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Ostensiva, digital e próxima ao cidadão: vem aí uma nova “PM” em Maceió
   6 de novembro de 2017   │     16:26  │  5

No governo de Alagoas, o novo modelo de policiamento que está sendo preparado para chegar as ruas de Maceió a partir dezembro de 2017, está sendo chamado, por enquanto, de “Força Tarefa de Proximidade”. Mas o nome com o qual o novo serviço, realizado pela Polícia Militar de Alagoas, vai se tornar conhecido será outro mais “apropriado”.

O custo já foi definido: R$ 1 milhão por mês, com pagamento de diárias a PMs e com convocação de policiais militares da reserva.

No conceito já aprovado pelo governador Renan Filho, pelo que apurei, os PMs, vão trabalhar em trio, sendo dois da ativa e um da reserva.

Na primeira fase, serão 400 homens fazendo o policiamento ostensivo em dois turnos de oito horas a cada dia. Eles vão trabalhar em três áreas de grande fluxo de pessoa já definidas: Centro, Jacintinho e orla.

O governo espera, com o novo serviço de patrulhamento, que será feito a pé, aumentar muito a sensação de segurança do cidadão. Hoje, para se ter uma ideia, o policiamento na orla de Maceió é feito por 3 viaturas e 12 homens. Com a FT de Proximidade, o governo vai colocar no mínimo mais 60 homens no policiamento de cada local.

O governador confirma o lançamento do novo serviço para dezembro e dá mais alguns detalhes. Os policiais vão trabalhar com uma câmera na cabeça (acoplada a um capacete). Toda a abordagem será filmada e servirá para monitorar a abordagem ao cidadão. Todos os PMs terão um rádio digital. Com o equipamento, eles podem se comunicar facilmente, o que permitirá a mobilização de todo os efetivos mais próximo do local, no caso de qualquer ocorrência.

“A possibilidade de chegar mais rápido é maior”, aponta Renan Filho.

O governador explica ainda que o policiamento não será restrito à beira da praia: “a ideia é avançar mais, cobrindo locais de grande fluxo, como entradas restaurantes”.

Esse novo modelo, que permite um contato mais próximo do cidadão não é novo, como explica o próprio governador: “estamos copiando, dentro da nossa realidade, a política mais bem-sucedida de segurança pública de outros locais. O que há de diferente para o que já fazemos é que vamos utilizar novas ferramentas e convocar policiais da reserva. Assim quem já se aposentou e quiser, vai voltar ao trabalho”.

Assim como ocorreu com a Força Tarefa, Renan Filho acredita que a polícia de “proximidade” vai contribuir para reduzir todos os indicadores de violência do estado. “O principal objetivo é aumentar a segurança das pessoas, mas esperamos que o policiamento mais ostensivo, mais próximo do cidadão também contribua para reduzir fortemente os indicadores de violência em nosso estado, principalmente na capital”, aponta.

De volta ao governo, RF vai para o embate: “Alagoas reduziu a violência”
   1 de novembro de 2017   │     0:17  │  0

Depois de um período de dez dias de férias, Renan Filho reassumiu o governo, nesta terça-feira, 31, disposto a mudar a “leitura” dos dados divulgados na segunda-feira (30) pelo 11º anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

O anuário da violência 2017, com dados de 2016, mostra que taxa de homicídio cresceu em todo o país no ano passado. Em Alagoas, apesar de uma variação menor que a média nacional, o crescimento foi menor.

O governador, por óbvio, prefere ver a metade cheia do copo e tratou de ir para o embate.

Um dos seus primeiros atos, após reassumir o governo, foi fazer uma transmissão ao vivo pelas redes sociais, para destacar dados que considera importantes na segurança. Ele realçou os investimentos feitos pelo governo na área e a melhora não só da percepção da violência, mas também de alguns indicadores.

RF chamou a atenção para o fato de Alagoas ser, até 2014, o mais violento do país. Mesma posição de Maceió, entre as capitais. No novo anuário, Alagoas caiu para 3o lugar, agora atrás de Sergipe e Rio Grande do Norte. Já Maceió caiu para 8o lugar, maior redução entre todas as capitais no período.

Para lastrear seus argumentos, Renan Filho usou gráficos divulgados pela Folha de São Paulo, nessa segunda-feira, 30. Um deles aponta que Alagoas tem uma das maiores reduções na violência (quase 20%) entre 2013 e 2016.

Acesse aqui a reportagem: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2017/10/1931423-mortes-violentas-crescem-e-atingem-maior-numero-ja-registrado-no-pais.shtml

Na contramão

O governador destacou ainda, com a ajuda do secretário de Comunicação, Ênio Lins, que o acompanhou na transmissão, o fato de que Alagoas é um dos poucos estados do país que consegue reduzir a violência no País, com destaque para Maceió. “E o melhor está por vir. Os indicadores apontam que teremos uma redução maior este ano”, frisou.

