“Não tem chapa fácil pra ninguém nesta eleição”
   7 de agosto de 2018   │     23:35  │  1

A largada oficial para as eleições será no dia 16 de agosto. Até o próximo 15 todas as candidaturas devem ser registradas no TSE. O que está nas atas dos partidos, entregues nessa segunda-feira, 6, no TRE precisa ser confirmado.

Muitos nomes aprovados nas convenções (alguns com o único propósito de guardar vagas) ficarão retirados a disputa.

Um levantamento preliminar feito pelo blog mostra que as convenções realizadas no domingo, 5, aprovaram quatro candidatos ao governo, sete candidatos ao Senado e ao menos sete chapas de deputado federal e dez de deputado estadual.

A disputa por vagas, “pra valer”, de acordo com especialistas vai se dar mesmo nos blocos de oposição, liderado por Fernando Collor (PTC) e pelo bloco do governo, liderado por Renan Filho (MDB).

Considerado um expert na formação de chapas proporcionais, Adeilson Bezerra avisa que não terá moleza pra ninguém nas eleições deste ano. “Em todas as chapas a disputa será dura, tanto para estadual, quanto para federal. Serão dois ou três brigando com chances por cada vaga”, avalia.

O momento, segundo Bezerra, é de fazer contas, reavaliar as projeções.

Na chapa de federal, tanto do bloco do governo quanto do bloco de oposição, para ter chances de brigar por uma vaga, segundo os cálculos atuais, candidato terá de ter pelo menos 60 mil votos.

Nesse cenário, a disputa pela “última vaga”, que deve ser disputada nas “sobras” deve ser mais acirrada. “As nove vagas serão preenchidas primeiro pelo quociente. Acredita-se que sobrará uma vaga, talvez duas, para disputar nas sobras. Nesse caso, a disputa será por média dos eleitos. Imagina-se que essa média fica acima de 100 mil votos, enquanto o quociente deve ficar em torno de 160 mil votos”, avalia explica Bezerra.

Para entrar nessa briga, a candidata da Rede, Heloísa Helena, que vai disputar isoladamente o cargo, teria de partir com de um piso de pelo menos 100 mil votos para a disputa.

Para estadual, a conta é menor. Mas a dificuldade é a mesma. “Não tem chapa fácil. Mesmo em chapas onde será possível se eleger com menos votos, como se imagina que é o caso do PT, PCdoB e PV, terão de três a quatro candidatos disputando efetivamente uma a duas vagas. Na nossa chapa (PRTB, PPS e DC), esperamos eleger de 5 a 6 e teremos de 9 a dez na disputa real”, pondera Bezerra.

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Pedro Vilela confirma disputa para deputado federal
     │     22:56  │  0

O deputado federal Pedro Vilela (PSDB) vai mesmo concorrer à reeleição. Afastando especulações de uma possível desistência, o nome dele foi homologado na convenção do partido no último domingo, 5. Além de Pedro, o PSDB terá os vereadores de Maceió Eduardo Canuto e Tereza Nelma na disputa por uma vaga para a Câmara dos Deputados.

O partido que integra a coligação de oposição, que tem o senador Fernando Collor (PTC), como candidato ao governo, indicou ainda o candidato a vice-governador, o presidente da Câmara Municipal de Maceió, Kelmann Vieira, o deputado estadual Rodrigo Cunha como candidato ao Senado e seis candidatos a deputado estadual: Cibele Moura, Cristiane Araújo, Val Gaia, Jersonita Marcelino, Silvia Regina, João Eduardo.

Tanto na coligação de federal, quanto na de estadual, o bloco de oposição vai com disputar com apenas uma chapa ou “chapão”.

A estimativa de lideranças do bloco é eleger até 4 federais e até dez estaduais.

Pedro Vilela, segundo informações de bastidores, começou a se movimentar de forma mais intensa nos últimos dias, em busca de bases para reforçar sua campanha.

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Collor e Renan Filho vão polarizar também tempo de rádio e TV
     │     19:58  │  2

Anunciado no último domingo, 5, como candidato ao governo de Alagoas pelo PTC, o senador Fernando Collor esquentou, literalmente, o debate político e eleitoral no Estado.

A temperatura da disputa pelo governo, que andava morna, tem tudo para aumentar com o início oficial da campanha, em 16 de agosto e, principalmente, com o começo da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão.

Este ano, o guia eleitoral terá início em 31 de agosto e término no dia 4 de outubro. Será uma campanha curta, de apenas 35 dias.

Quem conseguir utilizar melhor o tempo no rádio e TV terá uma grande vantagem nas eleições deste ano.

A polarização que já ganhou as ruas entre Collor e o governador Renan Filho, que disputa a reeleição pelo MDB, deve marcar também o guia eleitoral em Alagoas.

