Category Archives: Geral

Comércio e praias: Rui Palmeira decide hoje o que vai reabrir em Maceió
   2 de julho de 2020   │     0:16  │  3

Aos poucos Alagoas começa a voltar à “velha” rotina. Nesta sexta-feira, Maceió deve entrar na fase laranja do Plano de Distanciamento Social Controlado do governo de Alagoas.

Podem reabrir lojas com até 400m2, igrejas com 30% da capacidade, salões de beleza e barbearias com 50%.

Os demais municípios alagoanos seguem na fase vermelha. Continuam como estão até o próximo decreto, que sairá provavelmente no próximo dia 15.

A reabertura de setores do comércio e serviços em Maceió, apesar de autorizada pelo Governo de Alagoas, depende, ainda da decisão do prefeito da capital, Rui Palmeira.

A tendência, avisa a Secretaria de Counicação do município, é seguir o decreto estadual. O novo decreto de emergência em Maceió ainda está sendo elaborado e só deve ser publicado final da manhã desta quinta-feira.

Entre as novidades que o novo decreto da prefeitura deve trazer, além da permissão para funcionamento de lojas, salões e igrejas, está a “reabertura” das praias da capital para atividades que não gerem aglomerações.

Para quem gosta, as caminhadas pela orla devem ser retomadas já nesta sexta-feira. E só. Nada de academia na praia, nem jogos. Isso é certo.

Expectativa

A expectativa de lojistas dos Centro de Maceió, alguns com estabelecimentos fechados há mais de três meses, é reabrir as lojas já nesta sexta-feira, 3 de julho. A reabertura será feita de forma gradual e em novo horário das: 10h às 17h.

De acordo com a Aliança Comercial de Maceió, de 50% a 60% das lojas do Centro devem abrir. “Sabemos que não vai haver grande fluxo pessoas para comprar e a previsão recuperação somente final do ano ou começo do próximo ano”, disse o presidente da Aliança Comercial de Maceió, Guido Santos, a um site local.

AL perde Fernando Coutinho, referência nacional na pecuária e campeão de generosidade
   1 de julho de 2020   │     19:26  │  2

Aos 82 anos, Fernando Villar Coutinho faleceu na madrugada desta quarta-feira, 1º de julho, em sua Fazenda Curral de Cima, no município de Igreja Nova, Alagoas. Ele foi sepultado na propriedade, como queria, em cerimônia restrita aos familiares.

Agricultor, pecuarista, Fernando Coutinho deixa um legado para a pecuária alagoana e nacional. Mas sua grande marca será sempre a bondade e o sorriso. Quem teve o privilégio de ir até a fazenda Curral de Cima certamente lembrará do anfitrião, que sabia receber como poucos.

Eu estive lá, algumas vezes. E tive o prazer de ser recebido por um senhor que nunca deixou de sonhar, de inovar, de construir, de fazer o bem. Fernando Coutinho me apresentou a sua sala de troféus, recheadas de premiações conquistadas em competições regionais e nacionais. Mas agora, quando lembro dele, do seu jeito de ser, acredito que seu maior título, seu maior campeonato, foi o da generosidade.

Homenagens

Na Expoagro Alagoas de 2019, Fernando Coutinho foi homenageado e reverenciado por vários criadores. Ele foi ao evento acompanhado de um dos seus filhos, Renato, talvez antecipando uma “despedida” do setor que ajudou a construir.

Na fazenda Curral de Cima, como lembra o presidente da Associação dos Criadores de Alagoas, Domício Silva, Fernando foi pioneiro na realização de leilões agropecuários e se tornou referência nacional na raça nelore, além de ser um dos primeiros criadores e disseminadores de raças como quarto de milha e mangalarga marchador.

“Ele se destacou pelo pioneirismo na criação de várias raças e trouxe para Alagoas os primeiros leilões na Fazenda curral de Cima. Tem uma grande contribuição na pecuária de Alagoas, foi destaque na criação do nelore a nível nacional e influenciou muito Alagoas. Deixa um grande legado na pecuária”, afirma Domício.

