Policial Federal será candidato a senador em AL pelo “partido de Bolsonaro”
   23 de abril de 2018   │     17:25  │  0

A dúvida que existia entre a Câmara dos Deputados e o Senado Federal, ao que parece, acabou. O presidente do PSL em Alagoas, o “partido do Bolsonaro”, deve disputar o cargo majoritário, fazendo dobradinha com o pré-candidato a governador Josan Leite (PSL).

Animado com pesquisas internas e enquetes, o “Policial Federal” Flávio Moreno – como gosta de se apresentar – está colocando seu nome na rua – literalmente.

O PSL avalia (veja texto a seguir) que com a desistência de Gaspar, Flávio Moreno é “a opção do PSL para substituí-lo, herdando seus simpatizantes. Ambos, apesar de ocupar cargos diferentes, são defensores da segurança pública e do combate à corrupção”.
Moreno, que tem uma história de superação pessoal, avalia que entra com chances reais na disputa contra nomes como Renan Calheiros, Benedito de Lira, Maurício Quintella, Marx Beltrão e João Caldas.

A expectativa do partido é que Flávio chegue aos 20% até agosto. Para isso, além de apostar em temas como o combate a corrupção e segurança, Moreno procurar “colar” sua imagem à de Bolsonaro.

Veja o texto distribuído pelo PSL-AL

O Policial Federal Flávio Moreno ganha força como pre-candidato ao Senado – PSL AL

Após obter 9% em enquete da Federalnews, o Policial Federal Flávio Moreno vira a opção do PSL AL – partido de Bolsonaro, como pré-candidato ao Senado, depois da desistência do Procurador Alfredo Gaspar.

O partido é o único de oposição que já possui pré-candidato ao Governo Josan Leite.

A expectativa do partido era que caso Gaspar fosse para disputa como pré-candidato, ele poderia fazer dobradinha com Flávio Moreno, já que nesse ano serão eleitos 2 senadores.

Com a desistência de Gaspar, o Policial Federal Flávio Moreno é a opção do partido de Bolsonaro para substituí-lo, herdando seus simpatizantes. Ambos, apesar de ocupar cargos diferentes, são defensores da segurança pública e do combate à corrupção.

Defensor da tolerância zero ao crime, de mais qualidade de vida, desenvolvimento do comércio, dos potenciais de Alagoas, da educação e saúde, o Policial Federal costuma dizer:
Vamos limpar Alagoas e o Brasil.

Flávio Moreno tem 10 anos na Policial Federal, de combate ao crime organizado e corrupção. Surge como uma esperança de renovação. Já foi feirante, vendeu biscoito na feira e foi atendente de lanchonete McDonalds, é um exemplo de superação.

Moreno é o atual Presidente do PSL Alagoas e do Sindicato dos Policiais Federais de Alagoas, Conselheiro da Federação Nacional dos Policiais Federais e da Ordem dos Policiais do Brasil, além de Coordenador do Grupo de Prevenção ao Uso Indevido de Drogas da Polícia Federal de Alagoas.

O Policial Federal Moreno ainda preside a Central Pública de Servidores – AL e coordena o Projeto Social “Amigos da Federal” que leva esporte e prevenção às drogas para alunos de escolas públicas e particulares. Já palestrou e conscientizou mais de 10 mil jovens no Estado.

Desde 2012, Moreno participa ativamente dos principais momentos da vida do país, através da coordenação do movimento independente dos Agentes Federais do Brasil, com mais de 1,5 milhões de seguidores nas redes sociais, dos quais, grande parte em Alagoas.

Moreno vem sendo procurado por outras lideranças políticas. A segunda vaga de pré candidato ao

Senado está em aberto, podendo surgir em nome próprio do partido já que existem mais de 50 pré-candidatos do partido em diferentes cargos em Alagoas ou em coligação. O que será definido nas convenções dos filiados em Julho.

O PSL AL tem como pré-candidato ao Governo, o engenheiro e líder Josan Leite.