Nas eleições deste ano, além das inserções (comerciais) os candidatos a governador poderão exibir três programas semanais (segundas, quartas e sextas), sendo 9 minutos a tarde e 9 minutos a noite.

Também nesses dias, os candidatos a deputado estadual terão 9 minutos e a senador 7 minutos para apresentar suas propostas em cada horário. Candidatos a presidente e a deputado federal dividem 25 minutos às terças, quintas e sábados, nos dois horários.

Em Alagoas, quatro candidatos vão dividir o tempo no guia eleitoral. A divisão é feita da seguinte forma: 10% igualitariamente e 90% de acordo com a representação partidária na Câmara dos Deputados, valendo para a contagem na majoritária apenas o tempo dos 6 maiores partidos de cada coligação.

Levando em conta estes critérios, o blog fez uma projeção de quanto tempo terá cada candidato.

A soma inclui os dois tempos – igualitário e proporcional ( que é calculado com base na composição original da atual Câmara dos Deputados, a que saiu das urnas em 2014).

Josan Leite, que disputa o governo pelo PSL, deve ficar apenas com 14,6 segundos. Isso porque o partido, embora tenha bancada maior hoje, elegeu apenas um deputado federal em 2014.

O candidato do PSOL, Basile Christopoulos, deve ficar com um tempo um pouco maior, de 19 segundos.

O candidato do PTC ao governo deve ficar com 3 minutos e 36 segundos. Já o candidato do MDB, deve ficar com 4 minutos e 50 segundos.

Collor e Renan Filho tem em suas coligações 11 e 14 partidos. Mas só entra na soma os seis primeiros em tamanho de bancada.

A diferença de tempo entre Collor e Renan Filho no guia eleitoral é pequena. Os dois terão espaço para apresentar suas ideias e propostas.

Quem tiver melhor capacidade de comunicação, tem tudo para sair na vantagem na batalha do rádio e da TV.

Inserções

Além dos dois blocos de 25 minutos diários (segunda a sexta) de propaganda eleitoral, os partidos também tem direito as inserções diárias na programação, que somam 70 minutos no total. Mas, essa é outra história.

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João Caldas vai disputar vaga na Assembleia Legislativa
   6 de agosto de 2018   │     22:04  │  1

Depois de ensaiar uma pré-candidatura a senador, o presidente do PSC em Alagoas, João Caldas, vai tentar retomar uma vaga na Assembleia Legislativa.

Em 1994 ele foi eleito deputado estadual e depois de um bom mandato foi eleito deputado federal duas vezes seguidas.

Em 2014, Caldas preferiu concentrar esforços na eleição de JHC, eleito como o mais votado para a Câmara dos Deputados.

Agora, ele quer chegar lá. “Sou candidato para ocupar uma das 27 cadeiras daquela Casa, que anda precisando de parlamentares mais atuantes”, aponta.

Caldas ajudou nas articulações que ajudaram na formação da chapa de oposição ao governo e terminou reavaliando os planos políticos. “Vou fazer uma campanha em busca da vitória, percorrendo Alagoas e levando minha experiência. Sei que posso fazer muito na Assembleia Legislativa”, enfatiza.

Coligação

O PSC está coligado na majoritária com a chapa de Fernando Collor, do PTC (governo), Benedito de Lira, do PP (Senado) e Rodrigo Cunha, do PSDB (Senado).

Na proporcional, o partido apresentou, além de João Caldas, Paulo Casado para deputado estadual e Walter do Valle Junior (Coronel Do Valle) e Ivanise Guimarães para deputado federal.

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Bruno Toledo avalia que oposição elege 4 federais e até 10 estaduais
     │     16:59  │  0

Até que as atas dos partidos sejam fechadas e entregues ao TRE, o que deve acontecer ainda hoje, poderemos ter novidades em relação a “detalhes”, como a troca de alguns nomes na proporcional.

As coligações, no entanto, não mudam mais. O bloco de oposição ao governo, que tem na majoritária o senador Fernando Collor (PTC) disputando o governo e o senador Benedito de Lira (PP) e o deputado estadual Rodrigo Cunha (PSDB) como candidatos ao Senado, decidiu formar apenas uma chapa de estadual e outra de federal.

O presidente estadual do PROS, deputado estadual Bruno Toledo, avalia que o bloco de oposição, que reúne 13 partidos, vai disputar bem as eleições proporcionais, com chances de fazer quatro deputados federais e de nove a dez estaduais.

O PROS participa na chapa com 7 candidatos a estadual e 2 federais, além de ter indicado Henrique Arruda como segundo suplente de Rodrigo Cunha. Beto da Farmácia e Silas Santos são os nomes do PROS na disputa pela Câmara dos Deputados, enquanto Bruno Toledo, Danilo Leite, Palhaço Pirulito, Iraldo Agenor, Josenildo Super-homem, Ellen Raynna e Ricardo Marques vão disputar vagas para a Assembleia Legislativa de Alagoas.

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