Caldas mira ALE e explica porque deixou disputa do Senado
   17 de agosto de 2018   │     22:07  │  1

O presidente do PSC em Alagoas, João Caldas, ensaiou durante alguns meses uma candidatura ao Senado. “Pela minha experiência, pelo conhecimento que tenho em Brasília, acredito que poderia ajudar muito Alagoas como senador. No entanto, em nome de uma composição, decide adiar a disputa para o outro momento”, aponta.

Caldas foi um dos principais articuladores na formação da frente de oposição que lançou a candidatura de Fernando Collor (PTC) ao governo.

“Eu sempre defendi que a gente tivesse uma disputa em torno do governo. No atual momento, Collor está preparado para disputar e ganhar a eleição para o governo. Fizemos uma composição para fortalecer a candidatura de oposição ao governo e por isso abri mão do Senado”, aponta.

João Caldas abriu mão do Senado, mas não das eleições. Ele vai disputar uma vaga de deputado estadual pelo PSC com o número 20.000 e avisa que quer voltar à Assembleia Legislativa de Alagoas para voltar a fazer o que já fez quando foi deputado estadual: “vou voltar para combater a corrupção, para denunciar a insegurança, para cobrar que o governo atenda as necessidades básicas da população, principalmente na saúde, na educação e na geração de emprego e renda. Não serei um desses deputados que só balançam a cabeça para o governo”, avisa.

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Entre os maiores problemas de AL, corrupção aparece em sexto lugar
     │     17:07  │  2

A pesquisa de intenção de votos do Ibope, divulgada ontem pela TV Gazeta trouxe algo mais do que a simples definição do eleitor em relação aos candidatos.

O instituto também perguntou aos entrevistados em que áreas a população vem enfrentando os maiores problemas.

Cada um poderia apontar uma ou mais área, portanto os resultados somam mais de 100%.

Os resultados podem servir como um “manual” para os candidatos na conversa com o eleitor e também ajudar na elaboração das propostas dos gestores.

De longe, a saúde é o maior problema apontando pelos alagoanos e foi citada por 69% dos entrevistados.

O segundo maior problema, citador por 46%, é a segurança, seguido da educação, com 44%.

A geração de empregos (ou desemprego) foi citada por 29% dos entrevistados, enquanto as drogas citadas por 23% aparece como quinto maior problema para os alagoanos.

A corrupção, tema que vem dominando os discursos de muitos candidatos, foi citada apenas por 17%.

Em sexto lugar no ranking de problemas de Alagoas, segundo o eleitor, a corrupção não deve dar tantos votos como alguns candidatos esperam.

Para o eleitor, especialmente os que não podem pagar escolas particulares, planos de saúde ou morar em áreas mais seguras das cidades, o que pesa mesmo é o acesso a serviços básicos.

Atendimento médico e hospitalar, redução da violência,  escola, emprego, combate às drogas e combate a corrupção. Pela ordem, é o que o alagoano quer e espera dos candidatos.

Como foi feita a pesquisa

Margem de erro: 3 pontos percentuais para mais ou para menos;

Quem foi ouvido: 812 eleitores de todas as regiões do estado, com 16 anos ou mais;

Quando a pesquisa foi feita: de 13 a 15 de agosto;

Número de registro no TRE-AL: AL-00461/2018.

O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro.

Acesse aqui a pesquisa na íntegra: http://www.ibopeinteligencia.com/noticias-e-pesquisas/renan-filho-inicia-disputa-pelo-governo-de-alagoas-na-lideranca/

Veja o resultado da pesquisa:

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Ibope mostra Renan e Biu na liderança para o Senado
   16 de agosto de 2018   │     23:49  │  2

O Bom Dia Alagoas, da Tv Gazeta, vai divulgar na manhã desta sexta-feira, 17, a pesquisa Ibope em AL para o Senado.

Alguns números foram antecipados pelo G1/Alagoas,

O resultado aponta que os atuais senadores e candidatos à reeleição, Renan Calheiros e Benedito de Lira na liderança.

Segundo a pesquisa, Renan tem 33%; Benedito de Lira, 25%; Rodrigo Cunha, 19%; Mauricio Quintella, 18%. Sergio Cabral tem 10%; Cícero Albuquerque, 7%; Flávio Moreno, 4; Flávia Melo, 4%; Osvaldo Maciel, 2%. Levantamento foi feito entre os dias 13 e 15 de agosto.

