Genivaldo da Fetag será candidato a deputado estadual
   16 de fevereiro de 2018   │     18:19  │  0

A agricultura familiar quer um lugar na Assembleia Legislativa de Alagoas. O ‘recado’ foi dado nesta sexta-feira, 16, durante a posse da nova diretoria da Fetag-AL.

Representando mais de 120 mil agricultores familiares, diretores da Federação dos Trabalhadores da Agricultura no Estado de Alagoas sinalizaram, durante o ato, que vão apoiar a candidatura de Genivaldo Oliveira.

Filiado ao PT, o Genivaldo da Fetag, deixou a presidência da entidade ontem, após mandato de oito anos e vai encarar o desafio das urnas em outubro, em dobradinha com o deputado federal Paulão (PT).

Na solenidade que marcou a posse do novo presidente da Fetag-AL, Givaldo Teles e de toda a diretoria, o apoio a Genivaldo foi revelado através de aplausos, homenagens e discursos.

“Com o Genivaldo na Assembleia Legislativa, os agricultores familiares terão não só um deputado para propor novas leis, mas também um parlamentar que irá fiscalizar a aplicação dos recursos do Fecoep, cobrar que o governo distribua as sementes crioulas, além de defender recursos para o PAA”, disse Paulão.

O novo presidente da Fetag, Givaldo Teles, prometeu ir de sindicato em sindicato defender a necessidade do agricultor votar num representante que defenda seus interesses: “nós vamos nos engajar. Nossa agricultura familiar precisa conquistar uma cadeira na Assembleia Legislativa e vamos fazer isso com o Genivaldo. Eu também vou trabalhar o nome do Genivaldo em minha cidade, Lagoa da Canoa, porque sei que ele será um grande deputado para defender nossos agricultores e nossa região”, enfatizou.

O presidente da Contag, Aristides Santos, que veio a Alagoas para participar da posse da nova diretoria da Fetag também defendeu o engajamento na campanha de Genivaldo. Não só ele, como também várias outras lideranças estimularam a candidatura de Genivaldo da Fetag – entre eles Cícero Domingos, presidente da Fetar-AL e Rilda Alves, presidente da Cut-AL.

E Genivaldo, com sua “paciência revolucionária”, como traduz Paulão, o que diz? “Vou a luta”, resume.

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Gastos do Estado com aposentados vai superar despesas com servidores ativos em 2018
     │     1:46  │  3

O serviço publico do Estado de Alagoas está prestes a testemunhar um “fenômeno” inédito. Pela primeira vez na história os gastos do governo (Executivo) com servidores públicos inativos – o que inclui aposentados e pensionistas – vai superar as despesas com o pessoal ativo.

Ainda não se sabe quando isso vai acontecer exatamente, mas deve ser este ano. O secretário estadual de Planejamento e Gestão, Fabrício Marques, admite que essa mudança pode ocorrer “nos próximos meses”.

Na prática, isso significa que o Tesouro Estadual terá que desembolsar cada vez mais  valores maiores para pagar a diferença entre o que o sistema de previdência estadual (AL Previdência) arrecada com as contribuições patronais e descontos dos servidores e o que é pago aos inativos. O deficit em 2016 chegou a R$ 680 milhões. No ano passado era estimado em mais de R$ 900 milhões. Este ano, vai passar de R$ 1 bilhão.

O problema é decorrente do ‘envelhecimento’ do funcionalismo público. O número de aposentados vem crescendo mais rapidamente do que o de servidores ativos. Enquanto essa curva não se inverter, o deficit previdenciário tende a aumentar.

Em dezembro de 2017, o Poder Executivo de Alagoas , segundo dados do Portal da Transparência, realizou pagamentos a 69,4 mil servidores. Destes, 37,5 mil eram ativos e 31,8 mil inativos. O valor líquido da folha foi de R$ 252,6 milhões (bruto passa dos R$ 300 milhões). Do total, R$ 125,9 milhões ou 49,84% foram destinados aos inativos e R$ 126,7 milhões para os ativos, pouco mais de 50,1%.

