Água? Luz? Deputado quer proibir cortes por atraso menor que 30 dias
   4 de dezembro de 2019   │     15:18  │  0

Empresas que prestam serviços públicos essenciais tem sido cada vez mais implacáveis com o usuário em Alagoas. A maiores e mais recentes queixas explodem nas redes sociais especialmente contra o ‘alicate’ afiado da Equatorial Energia.

Contas com atraso de semanas e, até mesmo, dias tem motivado cortes de água, internet e gás canalizado e principalmente de energia, segundo o deputado estadual Sílvio Camelo. “Tenho recebido muitas queixas contra a Equatorial”, aponta.

De acordo com o deputado, na situação de crise que vive o país e o Estado, algumas pessoas atrasam o pagamento por dificuldades financeiras reais.

“O consumidor tem sido penalizado com a pressa sem justificativa das empresas em fazer o corte. Em alguns casos, os prejuízos são incalculáveis. A religação da água de a energia nem sempre acontece com a mesma agilidade e ainda pode ter custos adicionais para o usuário”, aponta.

O deputado também reclama da falta de critérios no corte. “Algumas empresas só cortam depois de um mês, outras cortam com dias de atraso, provocando ainda mais confusão para o consumidor”, pondera.

Com o objetivo de evitar que os consumidores sejam alvo de ‘abuso’ das empresas fornecedoras de serviços, Camelo apresentou projeto de lei disciplinando o corte após 30 dias de atraso.

O Projeto de Lei Ordinária 243/2019 que “dispõe sobre a proibição que as empresas de concessão de serviços de água, luz, gás, telefonia fica e internet, façam corte do fornecimento residencial, comercial e industrial de seus serviços por falta de pagamento de contas com menos 30 (trinta) dias de atraso, da data do último vencimento, e dá outras providências.”

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Sem reajuste e com reforma: servidor de AL ‘perde’ quase um salário por ano
   3 de dezembro de 2019   │     22:30  │  3

Os servidores públicos de Alagoas, salvo algumas exceções (delegados, militares, auditores fiscais, pessoal do TJ), terminam 2019 com o ‘mesmo’ salário que começaram o ano. Já 2020 tem tudo para começar ‘pesando’ um pouco mais no bolso do funcionalismo.

Sem a concessão de reajuste anual (apesar de previsto pela legislação, o Executivo decidiu não conceder a correção dos vencimentos do funcionalismo este ano), a perda equivale a inflação do ano anterior (3,75% em 2018).

O valor que deixou de ser reajustado este ano dificilmente será recuperado.

Um servidor que recebe um salário-mínimo vai perder, ao final de 2019 – considerando que a data base seria em maio passado – nove vencimentos sem reajuste (oito meses e o 13o ).

Nessa base, as perdas reais seriam de R$ 337 a cada mil reais. Ou seja, esse é o valor que o servidor que ganham o mínimo ‘perderá’ por falta de correção.

Para complicar ainda mais a vida do servidor, a partir de janeiro de 2020, a contribuição da previdência do servidor vai aumentar de 11% para 14%.

A contribuição descontada dos servidores do Estado de Alagoas hoje está em 11% e, após a reforma, vai para 14%.

Na prática, com a nova contribuição, o servidor terá o salário – aquele que cai na sua conta no final do mês – reduzido em mais 3%.

Faça as contas. Quem ganha R$ 1 mil, paga hoje R$ 110 de previdência e passará a pagar R$ 140. O salário líquido cairia, neste caso, de R$ 890 para R$ 860.

Somadas as perdas com a inflação, o servidor do Estado começa 2020 com uma redução de salário (a cada R$ 1 mil) de R$ 30 relativo a previdência e mais R$ 37,5 do reajuste que não foi dado.

Ao longo do próximo ano, se o governo não der reajuste, o servidor terá perdido quase R$ 900 reais o que, na comparação em questão (R$ 1 mil) equivale a praticamente eliminar um vencimento mensal liquido.

Em outras palavras ou números, é como se o servidor recebesse um salário líquido a menos.

Reforma será aprovada

O projeto de reforma da Previdência do Estado, já está em fase de tramitação na Assembleia Legislativa de Alagoas e será aprovado nos próximos dias, adianta um influente parlamentar. “Nessa matéria até a oposição deve votar a favor”, pondera. A conferir.

