai disputar um mandato, o ritmo é outro. Deputados estaduais e federais de Alagoas aguardam pacientemente a abertura da janela partidária para trocar de legenda.

Para eles (os proporcionais), a regra atual permite a mudança, sem risco de perda do mandato, faltando seis meses para a eleição – entre o começo de março até o início de abril do próximo ano.

Na bancada federal, o jogo só começa efetivamente depois da aprovação – ou não – da reforma eleitoral. Aprovada a volta das coligações, todos os deputados ficam onde estão, com alguma possibilidade de baixas no PSDB.

Na Assembleia Legislativa a troca de partido é certa para a maioria. São 27 deputados. E pelo menos 14 vão mudar de legenda, em função do realinhamento entre os grupos políticos do Estado.

Dependendo dos cenários e regras, até 20 deputados podem migrar para outra legenda.

Dança das cadeiras

Duas mudanças já ocorreram na atual legislatura em função da “justa causa”: Fátima Canuto saiu do PRTB para o PSC, Cabo Bebeto deixou o PSL e foi se filiou ao PTC. Podem continuar aí ou não, dependendo da formação de chapas.

Na maior bancada do Legislativo, a do MDB, com seis parlamentares, ao menos três podem mudar de sigla.

Jó Pereira tende a ir para o PP, independente do mandato que for disputar. Ronaldo Medeiros e Paulo Dantas são os outros que podem mudar (mas o martelo ainda não foi batido). Os outros parlamentares continuarão por lá: Ricardo Nezinnho, Galba Novais e Olavo Calheiros.

A bancada do PP (Ângela Garrote, Davi Davino Filho, Léo Loureiro e Tarcizo Freire) pode sofrer, no máximo, uma baixa.

Já a bancada do PRTB vai desaparecer. Reduzido a três parlamentares, após a saída de Fátima, o partido deve perder também Flávia Cavacante, Jairzinho Lira e Breno Albuquerque.

O único deputado do PROS, Bruno Toledo, deve ir para um dos partidos que estão na área de influência do presidente da Assembleia Legislativa.

O próprio Marcelo Victor, atualmente filiado ao Solidariedade, também vai mudar de “casa” e tem como opções DEM e PSL.

O único deputado do PDT, Inácio Loiola, já está de malas prontas, só esperando chegar a hora da mudança. Vai no mesmo barco de Bruno.

Com dois deputados, o PSDB também deve ficar sem bancada na Assembleia Legislativa. Cibele Moura e Dudu Ronalsa sinalizam que vão mudar de legenda. Ao menos um deles vai para o DEM.

Já o único deputado do DEM hoje, Davi Maia, tende a mudar de legenda. No cenário atual, pode ir para um dos partidos do grupo de JHC – embora ainda exista possibilidade de que ele fique no grupo de MV.

Com dois parlamentares, o PSD é outro que pode perder sua bancada. Nos bastidores se especula que Yvan Beltrão e Gilvan Barros Filho devem deixar o partido em função da conjuntura política e eleitoral.

Os demais deputados só deixarão seus partidos se for preciso, em função das regras partidárias.

Sílvio Camelo (PV), Marcos Barbosa (Cidadania), Antônio Albuquerque (PTB) e Chico Tenório (PMN) podem ficar ou sair, dependo da legislação e conjuntura.

Agora é esperar outubro chegar e com ele a reforma eleitoral: Com ou sem coligação? Federação? Com ou sem quociente? Mas essa é outra história.

Sindicato busca devolução dos 14% dos aposentados de AL, inicialmente no no “diálogo”
   6 de julho de 2021   │     21:15  │  3

O Sinteal vai buscar o ressarcimento dos 14% descontados de aposentados e pensionistas do Estado entre abril de 2020 e maio de 2021.

A presidenta do sindicato, que representa os trabalhadores da educação no Estado de Alagoas, Consuelo Correia, teve papel importante nas negociações com o Executivo e o Legislativo no processo que resultou na mudança da base de cálculo do desconto.

A partir de junho, a contribuição de 14% passa a ser cobrada de aposentados e pensionistas que ganham acima do teto da previdência (R$ 6.433,57). A regra anterior, em que a cobrança incidia a partir de um salário-mínimo (R$ 1,1 mil) prejudicava mais de 28 mil servidores, muitos deles professores.

Em entrevista a um site local, Consuelo explicou que vai buscar inicialmente o caminho do diálogo com os deputados estaduais.

“Nós vamos fazer, primeiro, negociações com a Casa Legislativa (Assembleia Legislativa), porque já existe um debate para a devolução desses recursos”, adianta Consuelo.

A ideia é repetir a estratégia que deu certo nas negociações com Executivo e Legislativo que resultaram na isenção do desconto para a maioria dos servidores: “E vamos conversar. Vamos conversar politicamente, para ver o que é que avança”.

O Sinteal, no entanto, deve partir para outras iniciativas se as conversas não avançarem. A via judicial não está descartada. Ou seja, se não conseguir um caminho pelo diálogo – o que é possível, porque o governo tem sinalizado que pode ceder nessa questão – o sindicato deve cobrar a devolução dos 14%, o que no caso de Alagoas representa mais de R$ 110 milhões (o desconto representou cerca de R$ 8,5 milhões por mês durante 14 meses). Em caso de vitória, os recursos serão devolvido para todos os inativos e não só para os professores.