O ritmo de crescimento da folha entre ativos e inativos é completamente diferente. Desde 2012 (último dado disponível no Portal), os gastos com aposentados aumentaram 68,66%, enquanto as despesas com o pessoal que está na ativa, cresceram 35,56%. Essa diferença é maior nos anos mais recentes. Entre 2016 e 2017, esses gastos cresceram, respectivamente, 10,40% e 2,27%.

A realização de concursos públicos em diferentes áreas do Estado pode retardar um pouco a “hora da virada” dos gastos de inativos sobre ativos. Mas essa inversão de despesas é inevitável na situação atual do país e do estado – admite o secretário Fabrício Marques.

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Após contradição de delatores, Renan deve se livrar de mais um inquérito
   15 de fevereiro de 2018   │     20:46  │  0

A informação é da coluna Expresso, da versão eletrônica da Revista Época. A contradição nos depoimentos de delatores num inquérito da Lava Jato pode derrubar mais uma denúncia contra o senador Renan Calheiros (MDB). Até agora, seis inquéritos contra o parlamentar já foram arquivados por falta de provas.

Em texto publicado nessa quarta-feira, 14, o jornalista Marcelo Rocha informa que a Polícia Federal encontrou contradições nos depoimentos dos delatores Alberto Youssef e Carlos Alexandre de Souza Rocha, conhecido como Ceará.

Os dois foram ouvidos no inquérito da Lava Jato que apura a suspeita do pagamento de R$ 2 milhões em propina ao senador Renan Calheiros (MDB-AL) pela empreiteira OAS para barrar investigações no Congresso sobre irregularidades na Petrobras.

De acordo com os autos, os valores foram entregues em 2013 e 2014 em Curitiba e Maceió, respectivamente.

Ceará afirmou que entregou o dinheiro a um “homem elegante”, sem apontar o nome, e que ouviu Youssef dizer que o montante era destinado a Renan. Youssef foi ouvido e negou que tenha feito qualquer referência ao senador, apenas confirmando que Ceará esteve nas duas cidades para transportar valores a pedido da OAS.

Com as contradições, a PF pode pedir o arquivamento do inquérito.

Versão oficial

Veja o texto publicado pela Coluna Expresso:

PF aponta contradição entre delatores sobre suspeitas envolvendo Renan Calheiros

É investigado repasse de R$ 2 milhões ao parlamentar pela OAS

MARCELO ROCHA

14/02/2018 – 13h29 – Atualizado 14/02/2018 15h05

A delegada federal Cynthia Fonseca Silveira apontou uma contradição entre os delatores Alberto Youssef e Carlos Alexandre de Souza Rocha, conhecido como Ceará, no inquérito da Lava Jato que apura a suspeita do pagamento de R$ 2 milhões em propina ao senador Renan Calheiros (MDB-AL) pela empreiteira OAS para barrar investigações no Congresso sobre irregularidades na Petrobras. De acordo com os autos, os valores foram entregues em 2013 e 2014 em Curitiba e Maceió, respectivamente.

Ceará afirmou que entregou o dinheiro a um “homem elegante”, sem apontar o nome, e que ouviu Youssef dizer que o montante era destinado a Renan. Youssef foi ouvido pela delegada e negou que tenha feito qualquer referência ao senador, apenas confirmando que Ceará esteve nas duas cidades para transportar valores a pedido da OAS.

Para tentar avançar na apuração, a PF em Brasília pediu aos investigadores da Lava Jato em Curitiba relatórios sobre as ERBs (estações de rádio-base) – equipamentos que fazem a conexão entre os celulares e as companhias telefônicas – dos aparelhos de Youssef e de Ceará. Outra providência da delegada é ouvir Léo Pinheiro e José Breghirolli, ex-presidente e ex-superintendente da OAS.

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou, na semana passada, a prorrogação do inquérito por 60 dias.