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Ronaldo Lessa pode virar Plano A de Rui Palmeira para 2020
   2 de dezembro de 2019   │     23:40  │  3

Entre os principais partidos da política alagoana, o PSDB é o que tem pela frente a decisão mais complexa para as próximas eleições – especialmente em Maceió.

O MDB deve ir mesmo com Alfredo Gaspar (se ele deixar o MPE, claro), o PSB já tem João Henrique Caldas como seu pré-candidato. Ricardo Barbosa já foi apresentado como “o nome” do PT, enquanto no PDT e no PP os nomes mais fortes são de Ronaldo Lessa e Davi Davino Filho.

Outros partidos já avisaram que devem marchar com os nomes que serão apontados por Rui Palmeira ou Renan Filho. Nessa lista cabem PV, PSC e Podemos, por exemplo.

Dependendo da conjuntura, partidos como PSL e DEM podem lançar nomes próprios ou compor. O jogo está sendo jogado.

Já o PSDB está entre o apoio a JHC e um candidato próprio.

Se depender do presidente do partido no Estado, senador Rodrigo Cunha, o partido fará aliança com João Henrique Caldas. Ele já revelou sua preferência pelo deputado federal do PSB, com quem mantém relação próxima.

Se depender do prefeito Rui Palmeira, o PSDB terá candidato próprio. Ele apresentou como opções os vereadores Eduardo Canuto e Kelmann Vieira e a deputada federal Tereza Nelma.

Em meio ao cenário de indefinição, Rui Palmeira tem conversado com Ronaldo Lessa. O ex-governador aparece bem nas pesquisas, oscilando entre a segunda e a terceira posição. O apoio do grupo do prefeito poderia ser decisivo para levá-lo ao segundo turno.

Ronaldo Lessa confirma que as conversas com o prefeito. “Temos conversado bastante. Existe sim a possibilidade de aliança”, me disse Lessa.

A ‘conversa’ entre Rui e Ronaldo só vai avançar depois que o prefeito e o senador chegarem a uma posição. Tudo indica que se não houver convergência entre os dois principais líderes tucanos, Rui Palmeira poderá trabalhar o nome de Ronaldo Lessa como Plano A, enquanto Rodrigo Cunha vai tentar viabilizar uma aliança com JHC.

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Alexandre Ayres e Rafael Brito surgem como opções a Gaspar para 2020
     │     19:33  │  2

Qual o nome do Palácio dos Palmares para a prefeitura de Maceió? O governo trabalha até o momento com Alfredo Gaspar de Mendonça como primeira, mas não a única opção.

O Procurador Geral de Justiça tem uma “difícil” decisão pela frente: largar a carreira no Ministério Público Estadual, sem direito a retorno.

Os mais próximos de Gaspar garantem que ele já decidiu ser candidato. Mas já disseram isso em 2018…

Enquanto Gaspar mantém o suspense, o governo trabalha com outras opções. Além de conversar com outros nomes já postos, “testa” em pesquisas (especialmente as qualitativas) as possibilidades de dois secretários que tem trânsito livre no Palácio dos Palmares.

Alexandre Ayres, da Saúde, seria apresentado com um perfil mais social, enquanto Rafael Brito, do Desenvolvimento Econômico e Turismo, tem uma ‘pegada’ de executivo.

Estes são os nomes que circulam com maior persistência nos bastidores nos últimos dias. E vão continuar em alta nas especulações, até que Gaspar tome uma decisão.

Não há praxo para o sim do PGJ. Mas a julgar pelo que ouve dos seus interlocutores, a decisão sai entre o final deste ano e começo de 2020.

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Rock, drogas e a confusão mental do presidente da Funarte
     │     18:51  │  0

O novo presidente da Funarte, Dante Mantovani, parece ter “viajado” nas ideias. “Viajou” tanto que conseguiu entrar para o time que prestaria um favor ao governo e ao país e ficasse calado.

Em depoimento considerado lamentável, Mantovani que disse que o rock induz às drogas, ao aborto e ao satanismo.

O senador Renan Calheiros (MDB) reagiu pelas redes sociais às declarações de Dante, em tom didático: “que substância terá causado essa confusão mental no presidente da Funarte? Em vez de despejar delírios nas redes, deveria se importar com o que realmente importa. Rock”.

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