De fato, os dados apresentados pelo governador são reais. A violência diminuiu em Alagoas, em praticamente todos indicadores em 2016. A comparação com o período anterior ao seu governo mostra ainda resultados mais favoráveis. No entanto, é o que mostra o anuário, o número de homicídios foi maior em Alagoas em 2016, na comparação com 2015.

Quanto a Maceió, os resultados são de fato expressivos. Enquanto a taxa de homicídios por 100 mil habitantes, segundo o anuário, em Alagoas cresceu 3,3%, de 54,1 para 55,9, na capital a queda foi de -10,8%, de 51,7 para 46,1, na comparação entre 2015 e 2016. Todos os números são menores do que os registrados nos últimos dez anos, exceto quando alguns dados são comparados com 2015.

Os dados completos podem ser acessados no anuário da violência: http://www.forumseguranca.org.br/atividades/anuario/

Renan Filho promete avançar mais na segurança

A seguir, a reprodução de trechos da transmissão ao vivo, feita pelo governador Renan Filho:

“Alagoas há dez anos era o estado mais violento do Brasil. Toda vez que saia uma matéria como essa se colocava Alagoas estado mais violento do Brasil. Vocês se lembram, quando fui candidato eu assumi o compromisso de tirar de Alagoas esse título que nos envergonhava, que era o título de estado mais violento do Brasil. E graças a Deus isso aconteceu, porque Alagoas já não é mais o estado mais violento do Brasil”.

Renan Filho continua: “E olha pessoal, Alagoas era o estado mais violento e longe do segundo, muito longe. A gente já chegou a ter mais do que o dobro da violência do segundo estado mais violento do Brasil. Veja que coisa louca. Então para a gente perder posições neste ranking, nós precisamos ter as maiores reduções de violência do país, para que ela significasse, a queda de Alagoas do primeiro lugar, para no ano passado, em segundo e agora para o terceiro lugar. Isso demonstra que Alagoas está no caminho certo e vamos cair ainda mais em violência. Em 2016 caiu para terceiro e agora em 2017 vai cair ainda mais”.

O governador usa gráficos para reforçar seus argumentos: “este gráfico que mostra a taxa de homicídios de Maceió. A capital de Alagoas que já chegou a ter 110 homicídios para cada grupo de 100 mil habitantes, no governo passado, hoje tem bem menos que metade disso, 51,9 para cada grupo de 100 mil habitantes. Em Alagoas não há discrepância entre interior e capital. Significa dizer que nós estamos com policiamento garantindo segurança em todas as áreas, principalmente nas áreas mais violentas que são justamente as áreas da capital e região violenta”.

RF segue: “O maceioense se acostumou a ver a sua capital, como a capital mais violenta do Brasil. Ao ponto que Maceió chegou a ser colocada como a sexta capital mais violenta do mundo. E a capital caiu no nosso governo de primeiro lugar, para oitavo lugar, e no final de 2017 vamos sair das dez primeiras capitais mais violentas do país. Essa é notícia mais importante, é a notícia em que o Brasil aumenta em homicídios, Alagoas é um dos estados que mais reduz mais violência no país”.

O governador lembra, ainda da herança deixada pelo governo anterior: “É lógico que nós pegamos, e o alagoano sabe disso, uma batata quente. Essa batata precisou ser esfriada para agora a gente começar a ter os resultados. Não era fácil. A gente era o estado mais violento e muito mais violento que os outros. Hoje, enquanto dos outros cresce, aqui em Alagoas a gente reduz violência. Isso é muito significativo, porque é clara a informação de que o caminho está correto. Nós vamos seguir trabalhando, intensificando os resultados para o alagoano. Porque redução da violência significa muita coisa. Significa, além da segurança pessoal e da tranquilidade maior para as pessoas, significa mais força para o turismo, menos notícia negativa Brasil afora… quanto vale para um estado não ser hoje na capa da Folha de São Paulo e grandes noticiários nacionais, não ser colocado como estado mais violento do Brasil? Isso garante a vinda de mais turistas para o estado, que garante mais recursos, que garante mais empregos, que garante o enfrentamento da crise, que garante a sustentabilidade do Estado de Alagoas”.

O governador encerrou destacando outros avanços no Estado: “Nesta crise toda que balança o país, Alagoas está firme. O somatório destes resultados de solidez fiscal, de transparência, de redução da violência, de melhoria da qualidade da educação, a construção de novos hospitais e ampliação da rede de saúde, a construção de estradas, os investimentos na capital, sobretudo para os mais pobres, que moram em grotas, as obras de mobilidade urbana também em Maceió, isso tudo reunido demonstra que mesmo num momento que o Brasil tem tantas dificuldades Alagoas está firme, Alagoas está trabalhando para que a gente tenha um estado melhor para os alagoanos. E eu espero mesmo que boas notícias apareçam a cada dia, fruto do trabalho dedicado do estado, para que a gente tenha condição de melhorar a vida do alagoano, porque afinal de contas esta é a nossa missão”.

Joãozinho Pereira manda recado sobre “rompimento” com RF
   27 de outubro de 2017   │     12:39  │  1

Pelas redes sociais, o prefeito de Teotônio Vilela, Joãozinho Pereira (PMDB) afastou qualquer possibilidade de afastamento do governador.