O presidente da ACA, lembra que Fernando Coutinho também foi presidente Associação dos Criadores de Alagoas e de várias associações do setor e ajudou a a trazer a ABCZ para Alagoas, incentivando a realizado de eventos e exposições que fomentam a atividade agropecuária no Estado. Domício também destaca pessoa outra característica do criador: “Fernando era conhecido pela sua bondade ímpar e imensa generosidade. Um grande amigo, grande anfitrião, que gostava e sabia receber as pessoas”, aponta.

Fernando Coutinho foi presidente da Associação dos Criadores de São Miguel dos Campos, conseguiu trazer o Escritório da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) para Alagoas, foi conselheiro da ABCZ por duas gestões, foi também o fundador e presidente da Associação Alagoana de Equídeos e conquistou vários títulos de campeonatos nacionais. Além disso, foi fundador da “Hípica” de Maceió e representante de Alagoas nas lideranças rurais brasileiras.

Trajetória

Fernando Coutinho foi diretor e durante vários anos trabalhou na Usina Sinimbu, mas sua grande paixão foi a agricultura e pecuária. O produtor foi uma referência na pecuária brasileira. E segundo o Portal DBO, acumulou grande experiência e se destacou na seleção e melhoramento genético de bovinos das raças Nelore, Nelore Mocho, Girolando e Gir, além de equinos Mangalarga Marchador e Quarto de Milha e ovinos Santa Inês.

Animais selecionados do rebanho da Fazenda Curral de Cima foram premiados em eventos nacionais e formaram plantéis de diversos criatórios. Além disso, o tradicional “Leilão de Curral de Cima” era reconhecido como o mais antigo em Alagoas, sempre com casa cheia e exemplares de alta qualidade genética.

“Fernando produziu em sua fazenda o touro Nelore Mocho Siso de FC, filho de Ludy de Garça e grande campeão nacional da ExpoZebu 1992. Siso de FC foi negociado à Varrela Agropecuária, que pertencia ao saudoso senador Carlos Lyra.”, registra o Portal DBO.

Perda

Fernando Coutinho deixa quatro filhos. Em comunicado nas redes sociais, eles registraram a perda. “Nosso pai faleceu em paz, por motivos naturais, em seu paraíso, na Fazenda Curral de Cima, onde será sepultado, como ele queria. Fernando Coutinho deixa um legado de amor ao próximo e à família. Fez acima de tudo bons amigos e se dedicou com amor e determinação à pecuária, levando Alagoas às grandes exposições do Brasil”, diz a nota de pesar enviada pela família.

Fernando Coutinho, em foto na sua fazenda Curral de Cima

Reabertura do comércio em Maceió depende, agora, de Rui Palmeira
   30 de junho de 2020   │     16:50  │  0

Um detalhe que todos devem levar em consideração. A reabertura de setores do comércio e serviços que continuam fechados em Maceió, não depende apenas da “caneta” de Renan Filho.

Ao que se sabe, o governador deve anunciar no final da tarde ou início da noite desta terça-feira (30) o novo decreto de situação de emergência, já dentro do “Plano De Distanciamento Social Controlado”.

Com base na avaliação feita a partir de todos os números disponíveis e depois de ouvir especialistas, o governador deve autorizar o avanço para a fase laranja apenas da capital. No restante do Estado, dependendo da evolução da pandemia, a reabertura deve começar no dia 15 de julho.

O novo decreto do governo de Alagoas vale para o período de dia 1o a 14 de julho. E deve manter parte de Alagoas na fase vermelha (a atual) e parte na fase laranja.

O que todos esperam é a reabertura imediata dos setores permitidos na fase laranja: lojas de rua até 400 m2, igrejas com 30% da capacidade, salões de beleza e barbearias com hora marcada.

Mas não é o que deve acontecer, por pelo menos por mais dois dias.