Entre os nomes que o PSL AL tem como pré-candidatos, são o ex-Deputado Federal Chamariz que obteve mais de 26 mil votos quando foi eleito, Cabo Bebeto, Radialista líder de audiência na região norte Marco Menino, Dra. Juliana Borela, o Pastor e Coach Paulo Marcos, o jovem Marcos Holanda, o Promotor Sérgio Simões, o jornalista Claudio Bulgarelli, os representantes de Arapiraca Sandro Freire e o Policial Civil Abelardo, em Teotonio Vilela, Carlos André, o radialista Ranulfo Falcão, Jadson Lira, o Guarda Municipal e diretor da categoria Charles Sanchez, o Policial Federal aposentado Marcos Perciano e mais em torno de 40 nomes.

Nomes que vem para mudar o quadro político de Alagoas e apresentar projetos inovadores para nosso Estado.

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Renan critica candidatura de Janot, “pego com a mão na botija”, ao CSPMF
     │     15:53  │  1

Em novo vídeo nas redes sociais, o senador Renan Calheiros (MDB) criticou a candidatura de Rodrigo Janot a uma vaga no Conselho Superior do Ministério Público Federal (CSMPF).

“Janot agora quer entrar no Conselho Nacional do Ministério Público. Ele e sua turma foram pegos fazendo jogo duplo e com a mão na botija. Mesmo assim, o ex-procurador quer uma vaga para fiscalizar a sucessora. Quer ser o sentinela à porta de Raquel Dodge. Por que será?”, questiona o senador.

Para o senador, o comportamento desses procuradores, em especial de Janot, lembra a história “O Alienista”, livro de Machado de Assis, em que o médico Simão Bacamarte prende os moradores de toda uma cidade achando que eram doidos e depois, ele próprio se internou ao perceber que quem era doido era ele. Seria Janot o Bacamarte de hoje?”, cutuca Renan.

Ainda no vídeo, Renan diz que “o Ministério Público Federal – que, na constituinte e depois, como presidente do Congresso Nacional, ajudamos a tirar do papel – não pode continuar sendo medido pela régua imunda do Janot e dos doidivanas Eduardo Pelella, Deltan Dallagnol, Anselmo Barros Marcelo Miller, que foram pegos com a mão na botija da JBS”.

Repercussão

A edição on line da Revista Exame repercutiu, assim como vários outros veículos nacional, o vídeo de Renan Calheiros. Veja o texto.

Renan critica candidatura de Janot no Conselho Superior do MPF

O senador Renan Calheiros (MDB-AL) publicou um vídeo neste domingo, 22, no Twitter com críticas à decisão do ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot de se candidatar a uma vaga no Conselho Superior do Ministério Público Federal (CSMPF). Para Renan, Janot quer, com isso, ser “sentinela à porta de Raquel Dodge”, atual chefe do Ministério Público. “Onde chegamos? Triste Brasil”, diz Renan no vídeo.

…Na semana passada, Janot utilizou a rede interna de comunicação da Procuradoria-Geral da República (PGR) para informar aos colegas que irá concorrer a uma vaga no CSMPF. “Após muito refletir, conversar com amigos e me aconselhar com pessoas nas quais confio, resolvi submeter meu nome ao exame dos colegas em busca de uma das vagas de nosso Conselho Superior”, escreveu Janot. Nas próximas semanas, Janot apresentará propostas e ideias que pretende defender no CSMPF, caso venha a ser eleito.

Leia aqui, na íntegra:

https://exame.abril.com.br/brasil/renan-critica-candidatura-de-janot-no-conselho-superior-do-mpf/?utm_source=whatsapp

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Sem Téo, Lessa e Alfredo, quem ganha para o Senado? Veja o que diz especialista
   22 de abril de 2018   │     21:24  │  3

Nada se compara ao estrago provocado na “oposição” pela desistência de Rui Palmeira em disputar o governo. Mas na avaliação do professor Marcelo Bastos, um dos mais reconhecidos analistas eleitorais de Alagoas da atualidade, a ausência de outros nomes considerados fortes na disputa pelas duas vagas do Senado favorece os atuais senadores – Renan Calheiros (MDB) e Benedito de Lira (PP), que são pré-candidatos à reeleição.

“Analisando o cenário atual eu diria que os atuais senadores são favoritos para vencer as eleições de outubro”, aponta.

Segundo Marcelo Bastos, Renan e Biu foram beneficiados diretamente pela desistência de Téo Vilela (PSDB), Ronaldo Lessa (PDT) e Alfredo Gaspar de Mendonça (sem partido).