Como foi feita a pesquisa

Margem de erro: 3 pontos percentuais para mais ou para menos;

Quem foi ouvido: 812 eleitores de todas as regiões do estado, com 16 anos ou mais;

Quando a pesquisa foi feita: de 13 a 15 de agosto;

Número de registro no TRE-AL: AL-00461/2018.

O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro.

Espontânea

Na modalidade espontânea da pesquisa Ibope (em que o pesquisador somente pergunta ao eleitor em quem ele pretende votar, sem apresentar a relação de candidatos), o resultado foi o seguinte:

Renan (MDB): 5%

Rodrigo Cunha (PSDB): 5%

Benedito de Lira (PP): 4%

Mauricio Quintella (PR): 2%

Cicero Albuquerque (PSOL): 0%

Flávia Melo (PCO): 0%

Osvaldo Maciel (PCB): 0%

Flavio Moreno (PSL): 0%

Sergio Cabral (PATRI): 0%

Outros: 5%

Branco/ Nulo: 26%

Não sabe: 67%

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Eleições em AL: 412 candidatos e 44 vagas; na real será dois brigando por uma vaga
     │     19:51  │  0

O eleitor de Alagoas vai as urnas este ano para eleger 44 candidatos. Um governador, um vice, dois senadores e quatro suplentes, 9 deputados federais e 27 deputados estaduais.

A página do TSE para divulgação dos candidatos mostrava, até às 19h de desta quinta-feira, 16, um “cardápio” com 412 nomes.

A disputa mais dura, como sempre, deve se dar nos cargos majoritários e nas vagas de deputado federal.

Proporcionalmente, a maior dificuldades será para deputado estadual. Até o momento são 298 candidatos, totalizando a disputa de 11 por cada vaga.

A disputa para federal é mais amena, mas apenas numericamente. São pelo menos 77 pessoas disputando nove vagas, numa proporção de 8 candidatos por vaga.

Apesar disso, segundo estimativas dos bastidores, apenas 18 candidatos estão disputando efetivamente uma cadeira para a Câmara Federal.

A disputa para o governo terá cinco candidatos e apenas um será eleito, enquanto o Senado terá 9 nomes brigando por 2 vagas, média de 4,5 candidatos por vaga.

Com chances de chegar lá, hoje, quem está na disputa de governador é Fernando Collor (PTC) e Renan Filho (MDB). Para o Senado, os favoritos são Renan Calheiros (MDB), Benedito de Lira (PP), Maurício Quintella (PR) e Rodrigo Cunha (PSDB).

A regra de dois por uma vaga também está valendo, a julgar pelo que se ouve e vê por aí, para estaduais e federais.

Não existe, como disse outro dia o “mago” das coligações, Adeilson Bezerra, chapa fácil. A “briga” efetiva na maioria das coligações de estaduais é de dois a três por vaga, enquanto para federal a disputa real se resumiria a dois por cada vaga.

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Maurício Quintella aposta ‘tudo’ no segundo voto
   15 de agosto de 2018   │     23:16  │  0

Candidato a senador pelo PR, Maurício Quintella, tem trabalhado até agora com uma estratégia diferenciada.

Enquanto outros nomes considerados favoritos na disputa brigam pelo primeiro voto ou tentam passar imagem de “independência”, o ex-ministro dos Transportes busca conquistar o segundo voto – não só nas bases políticas, mas também no eleitorado.

Renan Calheiros (MDB) e Benedito de Lira (PP) disputam visivelmente na luta pelo primeiro voto das lideranças políticas, se contentando, quando não tem opção, com o segundo voto.

Rodrigo Cunha (PSDB) preferiu fazer campanha isolada, sem palanques majoritárias e sem dar prioridade ao apoio de prefeitos e vereadores.

Os demais candidatos – Flávio Moreno (PSL), Sérgio Cabral (Patriotas), Osvaldo Maciel (PCB), Cícero Albuquerque (PSOL) e Flávia Pires (PCO) – tem pouco tempo de TV, praticamente nemhuma penetração entre lideranças políticas e devem apostar mesmo nas redes sociais.

Ao buscar a.segunda opção, fazendo uma campanha “colada” com o outro candidato a senador de sua chapa (Renan Calheiros), Quintella tem avançado na sua estratégia e já teria hoje, segundo levantamento feito por “especialistas” apoio em mais de 50 cidades, no tal do segundo voto, mais superando os outros candidatos nesta questão específica.

Se vai dar certo? Vamos esperar 7 de outubro.

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