Isto porque, no caso de Maceió , além do decreto do governo do Estado, tem o da prefeitura. E o decreto do prefeito Rui Palmeira proíbe esses setores de funcionar e mantém, inclusive, as praias “fechadas” ao público está em vigor até 2 de julho.

O que o prefeito pode fazer – se quiser – é antecipar o próximo decreto. Mas se isso não ocorrer, tudo continua do jeito que está por mais dois.

E teremos que esperar o próximo decreto de Rui Palmeira, que deve ser anunciado até amanhã ou no máximo no dia.

Mas é provável que o prefeito, que tem mantido um relacionamento harmonioso com o governador nos últimos meses, alinhe o posicionamento com o Palácio dos Palmares.

Até que isso ocorra, nada será aberto. Legalmente, que fique claro. Até porque difícil mesmo é encontrar alguma estabelecimento completamente fechado em Maceió….

O decreto do prefeito tem força de lei. Mesmo que o Estado autorize o funcionamento de lojas, igrejas e salões, isso só ocorrerá efetivamente depois que a prefeitura revogar o atual decreto ou publicar um novo, permitindo o funcionamento destes setores.

E é claro que a turma da fiscalização não fará “vistas grossas” nesses dois dias. Ou fará?

Versão oficial

Veja texto da Secom Maceió sobre o decreto de emergência da prefeitura:

“O prefeito Rui Palmeira estendeu as medidas de enfrentamento ao novo coronavírus até o dia 2 julho. De acordo com o Decreto Nº. 8.908, publicado no Diário Oficial do Município (DOM) desta terça-feira (23), continuam suspensas as atividades nas orlas lagunares e marítima, aulas nas escolas públicas e privadas, abertura de estabelecimentos não essenciais, bem como continua em vigor as modificações temporárias na estrutura administrativa municipal.

Ficou mantida a não abertura de shoppings centers, cinema, teatro, academias, clubes, boates e casa de shows. Além disso, toda e qualquer atividade comercial na orla marítima e lagunar está proibida, exceto o Centro Pesqueiro de Jaraguá e as balanças de pescado. Já bares, restaurantes, lanchonetes e afins continuam funcionando apenas no sistema delivery e “pegue e leve”.”

Para ler o texto na íntegra, acesse este link: Rui Palmeira prorroga medidas de enfrentamento à Covid-19 até 2 de julho

Confira o decreto completo aqui.

 

Cai a “última” barreira para a reabertura do comércio em AL
   29 de junho de 2020   │     23:59  │  2

Os números, todos eles, sem exceção antecipam a decisão que será tomada pelo governo de Alagoas nesta terça-feira (30). O Estado deve avançar para a fase laranja dentro do “Plano De Distanciamento Social Controlado”, etapa em que será autorizada a abertura de lojas até 400m2, igrejas, salões de beleza e barbearias.

A decisão ainda não foi tomada. Mas o novo decreto que será publicado pelo governo de Alagoas e que deve valer entre os dias 1o e 14 de julho tende a dar início à flexibilização da economia.

Dentro a “matriz de risco” apresentada pelo governo, o avanço entre as cinco fases do plano (vermelha, laranja, amarela, azul e branca), vai se dar a partir da avaliação de critérios objetivos, a exemplo da disponibilidade de leitos hospitalares, da quantidade de novos casos e de óbitos do novo coronavírus em Alagoas.

A “matriz de risco” que define a passagem de uma fase para outra é baseada em três eixos: capacidade hospitalar instalada, evolução de óbitos por semana epidemiológica e taxa de crescimento da Covid-19.

De todas as regras postas, só faltava aparentemente uma que ainda deixava dúvidas sobre a evolução da fase vermelha para a laranja: a “ocupação de 70% a 80%” dos leitos com respiradores, que estava com percentual superior. Faltava.

O número de leitos ocupados não diminuiu. Mas entre sábado (27) e segunda-feira (29) novas UTIs e UTIs Intermediárias entraram em funcionamento, o que proporcionou redução no percentual.