“O cenário para o Senado em Alagoas tem ser reportado antes do momento que estamos vivendo. A pergunta que se faz: Renan Calheiros e Benedito de Lira são favoritos nesse momento a ser reeleitos senadores por Alagoas? Na minha avaliação eles seriam os dois principais candidatos ao Senado por Alagoas. Mas para analisar o momento temos de reportar um pouco atrás. Se não tivéssemos a desistência de Ronaldo Lessa, Téo Vilela e mais recentemente a saída de Alfredo Gaspar, que fortalecer Renan Calheiros e Benedito de Lira de lira”, pondera.

Bastos avalia que “Ronaldo Lessa seria fortíssimo candidato, aparecia sempre bem situado nas pesquisas, Téo Vilela que sempre disputou muito bem no período em que ainda era o pretenso candidato e a grata surpresa que era o Alfredo que estava bem situado e seria um forte candidato. A saída dos três, quer queira quer não, beneficiou os dois senadores da república”, aponta.

Se não houver fato novo, Marcelo avalia que esta será primeira vez que um estado do Brasil elegerá pai e filho para a majoritária. “Não aconteceu no Pará (com os Barbalho), no Maranhão de José Sarney, que foi para outro estado para não atrapalhar, na Bahia, ACM nunca foi candidato ao Senado com o filho ao governo ou vice-versa”, afirma.

E como ficam Maurício Quintella e Marx Beltrão?

Tudo vai depender, acredita Marcelo, de decisões que serão tomadas, com a formação de um palanque para Benedito de Lira e a manutenção ou não da candidatura de Marx Beltrão.

“Hoje temos quatro pretensos candidatos. Renan Calheiros, Benedito de Lira, Maurício Quintella e Marx Beltrão. O Maurício Quintella é de fato candidato e não vai desistir. E porque não vai desistir? Porque já liberou suas bases para o Sérgio Toledo, para o Isnaldinho, para o Paulão e Ronaldo Lessa. Maurício se quisesse retomar a eleição para federal ficaria numa situação complicada. Se liberou as bases agora acredito que não desiste”, avalia.

Para Bastos a candidatura de Marx Beltrão ainda não pode ser dada como certa: “o Marx Beltrão é uma grande interrogação. Saiu do MDB foi para o PSD que controla no estado, mas o irmão dele é candidato a deputado federal, o Maykon Beltrão. Isso quer dizer o que? Que ele não liberou as bases dele. Porque era mais interessante caso ele seja realmente candidato, que o irmão não fosse candidato a deputado federal, porque um cara que é deputado federal vai apoiar o Marx Beltrão que vai beneficiar o irmão dele? Era mais interessante ele fazer o que Maurício Quintella fez para aumentar a base de apoio à candidatura dele ao Senado. Se não fez isso nesse momento é porque vai avaliar o cenário, aguardar as pesquisas, para ver se terá musculutra para continuar nesse projeto de ser candidato ao Senado”.

O analista também considera que a estratégia de Marx Beltrão não é a melhor, no momento: “Uma coisa confusa é que ele sai do MDB mas continua apoiando Renan Filho e Renan Calheiros, mas o segundo candidato do grupo hoje é o Maurício Quintella”.

Bastos acredita ainda que Maurício Quintella e Marx Beltrão hoje não tem “tamanho” – político, claro – maior que o próprio Renan Calheiros e Benedito de Lira. Esse cenário, no entanto pode mudar, a depender das coligações.

“Benedito de Lira tem a dificuldade por não ter ainda candidato ao governo para fazer a dobradinha com ele. Essa é uma grande dificuldade do Biu, como aconteceu 2014, quando ele saiu candidato ao governo e imaginava que o Téo Vilela ia fazer dobradinha com ele. Maurício Quintella está correndo por fora, apostando que, com o esfacelamento da oposição, o maior prejudicado será Benedito de Lira. E ele está correndo para ser o segundo e tirar a vaga do Benedito de Lira. Essa me parece essa é a pretensão do Maurício. Ele acredita e eu também que o Renan Calheiros é o mais forte do grupo. Então ele vai brigar pela segunda vaga”, afirma.