Líder político da família Pereira, que reúne outros prefeitos e a deputada estadual Jó Pereira (PMDB), Joãozinho desmentiu os boatos sobre um possível rompimento com o governador: “Quem me conhece, e sabe um pouco da nossa história, sabe do compromisso que temos, na busca de fazer, uma Alagoas melhor pra todos, ao lado do nosso Governador Renan Filho!”.

Em tom de brincadeira, Pereira confirmou que teve sim um rompimento. Mas não foi político. “Rompi foi os ligamentos do meu joelho! Rsrsrs”. Agora, avisa, é “colocar gelo e panos quentes”.

Leia na íntegra, a nota de Joãozinho:

“Hoje (ontem) alguns blogs, deram evidência a um possível ROMPIMENTO, da família Pereira com o Governador Renan Filho. Mas a verdade é que eu ROMPI, ROMPI foi os ligamentos do meu joelho! Rsrsrs Homi!!! Eita falta de notícia, acho que está crise pegou até o noticiário do dia a dia. Quem me conhece, e sabe um pouco da nossa história, sabe do compromisso que temos, na busca de fazer, uma Alagoas melhor pra todos, ao lado do nosso Governador Renan Filho! Agora é colocar gelo e panos quentes no meu joelho, esse sim precisa de cuidados! Boa noite e abraço a todos”.

Apesar dos nomes já postos, chapa de oposição a RF ainda não foi definida
   25 de outubro de 2017   │     18:17  │  3

O grupo de oposição ao Palácio dos Palmares tem nomes que são apontados como eventuais candidatos ao Senado e ao Governo. Téo Vilela, Benedito de Lira e Rui Palmeira. Mas isto não quer dizer que a chapa já está formada.

Embora seja, no quadro de hoje, a formação “natural”, tudo pode acontecer a partir das negociações que estão sendo conduzidas por várias lideranças do bloco, inclusive do prefeito Rui Palmeira.

Nesse sentido, melhor traduzir corretamente as palavras do deputado federal Pedro Vilela: “nosso grupo terá uma chapa completa e competitiva, mas ainda a chapa não foi definida ainda. Longe de mim querer decidir quem será ou não candidato. Acredito que essas conversas vão avançar, não só com os entendimentos internos, dentro dos partidos que já estão aqui, mas também com reforços que podem chegar no grupo”, aponta.

Além do ministro e deputado federal Maurício Quintella, que pode vir a compor uma chapa majoritária, Pedro cita entre as possibilidades uma “conversa” entre líderes do grupo e o também ministro e deputado federal Marx Beltrão.

“A fase agora é de construção, de fortalecimento. A definição da chapa se dará mais à frente e será conduzida pelo candidato ao governo. Hoje, temos um pré-candidato, que é o Rui Palmeira. Torcemos para que ele aceitei encabeçar esse projeto. Somente depois disso é que o restante da chapa deverá ser definido”, pondera.

Chapa de oposição a RF terá um candidato ao governo e dois ao Senado, diz Vilela
   24 de outubro de 2017   │     16:30  │  0

O deputado federal Pedro Vilela, único tucano de Alagoas na bancada federal, acredita que o presidente do PSDB em Alagoas, Téo Vilela, acertou em convidar o prefeito de Maceió para assumir a presidência do partido, a partir da convenção que será realizada no próximo dia 11 de novembro, em Arapiraca.

“O Rui Palmeira é nosso pré-candidato ao governo. Nada mais natural do que ele assumir o comando do partido para poder, a partir daí, conduzir a política de alianças. Hoje temos no nosso grupo partidos como o DEM, PR, PR e PROS e o objetivo é conversar com dirigentes de outras legendas para ampliar nossa base”, aponta.

De acordo com Vilela, a coligação majoritária já estaria definida, hoje, com as pré-candidaturas de Téo Vilela e Benedito de Lira ao Senado e de Rui Palmeira ao governo. “Claro que existe espaço para o ministro Maurício Quintella também disputar o Senado, se esse for o seu desejo, mas a princípio temos hoje um grupo forte, com condições de enfrentar em pé de igualdade o grupo do governador Renan Filho”, aponta.

A missão de Rui Palmeira, além de costurar alianças majoritárias será, segundo Vilela, fortalecer o partido nas proporcionais: “vejo com bons olhos a participação do PSDB num chapão, para estadual e federal. Mas o partido precisa estar preparado, para lançar chapas próprias tanto para a Assembleia Legislativa quanto para a Câmara dos Deputados”, pondera.

O voto em Temer

Vilela mantém em segredo, como aconteceu na primeira votação, o seu voto na segunda denúncia contra Michel Temer. A votação será realizada nesta quarta-feira, 25.

Independente de sua posição, Pedro acredita que Michel Temer terá menos votos que na primeira denúncia: “é o que estamos sentindo aqui, na Câmara Federal. Pelo clima, o Michel Temer fica, mas terá menos votos que na primeira denúncia”, aponta.