Até a sexta-feira passada eram, no total, 278 leitos com respiradores. Agora, são 303. Com isso o percentual de ocupação, que passava dos 80%, caiu para 72%, dentro da “margem” da matriz de riscos. (Dados calculados de acordo com boletim de ocupação de leitos de UTIs e Unidades Intermediárias de 29 de junho).

Já a taxa de transmissão do novo coronavírus em Alagoas é a quarta menor do país e está agora em 1, (quando uma pessoa contamina outra, no máximo). Esse patamar é considerado “seguro” para a abertura de setores da economia – desde, claro, que seguidos os protocolos sanitários e o distanciamento social.

A evolução de novos óbitos e casos de Covid-19 por semana epidemiológica também apontam na direção da reabertura.

De 14 a 20 de junho, o Estado registrou 6.811 novos casos e 143 óbitos de Covid-19. Na semana epidemiológica seguinte, de 21 a 27 de junho, foram registrados 5.823 novos casos de Covid-19 e 127 óbitos. (Números prévios, calculados apenas com base nos dados dos boletins apresentados nas datas mencionadas).

Etapas

O plano conta com cinco etapas para retomada das atividades que estão suspensas no Estado em função da pandemia do novo coronavírus.

Os shoppings, pelo planejado, só devem ser reabertos a partir de 15 de julho. Mas lideranças do setor tem tentando fazer o governo a mudar de posicionamento. Para isso, estão mostrando que vão oferecer segurança para trabalhadores e clientes.

O governo, apesar do cenário favorável, pode decidir pela reabertura por regiões, começando por Maceió onde a situação está melhor controlada e o número de novos casos é decrescente.

Descompasso

A decisão que será tomada pelo governo deveria levar em conta também questões importantes, como a possibilidade de aumento do transporte público em Maceió e retorno do transporte intermunicipal, ao menos na região metropolitana. Afinal, trabalhadores enfrentam dificuldades para se deslocar até o trabalho. Dificuldades estas que aumentariam com a flexibilização de novos setores

Outro ponto que o governo deveria considerar é o setor de serviços na área de hotelaria. As empresas áreas estão retomando os voos regulares para Maceió já a partir desta semana. Até esta sexta-feira (30) a capital de Alagoas tem apenas dois voos diários, saindo para São Paulo. A partir do dia 2 e até o dia 8 de julho, algumas rotas estão sendo retomadas. Estão previstos 9 voos diários pelas empresas Azul, Gol e Latam, com saídas para Recife, São Paulo e Brasília, entre outros destinos.

Sem locais de hospedagem e alimentação, certamente a retomada da malha aérea será retardada. Mas essa é outra história.

Taxa de transmissão de Covid-19 despenca em AL e fica perto do “ideal”
   27 de junho de 2020   │     15:07  │  2

Os cálculos são do Covid-19 Analytics, grupo de cientistas da PUC-RJ, que construiu um modelo de previsão de casos e mortes de Covid-19 no Brasil, que possibilita estimar números até duas semanas a frente.

Entre os dados está o da taxa de transmissão (Rt) do novo coronavírus, que também é calculado internacionalmente pelo Imperial College London. A diferença é que o Covid-19 Analytics calcula dados diariamente do Brasil e dos seus 27 Estados.

E de acordo com os dados mais recentes do “Número Efetivo de Reprodução” de 26 de junho de 2020, Alagoas tem hoje uma das menores taxas de transmissão do novo coronavírus do país. Situação bem diferente do dia 15 de abril, quando o grupo publicou suas primeiras previsões.

Em abril a taxa de transmissão de Alagoas estava em 4,08. Ou seja, cada infectado contaminava outras 4 pessoas.

O “ideal”, segundo todos os especialistas, especialmente os infectologistas, é quando que taxa de transmissão é igual ou menor que 1, ou seja, quando infectado contamina menos de uma pessoa.