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“Não aceito qualquer tipo de coligação”, avisa Rodrigo Cunha
     │     11:25  │  1

Único nome apontado pelo PSDB ao governo, depois da desistência de Rui Palmeira, o deputado estadual Rodrigo Cunha disse em entrevista à Gazeta de Alagoas, edição deste sábado, 21, que vai decidir se aceita ou não ser candidato a governador até a primeira semana de maio.
O deputado, como se sabe, tem sido “pressionado” por aliados a entrar na disputa. A decisão, avisa Rodrigo Cunha, é complexa. Ele analisa, com “cautela” e aceita compor uma chapa com PP, DEM, PROS e PSDB.
Segundo a reportagem, pesquisas de intenção de voto e avaliação de desempenho estão sendo realizadas pelo grupo e podem contribuir com a decisão de Rodrigo Cunha. O deputado avisa,no entanto, que “não aceitará imposições”.
“Se aceitar, não vou ser candidato para atender apenas a interesses políticos. Não vou entrar numa eleição se eu não acreditar”, declarou.
Se não for para o governo, Rodrigo pode disputar a reeleição ou uma vaga para deputado federal.
O convite para disputar o governo, se for aceito, pode representar um problema na composição da chapa: “Não descartei. Mas também não aceito qualquer tipo de coligação, qualquer tipo de união de forças para chegar ao poder”, disse, acrescentando que “mantenho minha independência e seguirei prezando sempre pela ética pessoal”.
No dia 8 de abril, Rodrigo Cunha chegou a dizer que poderia tomar uma decisão em 15 dias. O prazo acabaria na próxima segunda-feira, mas o deputado, ante aos argumentos que vem sendo apresentados – inclusive realização de pesquisas e planos de marketing – decidiu esperar um pouco mais antes do sim ou do não. Ele assegura que os partidos de oposição terão o posicionamento até o início de maio: “não posso dar uma resposta de imediato. Precisa de toda uma maturação para dar um passo firme. Considero que a primeira semana de maio é tempo mais que suficiente para tomar uma decisão, porque também não quero atrapalhar os planos de ninguém. Não vou, aqui, querer crescer em cima de uma situação de forma alguma”, afirmou Rodrigo Cunha.

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Coligação de ‘oposição’ para federal tem densidade eleitoral, diz Vilela
   21 de abril de 2018   │     19:54  │  0

Com nove vagas em jogo, a disputa para deputado federal em Alagoas promete, mais uma vez ser acirrada. Encerrado o prazo das s partidárias, o momento agora é de tentar viabilizar as coligações.

Exceto a Rede de Heloisa Helena , todos os outros candidatos com potencial estão em busca de alianças. Em sua maioria as chapas está sendo formadas dentro do grupo de Renan Filho, que reúne hoje pelo menos 18 partidos. Correndo por forta está o PSB de JHC e o PSC de João Caldas, o PSL de Flávio Moreno, além de partidos “menores” com o PEN.

O grupo de “oposição” a Renan Filho, que se mantém no entorno do PSDB, de Rui Palmeira, avalia que é possível montar uma chapa de federal e estadual ao menos com outros três partidos – PP, DEM e PROS.

Uma eventual chapa com estes partidos teria na disputa os atuais deputados federais Arthur Lira (PP), Pedro Vilela (PSDB), Zé Thomaz Nonô (DEM) e mais um nome do PROS, que pode ser o de Bruno Toledo, além de vários outros candidatos que ajudariam a formar a “cauda”.

Outro nome que pode entrar na disputa é o de Rodrigo Cunha, que continua indeciso quanto a uma candidatura ao governo.

Na avaliação do deputado federal Pedro Vilela, que vai para a reeleição, uma chapa com esses partidos teria viabilidade.

“Vai ficar uma boa coligação, tanto para estadual quanto para federal. O cenário que deve ser bem avaliado, mas esse pode ser um caminho”, aponta.

Vilela avalia que PSDB e PP teria mais densidade na chapa (com um número maior de candidatos), mas os outros partidos também contribuiriam com a apresentação de nomes

“Uma chapa como essa garante unidade e tem candidatos que tem densidade, tem voto”, aponta.

Nada, ainda, foi decidido. “A tendência é a gente fazer alianças. Estamos esperando outros partidos se posicionar, tanto na majoritária quanto na proporciona, para avançar nas coligações”, adianta.

Quanto a participação do PSDB na majoritária, Vilela não acredita que o partido apresenta outro nome ao Senado, depois da desistência de Téo Vilela. O partido deve apresentar um nome ao governo e vai esperar pela resposta de Rodrigo Cunha até a primeira quinzena de maio.

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