Leia aqui, na íntegra:

https://epoca.globo.com/politica/expresso/noticia/2018/02/pf-aponta-contradicao-entre-delatores-sobre-suspeitas-envolvendo-renan-calheiros.html

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Padre Eraldo é o prefeito com maior desaprovação de Alagoas
   14 de fevereiro de 2018   │     22:30  │  1

Grande promessa da política na região do sertão alagoano, Eraldo Cordeiro, o Padre Eraldo, ainda não conseguiu acertar o passo. Ele assumiu como prefeito de Delmiro Gouveia, em janeiro de 2017, prometendo uma gestão mais próxima do cidadão. Até agora, no entanto, parece que só conseguiu aumentar a distância do eleitor.

Pelo menos é o que se pode deduzir da mais recente pesquisa de opinião realizada no município pelo Ibrape.

O levantamento foi realizado no pelo Ibrape, realizada no último dia 28 de janeiro, com 800 entrevistados. A aprovação foi de apenas 7%, enquanto 2% não souberam responder. Já a desaprovação chegou a 91%, a maior entre todos os prefeitos de Alagoas, ao que se tem conhecimentos até agora – nos levantamentos realizados pelo Ibrape.

O Ibrape também pediu que entrevistados avaliassem a gestão do prefeito. Ao responder a questão estimulada – “Na sua opinião a administração do prefeito Padre Eraldo, até o momento está?”: 0% responderam ótimo, bom 4%, regular 9%, ruim 29%, péssimo 56%, não sabe 2%.

Segundo o Ibrape, apenas 14% dos entrevistados acreditam que a gestão de Eraldo pode melhorar, enquanto 54% disseram que vai piorar. Na comparação com o prefeito anterior (Lula Cabeleira), 3% consideram que ele está melhor, 12% igual e 82% pior.

Veja as tabelas:

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Renan sobre a aposentadoria de Temer: “Michel não faz as coisas que fala”
     │     21:24  │  1

O senador Renan Calheiros usou as redes sociais para criticar campanha do governo federal a favor da reforma da Previdência. A publicidade apresenta dois personagens, um do setor público e outro do setor privado, para mostrar as diferenças da aposentadoria de um para ou outro.

Renan Calheiros sugere que os marqueteiros do governo federal troquem os dois “Joãos” por “Michel” na campanha sobre a Reforma da Previdência.

“O grande problema é que o Michel, o presidente, quer impor aos brasileiros a perda de direitos que o Michel, cidadão, usufrui sem constrangimentos há anos!”

Segundo Renan, Temer se aposentou aos 55 anos ganhando R$ 48 mil de aposentadoria: “hoje ganha R$ 68 mil e acha que fez por merecer, inclusive deixou de atualizar suas informações para fazê-lo depois que votar a reforma no Congresso. Esse é o problema dessa reforma das aposentadorias, o Michel presidente fala coisas mas não faz as coisas que fala”.

A postagem, feita há uma semana, tem mais de 4,5 mil compartilhamentos de mais de 93 mil visualizações.

Veja o que diz o senador:

“Essa propaganda do Governo Federal sobre a reforma da Previdência é maravilhosa. São dois Joãos. O João 1, do setor público e João 2, do privado. A campanha compara um com o outro. O João público trabalha pouco, se aposenta cedo e ganha muito. E o João 2, do setor privado, quer a reforma da previdência, porque ela tira privilégios do João 1. Eu queria sugerir aos marqueteiros do governo que mantivessem a campanha que é boa, mas trocassem os personagens, ao invés de dois Joãos, colocar dois Michel. O Michel privado, cidadão e o Michel presidente. O Michel cidadão, que se aposentou aos 55 anos de idade ganhando inicialmente 48 mil de aposentadoria e hoje ganha 68 e acha que fez por merecer, inclusive deixou de atualizar suas informações para fazê-lo depois que votar a reforma no Congresso. E o Michel 2, que é sabido, que quer a reforma e que os outros contribuam até 75 anos. Esse é o problema dessa reforma das aposentadorias, o Michel presidente fala coisas mas não faz as coisas que fala”.

Veja aqui, na íntegra:

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