E Alagoas está bem próximo deste número. De acordo com os cálculos do Covid-19 Analytics, a Rt do Estado caiu para 1,05 no dia 26 de junho. O ritmo de queda nesta taxa, no Estado, ao longo do mês de junho ficou em 0,02 ponto por dia.

Mantido esse ritmo, Alagoas deve chegar a taxa “ideal” dentro de dois ou três dias.

Sem lockdown

De acordo com os dados de outros Estados no portal do do Covid-19 Analytics, no momento a Rt de Alagoas é a quinta menor do Brasil e a terceira menor do Nordeste.

Só tem índices melhores que Alagoas Estados que fizeram lockdown, isolamento social mais rígido ou enfrentaram colapso na rede de saúde, a exemplo do Amazonas (0,97), Pará (1), MA (0,96), PB (1) e MA (0,84).

A taxa de transmissão do novo coronavírus em Alagoas (1,05) é menor neste momento do que a de Pernambuco (1,11), que fez lockdown ou São Paulo (1,21) que adotou quarentena mais rígida.

Em que pese a queda no isolamento social nas últimas semanas, a estratégia adotada pela Secretaria de Saúde de Alagoas parece ter surtido o efeito esperado.

Até mesmo a “demora” na reabertura de comércio e serviços parece, agora, se justificar. Estados que anteciparam a abertura destes setores, estão enfrentando no momento uma nova onda de crescimento (recrudescimento) de Covid-19. É o caso de Minas Gerais, com Rt de 1,58 no Sudeste de todos os Estados do Sul. O Rio Grande do Sul que tem hoje Rt de 1,45, Santa Catarina (1,73) e Paraná (1,55). Situação semelhante também se verifica na região Centro-oeste.

Se fosse aqui?

O Espírito Santo adotou uma métrica diferente para a retomada das atividades suspensas durante a pandemia. O retorno das aulas presenciais nas escolas da rede estadual daquele Estado vai depender, principalmente, da taxa de transmissão do novo coronavírus.

De acordo com o governador Renato Casagrande, a volta só deve ocorrer quando ela for inferior a 1, ou seja, quando um infectado contaminar apenas uma pessoa.

Se o mesmo critério fosse adotado em Alagoas, a retomada das atividades poderia ser antecipada para dentro de uma ou duas semanas.

Em Alagoas o governo instituiu o “Plano De Distanciamento Social Controlado”, com cinco etapas para retomada das atividades que estão suspensas no Estado em função da pandemia do novo coronavírus.

Os critérios para avançar de uma etapa para outra foram apresentados pelo governo esta semana, dentro da “matriz de risco”.

As bandeiras para as fases de transição levam em conta os números de novos casos de Covid-19 e, principalmente, a capacidade hospitalar instalada, com percentual máximo de ocupação para leitos gerais e leitos com respiradores.

Pode até parecer exagero, mas se Alagoas “evoluir” sem risco de “involuir”, como estamos vendo ocorrer em Minas Gerais neste momento, terá valido a pena. Mas essa é outra história.

(P.s: “ideal” mesmo é que nem existisse o corona vírus).

Taxas de transmissão

Veja as taxas de transmissão (Rt) do Covid-19 Analytics atualizadas no dia 26 de junho

Brasil: 1,05

Nordeste: AL: 1,05; BA: 1,23; CE: 0,96;  MA: 0,84;PB: 1; PE: 1,11; PI: 1,5; RN: 1,61; SE: 1,15

Norte: AC: 1,06; AM: 0,97; AP:1,44; PA: 1; RO: 1,31; RR: 232; TO: 1,19

Sul: PR: 1,55; RS: 1,45; SC: 1,73

Sudeste: ES: 1,21; MG: 1,58; RJ: 1,21; SP: 1,25

Centro-oeste: DF: 1,32; GO: 1,47; MS: 1,53; MT: 1,63

Faça sua pesquisa. Acesse: Covid-19 Analytics